Impressões Digitais Poderiam Provar A Reencarnação?

“Mamãe, eu morri num rio….” a frase dita a alguns anos por Felipe (nome adotado para este relato) ao passar sobre uma ponte, chocou sua mãe, que aqui chamaremos de Amélia. O menino, que desde muito cedo manifestava um grande medo do mar, tinha na ocasião apenas dois anos de idade e a família morava em Santos, litoral de São Paulo. Hoje, Felipe tem treze anos e mora com a família na cidade paulista de Jarinu. Já não se lembra mais dos detalhes da estória que contava aos atônitos pais : a de que havia vivido em Campos de Jordão, que se chamava na ocasião Augusto Ferreiro, que mexia com ferragens e cavalos e que havia morrido num acidente em que um automóvel Gol cor de vinho caberá num rio. Quando pequeno, o menino contava ainda detalhes da cidade serrana que não poderia conhecer – como o clima frio e a grande quantidade de flores azuis (hortênsias) nas ruas – já que a sua família atual jamais estivera ali.
 
O tempo passou e a família de Felipe nunca teve oportunidade de verificar a veracidade da estória. Até que, em dezembro passado, ao assistir ao programa “Espiritismo Via Satélite”, hoje “Visão Espirita”, no canal executivo da Embratel, dona Amélia conheceu o entrevistado daquele domingo, Dr. João Alberto Fiorini de Oliveira, delegado titular do Serviço de Registros Policiais para Investigações em Curitiba – Paraná. E quando soube que ele realiza pesquisas de casos de reencarnação, utilizando-se de técnicas avançadas de investigação, não teve duvidas: mandou um fax contando sua estória e pedindo o auxilio do perito.
O Dr. Fiorini interessou-se pelo caso e saiu a campo para investigar. Foi a campos de Jordão na semana do Natal de 2000 e, depois de muito procurar por pistas do tal Augusto Ferreiro – individuo que Felipe dizia ter sido em encarnação anterior – não logrou êxito. Consultou registros na Prefeitura , delegacia, cemitério, hospitais… e nada . Nenhum sinal daquele senhor. Até que, passando próximo ao teleférico num ponto de charretes (que em Campos de Jordão desempenham a função de táxi), decidiu parar e indagar aos carreteiros mais idosos.
– “Perguntei a um deles, chamado seu Antônio, se havia conhecido um tal de Augusto Ferreiro. Ele respondeu:” – conheço !, conta Fiorini. “Fiquei perplexo”. Tudo indicava, portanto, tratar-se de um caso de paranormalidade, mas não de reencarnação já que Augusto Ferreiro continuava vivo. Fiorini, então, telefonou para a mãe de Felipe e relatou-lhe o fato. Ela por sua vez, contou a estória ao seu filho, que teve uma reação inusitada: entrou em um estado de profunda agitação, quase de pânico, ao se lembrar do verdadeiro Augusto Ferreiro.
 
Diante disso, Fiorini decidiu ir à procura desse personagem que, nesta altura dos acontecimentos, era a única pessoa capaz de decifrar o enigma. Voltou, então, ao ponto de charretes e, retomados os contatos, foi levado a residência daquele senhor.
Ali, numa casa simples, distante sete quilômetros do teleférico, Fiorini encontrou um ancião de 80 anos que o atendeu com cortesia, mas bastante desconfiado. Soube, então, que Augusto Ferreiro era um apelido. Sue nome verdadeiro é José Chagas, embora ninguém o conheça como tal, ganhara o apelido de Augusto ainda bebê, quando uma outra criança que havia nascido no mesmo dia que ele – esta sim chamada de Augusto – falecera dois dias depois. O “sobrenome” Ferreiro só veio muito mais tarde, quando passou a trabalhar com charretes, metais, ferraduras…. Feitas as apresentações, travou-se o seguinte dialogo:
  • Eu trouxe aqui um documento – principiou Fiorini, entregando-lhe o fax que a mãe de Felipe lhe havia enviado com o relato da historia – e gostaria que o senhor o visse e me desse algumas informações.
Augusto Ferreiro dispôs-se a colaborar.
  • Esse menino – prosseguiu o delegado – esta dizendo que é o senhor. É claro que está enganado ! Mas existe alguém na sua família que morreu afogado num rio ?
  • Não, foi a resposta categórica – não existe.
  • Bem, então como explica que um menino que nunca ouviu falar do senhor saiba seu nome, a cidade onde mora e como é essa cidade, mesmo nunca tendo estado aqui ?
  • Eu não sei – respondeu, sincero, o distinto senhor – Eu não sei nada sobre esse assunto- finalizou .
Fiorini agradeceu e se despediu, frustrado. Mas, a perplexidade não havia sido só dele, soube-o mais tarde . Naquele dia, o velho Augusto Ferreiro não consegui conciliar o sono. Disse, posteriormente, que custou a dormir e, quando pegou no sono, sonhou com um neto seu, Fernando, que ele não via há quase quinze anos. Fernando era filho de uma de suas filhas, Cidinha, que morava em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. O que intrigou o senhor Augusto foi o fato de que o menino, no sonho, só lhe aparecia de costas. E, segundo ele, quando uma pessoa aparecia de costas – num sonho – era porque essa pessoa estava morta.
No dia seguinte, Augusto Ferreiro reuniu os filhos e contou-lhes a estória toda: o aparecimento em sua casa, na véspera, de um sujeito estranho contando uma estória igualmente estranha, de um menino que dizia ser ele e que havia morrido afogado. Depois, emendou o relato do impressionante sonho que tivera com Fernando, que há muito tempo não via, e perguntando-lhes se estavam escondendo algo sobre o neto.
Os filhos ficaram horrorizados. Entre confusos e encabulados, contaram ao pai que seu neto, Fernando, realmente havia falecido há vários anos – afogado – no rio do Boi, em Ubatuba, dragado por um tubo, ao cair de uma ponte que o próprio Augusto havia ajudado a construir. Na ocasião, a família deliberou esconder o fato do avô, para que ele não sofresse. Sim, era verdade, disseram-lhe os filhos, Fernando não estava mais entre eles.
 
Foi uma comoção geral e Augusto Ferreiro decidiu procurar o estranho que lhe visitara na véspera para contar-lhe o ocorrido. Mas, onde encontra-lo ? Decidiu, então, dirigir-se ao ponto de charretes e deixar recado para Fiorini procurá-lo, caso ele voltasse a passar por ali.
E foi o que ocorreu. No dia de Natal, Fiorini – que havia feito amigos entre os charreteiros – voltou para presenteá-los com panetones e vinhos. Foi quando recebeu o recado de Augusto Ferreiro e voltou a procurá-lo, ouvindo de sua boca a estória toda:
  • Há quinze anos, minha filha Cidinha teve um problema de tuberculose e eu fui buscá-la para fazer tratamento aqui em Campos. Ela veio e trouxe o filho, Fernando, que ficou comigo durante o período em que ela se tratava . Na época, um outro filho meu tinha um carro Gol cor-de-vinho e eles passeavam bastante pela cidade; só que esse carro não caiu no rio, não; foi destruído, tempos depois, num incêndio. Eu fazia carrinhos e brinquedos de boi para Fernando, que se afeiçoou bastante a mim, e eu a ele. Foi nessa época que ele conheceu o frio e as flores da cidade. Quando a mãe melhorou, voltaram para Ubatuba e, depois disso, eu nunca mais vi Fernando. Meus filhos contaram, agora, que pouco tempo depois de voltar para casa, meu neto – brincando num rio – foi dragado por um tubo, debaixo de uma ponte que eu ajudei a construir e morreu afogado. Eles esconderam essa estória de mim e só agora eu soube de tudo.
Mesmas digitais
 
A estória de Felipe, aparentemente, termina aqui. Fiorini gostaria de ter as impressões digitais de Fernando, o neto de Augusto Ferreiro, mas isso não será possível. Fernando faleceu aos seis anos de idade. Dois anos mais tarde, reencarnou em Santos, onde recebeu o nome de Felipe. Se fosse possível confrontar as digitais das duas crianças… Fiorini está convencido de que elas seriam idênticas. E esta seria a prova definitiva da realidade da reencarnação.
 
Essa, alias, é a polemica tese do Dr. João Fiorini : a de que carregamos as mesmas impressões digitais de uma encarnação à outra quando o intercurso – tempo decorrido entre uma encarnação e a seguinte – é relativamente curto.
Sabe-se que não existem dois seres humanos com as mesmas impressões digitais. Fiorini cita os estudos do medico Almeida Jr., já falecido, que foi professor de Direito da Faculdade do largo São Francisco, em São Paulo, e de Medicina Forense da Escola Paulista de Medicina. De acordo com esses estudos, numa relação sexual existem cerca de dezessete milhões de espermatozóides se debatendo para fecundar um dos óvulos da mulher. Isso resulta na espantosa cifra de possibilidades de combinações diferentes. Daí a improbabilidade de duas pessoas terem as mesmas digitais.
 
Não obstante, lembra Fiorini, existe – nos Estados Unidos – um serviço centralizado de cadastramento de pessoas com cinqüenta milhões de indivíduos registrados, todos com suas digitais. Pois bem, sempre que ocorre uma repetição de digitais, uma das pessoas envolvidas no episodio já faleceu. Jamais a digital se repete entre pessoas vivas. Como os americanos, de maneira geral, não acreditam na reencarnação, tudo para eles não passa de uma fortuita coincidência.
Segundo Fiorini, quando o período entre as encarnações é longo, as digitais acabam por sofrer a influência genética dos pais do reencarnado. Mas, se a reencarnação ocorre pouco tempo depois de desencarne anterior, a possibilidade de o períspírito manter as digitais inalteradas é bastante acentuada.
Neto de si mesmo.
 
Entre os casos que estão sendo pesquisados pelo perito, está o de uma criança de Maceió, Alagoas, que segundo a família seria a reencarnação do próprio avô. Também, neste caso, as evidências são significativas. A estória é a seguinte: um advogado de 80 anos de idade faleceu e, em sonhos de vários familiares, avisou que retornaria como seu próprio neto. Ocorre que esse advogado, quando tinha dezoito anos, sofreu um acidente durante uma caçada  quando a espingarda que utilizava disparou por acaso e diversos chumbos alojaram-se em sua mão direita. Todos os chumbos foram removidos, menos um, que se instalara na junta do polegar direito; o que resultou numa deformidade local: seu dedo ficou torto puxando para a palma da mão.
 
O advogado faleceu em 1977 e depois dos avisos em sonho – de que voltaria – em 1999 nasceu seu neto, hoje com três anos de idade. Atualmente, a criança começa a apresentar o mesmo defeito de que seu avô era portador no polegar da mão direita. A família enviou para o Dr. Fiorini as impressões digitais do menino, tiradas rudimentarmente com batom, e xerox de um documento do advogado com sua digital. Numa analise preliminar, Fiorini – que é especialista em identificação – encontrou algumas semelhanças intrigantes, mas como a digital que existe no documento do advogado é aparentemente o polegar esquerdo – talvez devido à sua deformidade na mão direita – os sinais correspondentes na impressão digital da criança estão “espelhados”, já que foi tirada da mão direita. Agora, Fiorini aguarda novas impressões digitais do menino, tiradas com maior técnica, para verificar se há – realmente – as tais correspondências.
Lembranças da Guerra
Na cidade paulista de Riberão Preto, um outro caso curioso esta sendo investigado pelo delegado Fiorini. O menino Geraldo, (nome fictício) quando tinha apenas três anos e quatro meses de idade, voltou-se para sua avó e disse “Vó, quando eu era grande e você era pequenininha, eu era seu pai”… A frase, dita assim de supetão, deixou a pobre senhora abismada.
Hoje, Geraldo tem oito anos e, nesse período, muitas outras revelações sobre supostas vidas passadas foram feitas por ele, como a de que algumas das marcas de nascença que carrega no corpo são resultado de tiros que teria levado em outras vidas.
  • Ele vive tendo pesadelos, sempre relativos a guerra – diz Fiorini que, após investigações, descobriu que o bisavô de Geraldo, efetivamente, participou de uma luta armada, a Revolução Constitucionalista de 1932, quando levou um tiro na perna.
Geraldo traz uma marca de nascença na parte posterior da perna esquerda e outras quatro marcas semelhantes às de tiros; duas menores, como se os projéteis tivessem entrado por ali e, duas maiores, como se marcassem a saída dos disparos. Essas marcas maiores estão posicionadas na parte oposta da perna e em diagonal.
Uma informação dada pelo garoto, no entanto, parece não fazer muito sentido. Ele fala da sua participação numa guerra em 1968. Ora, a única guerra que acontecia naquela época, que se saiba, era a do Vietnã. Fiorini levanta uma hipótese:
  • Supostamente, ele teria sido um norte-americano nessa encarnação. Como o bisavô de Geraldo morreu em 1950  e a guerra do Vietnã aconteceu em 1968, portanto dezoito anos depois, é possível que Geraldo, realmente, tenha participado dela, já que a idade para alistamento militar nos Estados Unidos é de dezesseis anos. Nesse caso, essa seria uma encarnação intermediária entre a de Geraldo e de seu bisavô.
Analisando as digitais de Geraldo, de sua avó e de seu tio, Fiorini chegou a uma coincidência no tipo de “arco” dos dedos médio e indicador da mão esquerda de todos. Mas, para concluir a pesquisa, Fiorini precisa comparar as digitais do menino com as de seu bisavô. Em quanto isso não ocorre – as buscas estão em andamento –  a expectativa permanece.
 
Divisor das águas
 
Além destes casos, Fiorini investiga outros igualmente intrigantes, como por exemplo, um que lhe chegou ao conhecimento por meio do conferencista espirita Henrique Rodrigues, de Belo Horizonte. É a estória de um sujeito Italiano chamado Giuliano Bonomi que, certa feita, procurou um pesquisador também Italiano, o professor Rancanelli, para lhe dizer que seu nome verdadeiro era Edward Schimit, que era um cidadão americano e que “durante um combate”, entre 1939 e 1945, “dormiu” e depois “acordou” pequenino, numa casa Italiana, onde recebeu o nome com que agora era conhecido”. Bonomi forneceu a Rancanelli os nomes dos atuais pais Italianos e dos pais americanos. O professor, que era católico e não acreditava em reencarnação, apenas anotou os dados numa ficha e anexou os retratos dos dois personagens: o italiano e o de sua suposta personalidade anterior, o americano.
Bonomi nasceu em Consenza, ao sul da Itália, em 1972. de posse dessas informações, Fiorini pretende dirigir-se aos dois paises, Itália e Estados Unidos, para pesquisar “in loco” este caso.
 
Com a documentação dos casos que já investigou e com as que se encontram em andamento, o delegado João Fiorini pretende escrever um livro que, acredita, será um divisor de águas na historia das pesquisas científicas de identificações. A comprovação documental da reencarnação, sem duvida, dará em salto qualitativo não só na investigação policial, como também – e principalmente – em outras áreas do conhecimento científico com ênfase para a Medicina e a Psicologia.
 
Dr. João Fiorini
Postado originalmente por 
Aranauam
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Visto o Branco, Sou da Paz

Desde que comecei o blog, uma das minhas maiores preocupações sempre foi a questão da intolerância religiosa. Normalmente evito divulgar os inúmeros casos de agressão e desrespeito porque acho que devemos nos ater aos bons exemplos de união e amor ao próximo mas infelizmente os fatos nos mostram que a intolerância religiosa não apenas tem crescido como tem ficado cada vez mais violenta, beirando o fanatismo.
Tudo em excesso é ruim, mesmo a religião. Principalmente quando esse excesso vem acompanhado da falta de conhecimento e estudo.
Louvável essa avó que iniciou uma campanha pela paz e contra a intolerância religiosa nas redes sociais. Mas tenho apenas uma ressalva: As pessoas estão postando fotos com roupas brancas e dizendo que são umbandistas, candomblecistas e que suas religiões não fazem o mal. Bom na minha opinião, nenhuma religião faz o mal, quem faz o mal são pessoas muitas vezes ligadas a certos segmentos religiosos. Não podemos generalizar ou julgar as outras religiões, devemos sim cobrar do poder público ações que evitem esse tipo de violência e sempre orientar nossos irmãos a sempre respeitarem e entenderem as demais religiões e crenças.
O estudo, a compreensão, o respeito e o amor são as chaves que nos libertarão dos grilhões da intolerância religiosa.
Eu também visto o branco meus amigos, mas não apenas na roupa, eu visto o branco no coração, na mente e na alma. Assim como sou umbandista de coração, mente e alma e como me foi ensinado dentro da Umbanda, sou da paz e do respeito.

Wanderley Donaire Maganha

Aranauam

Artigos científicos apontam para existência de um mundo espiritual

Em um momento de tanta baixa-estima nacional, em várias áreas, nosso país pode orgulhar-se de uma coisa: pesquisadores sérios, cientistas em várias áreas, que tentam confirmar, ou infirmar, a existência de fenômenos espirituais. Quem tem  capitaneado e congregado grande parte destes esforços é o professor de psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora, Alexander Moreira-Almeida, especialista, mestre e doutor em psiquiatria pela USP, hoje provavelmente o psiquiatra que mais entende de espiritualidade, relação mente-corpo, no mundo todo. Tanto é que vem de ser eleito como o presidente do departamento de psiquiatria e religião da prestigiosa Associação Psiquiátrica Mundial (World Psychiatry Association). Alexander também é o presidente da Seção de psiquiatria da religião da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ele dirige um núcleo de pesquisas científico na Unviersidade de Juiz de Fora (Nupes) voltado exclusivamente para a pesquisa do assunto e hoje, no Brasil, é o principal fomentador desta veia de discussão, fomentos  científicos e trabalho de pesquisa. O Nupes conta, além de revista própria, um importante canal televisivo de divulgação dos trabalhos (TV Nupes), aulas didáticas, discussões científicas de altíssimo matiz, gratuitas e disponíveis na internet (vide abaixo). Pode-se dizer que o protagonista disto tudo, Alexander, é um verdadeiro gênio (inclusive tive oportunidade de examiná-lo pessoalmente, ahahaha), e, como muitos grandes gênios, de uma bondade  e envergadura de espírito condizente com sua inteligência. Através da Nupes tive oportunidade de conhecer três trabalhos de alta relevância científica.

No primeiro deles (A poesia transcendente de Parnaso de além-túmulo, Alexandre Caroli Rocha, Dissertação mestrado em Teoria e História Literária, Unicamp, 2001. http://www.hoje.org.br/arq/artigos/parnaso_dissert.pdf ) o autor, um cientista literário, destrincha o  inexplicável “maior fenômeno da literatura mundial” (citação minha): como um garoto de 17 anos, semi-analfabeto (4º ano primário, em cidadezinha do interior mineiro, Pedro Leopoldo), trabalhador braçal (hortas, ensacadora de algodão, fazenda), arrimo de família (trabalhando o dia todo), quase uma dezena de irmãos para cuidar, órfão, de uma penada só  psicografou 100 poetas brasileiros, desde os mais conhecidos (e difíceis , p.ex., Augusto dos Anjos, Cruz e Souza, Olavo Bilac, etc) até os absolutamente desconhecidos (p.ex. um poeta , sargento do Exército de Caxias,  que ninguém conhecia, ninguém sabia que existia, que escrevia poesias e que, por meio do pesquisador literário Elias Barbosa , foi redescoberto em anais e documentos do Exército no século XIX). Ninguém nem tinha ouvido falar do tal sargento, e este provou-se, existia mesmo e era poeta obscuro e bissexto. As poesias citadas no livro Parnaso de Além-Túmulo não comungam apenas da estilística literária completamente sui-generis de cada autor, mas também da temática, e , o que é dificílimo, de toda a métrica técnica (p.ex., duodecassílabos, alexandrinos, linguajar completamente hermético-esotérico [Augusto dos Anjos], etc).  Eu mesmo, que tenho um punhado de títulos universitários, que tenho por profissão ler e escrever, já tentei, durante um mês, reproduzir uma estrofe de Augusto dos Anjos e não consegui. Quanto mais escrever isto com versos do mesmo número de sílabas, com a sílaba tônica em tal ou tal lugar, ou seja, com todo o hiper-tecnicismo que a métrica poética exige (e que Chico Xavier cumpria). Só de um autor para mim foi impossível, imaginem para cem autores!! Imaginem um garoto de 17 anos!! Imaginem um rapaz do interior de Minas, braçal, ignorante, arrimo, sem tempo para jogar uma partida de biloca. Pois bem, esta é a tônica do estudo do cientista literário da Unicamp, Alexandre Caroli.

Mas há mais, há também o estudo de um grupo de pesquisadores brasileiros em psiquiatria, neuropsicologia, neurociências (do qual tenho orgulho de dizer que meu irmão, neuropsiquiatra Leonardo Caixeta, faz parte) que, nos Estados Unidos, estudando o cérebro de médiuns com métodos neurobiológicos rigorosos, estatísticos, absolutamente objetivos, constatou que o cérebro do médium, durante o transe mediúnico, é completamente diferente de outras pessoas e inclusive do próprio médium, quando escrevendo ou falando fora do transe. Mostra, portanto, que a atividade cerebral mediúnica, ao contrário do que muitos dizem, não é fruto apenas do psiquismo do médium, mas pode estar sofrendo influência de um outro processo externo, a comunicação com um postulado mundo espiritual. O trabalho foi publicado numa prestigiosa revista científica americana, e as imagens neurocerebrais podem ser vistas em: Neuroimaging during trance state: a contribution to the study of dissociation. Peres JF, Moreira-Almeida A, Caixeta L, Leao F, Newberg A.

PLoS One. 2012;7(11):e49360. http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0049360.

Na mesma linha, o pesquisador psiquiatra Alexander Moreira-Almeida publicou um importantíssimo trabalho de psiquiatria da religião, orientado inclusive em sua tese por um professor-cientista cristão protestante, trabalho no qual provou que os médiuns espíritas fidedignos, ao contrário do que sempre se divulgou (sobretudo no auge do espiritismo kardecista, na Europa do século XIX, quando havia a tese da “loucura espírita”) têm uma saúde mental até melhor do que a população geral.

Igualmente digno de nota é o trabalho do mesmo cientista literário citado acima, agora com sua tese de doutorado: O Caso Humberto De Campos: Autoria Literária e Mediunidade.

Alexandre Caroli Rocha, Tese de Doutorado em Teoria e História Literária, Unicamp, 2008. http://www.hoje.org.br/arq/artigos/HumbertodeCampos_tese-AlexandreCaroliRocha.pdf,  que versa sobre o estudo do trabalho literário de Humberto de Campos (Academia Brasileira de Letras), tanto quanto estava vivo quanto depois de morto (através da mediunidade psicográfica de Chico Xavier). O autor fez um trabalho hercúleo, debruçando-se sobre a vastíssima produção literária do “Humberto de Campos encarnado”, sabidamente o mais prolífico escritor brasileiro de todos os tempos. Suas obras completas somam dezenas e dezenas de volumes. Pois bem, o crítico literário Caroli chega a uma conclusão igualmente peremptória: não só a estilística de Humberto de Campos se mantém após a morte, mas também a semântica, a pragmática, a estrutura composicional, a paródia, o finíssimo arcabouço cognitivo. E isto, repitamos, em um médium que escreveu mais de 500 livros, cada livro com uma estilística e conteúdos diferentes, sui-generis, e próprios. Nem para um autor isto seria possível, imaginem para centenas e centenas  deles!!

Este tipo de estudo literário já foi encetado e chegaram à semelhantes conclusões outros cientistas literários e escritores de grande envergadura nacional, tais como R. Magalhães Júnior, Bernardo Elis, estes dois também pertencentes à vetusta Academia Brasileira de Letras. Sobre o trabalho psicográfico de Chico Xavier, dizia R. Magalhães Junior: “Pode até ser fraude, mas se for fraude é a fraude mais perfeita que eu já vi.” Bernardo Élis diz mais ou menos o seguinte sobre a psicografia de três poetas goianos, por ocasião de uma passagem de Chico por aqui, onde os psicografou  de improviso, em longos excertos poéticos : “Não só os méritos, mas até os defeitos destes três poetas ele captou, por exemplo: Americano do Brasil continua sendo tão mau poeta do lado de lá quanto o foi do lado de cá.” Além disto, Bernardo Elis estuda cientificamente, minuciosamente, toda a métrica poética de Chico, comprovando que esta bate perfeitamente com as técnicas utilizadas em vida.

Estes e outros artigos no tema estão disponíveis em:

hoje.org.br/

A série de artigos mente-cérebro  publicada em revista nacional de psiquiatria  começa no fasciculo abaixo:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0101-608320130003&lng=en&nrm=iso

Para o canal no Youtube em ciencia espiritualidade:

https://www.youtube.com/user/nupesufjf/videos

(Marcelo Caixeta, médico psiquiatra. Artigos às terças, sextas, domingos acesso gratuito em dm.com.br  – seção Opinião Pública)

Aranauam

Médicos pesquisam influência do ‘passe’ espírita para tratar a ansiedade

Pesquisa da Unesp estuda união entre tratamento espiritual e médico.
Trabalho é realizado por médicos da Associação Espírita de Botucatu (SP).
Um grupo de oito médicos da
Associação Espírita de Médicos de Botucatu (SP) se reuniu para
pesquisar a influência da terapêutica energética do “passe” espírita na redução da ansiedade. A técnica, originada das práticas de cura do cristianismo primitivo, consiste basicamente na imposição de mãos sobre uma pessoa, a fim de transferir boas energias e tratar o lado espiritual de quem recebe o “passe”.
A pesquisa teve início em 2014 e está em fase de desenvolvimento navFaculdade de Medicina de Botucatu/ Unesp (FMB). De acordo com o médico infectologista Ricardo de
Souza Cavalcante, a inspiração para a pesquisa surgiu de outro grupo de médicos, de São Paulo, que iniciou um estudo sobre a eficácia de uma técnica semelhante, o Reiki, de origem japonesa.
O estudo sobre o “passe” é feito com voluntários, não necessariamente espíritas ou praticantes de alguma religião, que não estejam fazendo nenhum tipo de tratamento psicológico ou psiquiátrico. “Primeiramente, nós fazemos uma avaliação médica para
verificar se o voluntário tem
realmente o diagnóstico de ansiedade.
Se confirmado, o paciente passa a frequentar a sala de estudos uma vezpor semana, durante oito semanas,para receber o ‘passe’ ”, explica Ricardo.
Ainda de acordo com o médico, antes de iniciar o tratamento, os
participantes passam por um tempo de meditação e concentração. Música ambiente é utilizada para relaxar e, por 5 minutos, um terapeuta impõe as
mãos sobre a cabeça, tórax e barriga do voluntário. São levados em conta, na análise, níveis de depressão, qualidade de vida e grau de espiritualidade do paciente.
Os voluntários respondem a um
questionário ao final de cada sessão e, alguns deles, passam por exames de eletroencefalograma, para medir as variações das ondas cerebrais antes, durante e depois do procedimento.

Ciência e espiritualidade

Nas últimas décadas, muitos estudos científicos têm sido feitos a fim de demonstrar os benefícios de aliar o trabalho com a espiritualidade ao
tratamento médico convencional.
“Houve uma separação histórica, mas eu acredito que essas coisas
precisam caminhar juntas. O ser
humano deve ser visto como um todo.
Nós não somos só um amontoado de células. Temos, comprovadamente, um lado emocional, espiritual”, pontua Ricardo.
A dona de casa Silvia Helena Vieira da Silva, de 47 anos, é uma das voluntárias que participarão da pesquisa. Católica, ela acredita que
as práticas espíritas podem colaborar para o bem-estar. “Nós estamos tão ansiosos, nos medicando tanto, que
eu gostaria de experimentar algo quecnão fosse medicamento, até porque remédios atacam meu organismo. Se
eu puder fugir, eu fujo”, declara Silvia, que sofre as consequências físicas da ansiedade.
“Nós que temos filhos, estamos
sempre na expectativa de algo. É um convívio constante com a ansiedade.
Quando ela aparece, meu intestino solta, sinto dores no estômago e na cabeça. Quero muito que esta iniciativa dê certo”, conta.
“Muitos voluntários estão participando da pesquisa. Eles precisaram demonstrar ter ansiedade e não esteja em tratamento psicológico pode
participar. Nosso objetivo não é
converter ninguém”, explica o médico.
Os interessados em participar da
pesquisa podem obter informações pelo telefone (14) 3811- 6547.

Passe na Dourtina Espírita

De acordo com Leopoldo Zanardi,
diretor de comunicação do Centro
Espírita Amor e Caridade, de Bauru (SP), o “passe” trata-se de uma assistência espiritual, denominada de fluidoterapia, e que não anula a necessidade do tratamento médico.
Este nome é dado por ser uma
transferência de energias. “As mãos são colocadas de 10 a 15 centímetrosvacima da cabeça, não há toque físico.
A Federação Espírita brasileira
aconselha que as mãos sejam
colocadas apenas sobre a cabeça”, conta Leopoldo.
Ele explica também que, na doutrina espírita, acredita-se que além das boas energias passadas pelo passista,
existe também a atuação de espíritos que identificam e agem diretamente no problema de quem está recebendo o passe, seja ele físico, emocional ou
espiritual. O procedimento pode ser individual (“passe simples”) ou em grupo (“passe conjugado” – 2 ou mais passistas realizam o procedimento).
Mas quanto mais pessoas estiverem juntas, melhor, de acordo com Leopoldo.
No Centro Espírita, o passe simples pode ser tomado por qualquer um que desejar, sem a necessidade de entrevista. Mas, para aqueles quecquerem tratar algo específico, é necessário passar pelo atendimento,onde será identificada a necessidade
de cada pessoa.
Em seguida a pessoa recebe um papel que dá direito a oito passes, que devem ser tomados uma vez por semana. Em ambos os casos, os pacientes entram em uma sala, após um período de oração do grupo mediúnico (responsável por aplicar os passes), sentam-se nas cadeiras e
estendem as duas mãos para frente, como quem está para receber algo.
Os passistas, como também são
chamados os membros do grupo
mediúnico, impõe as mãos sobre a cabeça das pessoas, uma nova prece é anunciada e, após poucos minutos de silêncio, tudo está feito. Depois de dispensar as pessoas, os passistas fazem outra oração de agradecimento
e encerram o procedimento. “É
importante ressaltar que não se deve abrir mão do tratamento médico. Nós oferecemos uma assistência espiritual. Também não basta apenas ‘tomar o passe’. É necessário assistir às palestras, mudar o pensamento,
buscar ser melhor a cada dia.
Dominar as más inclinações e fazer caridade. Precisamos estar em constante evolução”, completa Leopoldo.
Para a dona de casa Iole Angelo
Cintra, de 46 anos, tomar os “passes” trouxe melhora para problemas de insônia e dor de cabeça que, segundo ela, tinham raiz espiritual.
“Eu não dormia direito à noite. Aqui no centro descobri que eu tinha ‘desdobramento’, que é uma espécie de mediunidade que me faz sair do meu corpo. Eu me via dormindo à noite e andava pela minha casa.
Quando comecei a tomar os passes, as dores de cabeça sumiram e eu pude controlar mais esse desdobramento. O efeito do passe é ótimo, mas também depende da pessoa se esforçar para ser alguém melhor”, contou Iole.

Fonte: g1.globo.com/

Aranauam

Irresponsabilidade Mediúnica

As inúmeras advertências propagadas por aí parecem pouco importar para os supostos postulantes a médiuns – intermediários das comunicações espirituais. O que vemos cada vez mais são pessoas que começam a sentir a sensibilidade mediúnica aflorando e se entregam de vez a qualquer comunicador do mundo espiritual. Sem preparação, sem um ambiente próprio e sem a menor educação para tal.

O fenômeno parece importar mais do que a filosofia por trás de tudo o que representa um processo mediúnico. Independente da religião que a utilize como ferramenta. A mediunidade é isso, um meio e não o fim. Ela tem o propósito de trazer do plano astral/espiritual as informações e lições necessárias para o aprimoramento do ser humano, mas é tratada como algo mais excepcional, que traz certo destaque a quem a possui.

No mundo atual, onde a internet possuí informações abundantes – porém nem sempre corretas, e na era Facebook onde em todos os grupos existem milhares de gurus e doutores da espiritualidade, isso acaba se complicando ainda mais. Podemos notar vários ‘discípulos’ e seguidores de doutrinas espiritualistas. Porém quando você os questiona sobre a mesma, se escondem sobre o capuz de vários textos religiosos e doutrinários. Isso, pode até ser comum, em religiões mais estabelecidas como as patriarcais Judaico-Cristãs. Mas dentro de linhas como o Espiritismo (ou Umbanda) é inaceitável! Pelo próprio propósito da doutrina que é a compreensão maior sem ‘preconceitos’ ou ‘abandonos’.

A estrutura de uma religião é formatada para trazer a seu seguidor a segurança para cultuar sua deidade e suas crenças. Exercendo sua fé, não permitindo que esse caia em situações desagradáveis. Ainda mais em religiões mediúnicas onde são necessárias várias precauções para trazer essa segurança. O mundo espiritual tem toda uma fauna de espíritos diversos – além dos que não exploraremos aqui como encantados, naturais, gênios, anjos, demônios e elementais. Só o espírito humano é encontrado em uma ampla diversidade.

Apenas ler os livros de um determinado autor não te incute todos os conhecimentos necessários para estabelecer uma comunicação segura. Até porque muita coisa é dita em reuniões, aprendida na vivência e  por meio experiência. As coisas mudam, no plano espiritual também.

Existem motivos muito importantes para que a comunicação mediúnica não seja feita sem o preparo. Um médium demora certo tempo para identificar seus próprios mentores, quanto mais para identificar toda sorte de espíritos. Um pretenso médium carregado na vaidade, no orgulho, no ego, na ignorância e com sentimentos não muito nobres irá atrair para si espíritos afins. Assim como uma pessoa jocosa, que deseja brincar com a espiritualidade, irá atrair espíritos zombeteiros e brincalhões.

Para ter uma garantia de segurança – e mesmo assim nem sempre o é – é necessário estar em um ambiente preparado, com proteções, com um grupo de trabalhadores comprometidos com a filosofia da casa. A grande valia do teor da mensagem é o que importa. Mas infelizmente preocupam-se apenas com o arquétipo que o espírito se apresenta, logo deduzem que um velho camponês não pode trazer uma comunicação de maior valor moral que um médico ou filósofo. Eis a arrogância instituída.

E quando então esses ‘médiuns’ acabam por dar consultas via internet? Não tem o mínimo conhecimento para tal, mas se assoberbam de valores dados pelos espíritos (que ele nem ao menos sabe se são realmente comprometidos com o bem). E na grande maioria dos casos geram uma fascinação espiritual, prejudicando a quem o consulta e também o consultado.

Espírito que se manifesta sem a permissão do médium é apenas um espírito obsessor e não podemos chamar isso de incorporação, mas de possessão. Ludibriado pelos espíritos negativos ele se coloca como um grande guru espiritual ou é influenciado mentalmente por esse. Acabando por desqualificar todos os que possuem uma mensagem positiva para passar.

Incorporação? Só em centros espíritas, espiritualistas e terreiros ou em trabalhos com a corrente mediúnica da casa a qual faz parte. O mesmo vale para as psicografias, psicofonias e toda sorte de manifestações mediúnicas.

Esse texto fica mais como um alerta – mais um dos muitos que existem por aí – para que você não seja vítima da obsessão espiritual e se decepcione, colocando a culpa sempre na doutrina e não na sua vaidade descabida.

Autor: Douglas Rainho

Fonte:  http://conversaentreadeptus.com/

Aranauam

Prática Mediúnica vs. Reforma Íntima.

Eu corro o risco de ser taxado de repetitivo, mas preciso
novamente escrever sobre isso.
A reforma interior é necessária e urgente, ainda mais para quem quer praticar a mediunidade.
Alguns erros comuns que
acontecem quando não se
observa essa ‘tal reforma
íntima’:

Médiuns deslumbrados com
a fenomenologia apenas. Só
querem ir pras reuniões
para servirem de instrumento. Deixando que os espíritos se manifestem, sem entender o que ocorre nesse processo.

Estrelismo, acabam pagando com a vaidade, pegando para si todos os elogios e agradecimentos que são dos espíritos;

Praticam a mediunidade,
incorporando, psicografando
ou outra forma de manifestação em locais
totalmente inadequados tais
como: Festas, reuniões
familiares, bares, baladas,
na rua, etc.

Acham-se detentores de
poderes paranormais e que
os espíritos lhes devem
satisfações, cobrando dos
mesmos adivinhações e regalias em suas vidas;

Entre outros;

A mediunidade não é ferramenta para engradecimento do ego, e sim para resgate das faltas pretéritas, aprimoramento do ser e da caridade. Vocês imaginam um espírito de Lei se manifestar no meio de uma balada para dar um sermão na(o) ‘ficante’ pois ele tá de olho em outra pessoa?
Ou na festinha familiar pra dizer
pro cunhado que ele é um
folgado? Não cabe né?
Até porque os espíritos de Lei
respeitam o livre-arbítrio, e
jamais irão interceder sem o
pedido de auxílio daquele que
precisa de ajuda.
Esses médiuns tendem a se
tornar ferramentas imprecisas,
criando um afastamento, um
campo de repulsão vibratório
dos guias de Lei, pois, esses
guias já tem uma vibração bem
mais alta que a nossa e
precisam, em seu processo de
sintonização conosco, ‘diminuir’ essa frequência vibratória afim de conseguir nos utilizar como instrumentos. É dito, que Jesus demorou dois mil anos para densificar seu espírito para poder se manifestar de forma corpórea, façam uma análise disto.
Esses médiuns, acabam por criar esse afastamento e por se tornar alvo fácil para espíritos mistificadores e zombeteiros.
Então se instala um processo de obsessão espiritual.
Se ficar só nisso tá bom, o
problema é que geralmente se
agrava, gerando uma fascinação ou uma subjugação.
Vamos pegar o auxílio do Livro
dos Médiuns, codificado por
Allan Kardec, para entender
melhor isso:

4. Os médiuns que fazem mau
uso de suas faculdades, que nãose servem dela para o bem ouque não tiram proveito delas
para sua instrução sofrerão as
consequências disso?

“Se as usam mal, serão
duplamente punidos, porque lhes é dado um meio a mais para se esclarecerem e não o utilizam convenientemente. Aquele que vê claramente e tropeça é mais censurável do que o cego que cai no fosso.”

6. Uma vez que as qualidades
morais do médium afastam os
Espíritos imperfeitos, como é
que um médium dotado de boas qualidades transmite respostas falsas ou grosseiras?

“Conheceis todos os recantos de sua alma?
Aliás, sem ser vicioso, pode ser leviano e fútil;
além disso, algumas vezes ele
tem necessidade de uma lição, a fim de que se mantenha alerta.”

7. Por que os Espíritos
superiores permitem que
pessoas dotadas de um grande
poder, como os médiuns, e que
poderiam fazer muito de bom,
sejam instrumentos do erro?

“Os Espíritos superiores
esforçam-se para influenciá-las; mas, quando se deixam arrastar para um mau caminho, eles as deixam ir. É por isso que se servem delas com cautela, pois a verdade não pode ser interpretada pela mentira.”

Para melhor compreensão
recomendo a leitura do capítulo
20, segunda parte, do Livro dos
Médiuns.

Então é hora de acordar, ver que
a reforma é importantíssima. Se queremos ser lar de bons
sentimentos, devemos expulsar
os maus de dentro de nós.
Trazendo um pouco de bom-
senso a questão, olhar com
muito cuidado para os nossos
vícios, nos momentos em que
estamos no topo é o momento
exato para a nossa maior queda.
Ser médium não nos transforma em melhor do que os nossos irmãos. A mediunidade é uma ferramenta neutra, e assim pode ser usada para o lado bom ou
ruim, cabe a nós escolhermos o que queremos. E lembrar
sempre, “o plantio é opcional,
mas a colheita é obrigatória.”

Esse texto é uma reedição
atualizada do texto originalmente
publicado no blog:
Perdido em Pensamentos.

Autor: Douglas Rainho

Fonte: http:// conversaentreadeptus.com/

Aranauam

Que Lugar Frequentar?

1. Introdução

Há alguns anos freqüentando reuniões e palestras de cunho espiritualistas, conversando com pessoas necessitadas de auxílio e compartilhando experiências com amigos, percebo um problema comum a muitas pessoas:elas têm medo de freqüentar uma casa espírita, templo de Umbanda ou qualquer tipo de local religioso.

Nosso artigo, escrito com a humildade de quem vive em constante busca de conhecimento, tenta ajudar as pessoas com dificuldades ou medo de escolher o local para freqüentar.

Não podemos indicar O CAMINHO, porque cada um possui um temperamento, necessidade e graduação espiritual diferente, ligando-se ao local que satisfaça suas necessidades e o ajude a encontrar paz.

Considero esse artigo um agrupamento de dicas e cuidados que ajudarão muitos a criar coragem e buscar um local para ajudá-los na difícil caminhada rumo à iluminação interior. Servirá também para evitar as frustrações e abandonos, pois buscamos informar sobre os benefícios e cuidados que devem ser tomados.

2. Motivação para Buscar um “Lugar”

Existem os mais variados motivos que levam uma pessoa a buscar um local de estudo, palestra ou tratamento espiritual.

Vamos citar aqui os mais conhecidos:

Doenças incuráveis ou que se acumulam, não deixando o doente ter paz
Obsessão, Possessão
Desvios de conduta e de comportamento;
Enfraquecimento Extremo, Prostração; ou
Perda do Controle.
Curiosidade
Sensação de abandono
Mediunidade descontrolada
Visão de Vultos ou espíritos;
Barulhos “estranhos”;
Sensação de estar sendo perseguido;
Fenômenos de Projeção Astral (Experiências fora do Corpo);ou
Psicofonia (Incorporação) inconsciente e sem o controle do médium.
Vamos analisar cada um dos itens citados e comentar sobre suas características.

2.1 Os Doentes

As doenças levam muitas pessoas a casas espíritas ou templos de Umbanda.

No auge do desespero, depois de ter freqüentado incontáveis consultórios, tomado quantidades abusivas de remédios e já sem esperança, o doente faz “qualquer coisa” para se ver livre dos males que o afligem, mesmo que isso custe o seu orgulho.

Já presenciei muitos pais ou mães que deixaram o ceticismo religioso de lado e buscaram em uma casa espírita o lenitivo para o sofrimento do seu filho.

Outro tipo de doente que acaba fazendo tratamento espiritual é aquele que cada hora tem uma doença, não conseguindo suportar as diferentes crises que o perseguem.

Como diria qualquer palestrante espírita, “Uns vem por amor e outros pela dor!”. A grande maioria se enquadra no segundo grupo, buscando no auxilio espiritual a cura para suas mazelas.

Vamos falar sobre os benefícios do tratamento espiritual para os doentes, contudo, citaremos aqui os principais cuidados que os irmãos devem ter ao procurar uma casa de auxílio espiritual para curar suas doenças.

Casas Espíritas ou Templos de Umbanda NÃO COBRAM por serviços de cura. Alguns tipos de trabalho solicitam ajuda com materiais utilizados durante o atendimento somente para sobrevivência do trabalho assistencial e não visando o lucro. Tenha em mente que cobrar para atender e solicitar ajuda para manter são duas coisas bem diferentes.
Não existem regalias nesses locais, ou seja, rico ou pobre tem que entrar na mesma fila. Se em um local existem preferências para atendimento, desconfie. Somente casos de extrema urgência fogem a essa regra.
Não há necessidade de morte de animais ou OFERENDAS para realizar uma cura. Já estamos em uma idade espiritual onde é inaceitável imaginar que Deus ou Espíritos de Luz precisem de objetos materiais para serem felizes ou para nos ajudarem.
Sempre fique atento às atitudes dos médiuns de uma casa, sua postura, o teor de suas conversas, sua higiene, etc.
2.2 Obsediados

Os obsediados, ou seja, aqueles que estão sendo vítimas de obsessão, têm extrema dificuldade de freqüentar uma casa e, principalmente, de manter a freqüência regular.

Lembremos que o obsediado é aquele que deixou “brechas” para a aproximação de espíritos de baixo padrão vibratório ou vingativos, por isso, ele é o principal responsável pela situação em que se encontra. Não existe injustiça nas leis de afinidade e aproximação. Cada um terá de acordo com suas obras. A sua conduta, os seus pensamentos e suas emoções são obras do seu espírito, não visíveis no plano físico, mas plasmadas no plano astral (emoções) e mental (pensamentos).

O enfraquecimento, a prostração, desvios de comportamento e de conduta, sensações e reações diferentes que o irmão costuma ter, são alguns indicadores da presença de obsessores.

Um sábio preto velho me falou certa vez que, para saber se estamos obsediados, devemos nos conhecer; caso contrário acreditaremos que qualquer coisa de errado, se dá por causa dos obsessores e não é assim que funciona!!!

O maior problema da obsessão é que ela se desenrola aos poucos, de forma suave, muitas vezes sem que o irmão note as influências que recebe. Os irmãos das trevas são hábeis manipuladores e sabem muito bem “como” se aproximar dos espíritos invigilantes.

Em artigo futuro aprofundarei o assunto obsessão, bastando, por hora, essa pequena introdução sobre o assunto.

Podemos concluir que o principal obstáculo encontrado pela vítima de obsessão para freqüentar um centro é a influencia negativa de seu obsessor, que está ligado e, às vezes, até no comando das vontades do obsediado (possessão).

Além das influências negativas, ainda há o dia do “tudo dá errado”, seja no dia da palestra ou tratamento, ou no dia anterior. Eles fazem de tudo para desestimular o paciente, já que sabem que a freqüência do seu “brinquedinho” a um templo vai enfraquecer o seu domínio e acabar com a sua festa.A maior parte dos espíritos obsessores absorve as energias etéricas dos obsediados, a isso chamamos de vamprirização.

Diante disso, a pergunta óbvia que surge é Por que os espíritos de Luz não protegem o paciente??

A resposta é bem simples: eles protegem e inspiram sempre, contudo, sua influência é mais sutil e, o principal, eles não podem ser responsáveis sozinhos pela melhora do paciente, porque sabem que se fizerem isso, daqui a dois meses o paciente voltará com um novo grupo de obsessores.

É mais importante para o Pai que o filho se transforme aos poucos, fortalecendo seu interior, do que ele pare de sofrer de imediato. A dor é o agulhão que rompe com as tendências inferiores dos espíritos, os quais teimam em manter sua atitude mental e emocional doentia.

É necessário que o paciente mostre força de vontade, empenho, superação. Assim, além de se melhorar, ele arrastará seus perseguidores para a luz da verdade. Somente afastar os obsessores não adiantará, e, além disso, precisamos amá-los, porque eles, acima de tudo, são espíritos que sofrem pelo próprio erro e desespero.

Quando os obsediados vão ao centro, muitos dos seus obessores (os que se encontram mais abertos às idéias renovadoras) freqüentam também as reuniões de estudo, recebendo inspirações de mudança, perdão e amor ao próximo.

Bem, falaremos mais tarde sobre os benefícios que os obsessores e os obsediados recebem quando freqüentam um local adequado. Citemos agora os principais cuidados que devem ser tomados ao se procurar um tratamento:

Casas Espíritas ou Templos de Umbanda NÃO COBRAM para realizar desobsessão. Alguns tipos de trabalho solicitam ajuda para sobrevivência do trabalho assistencial e não para lucro. Lembre-se que cobrar para atender e solicitar ajuda para manter são duas coisas bem diferentes.
Não existem regalias nesses locais, ou seja, rico ou pobre tem que entrar na mesma fila. Se em um local existem preferências para atendimento, desconfie. Somente os casos de extrema urgência fogem a essa regra.
Não há necessidade de morte de animais ou OFERENDAS para espantar espíritos obsessores. Esse tipo de “tratamento” cria vínculos e dificulta ainda mais o afastamento das entidades obsessoras. Os espíritos que atuam nesse tipo de “desobsessão” afastam o obsessor a força e “cobram” por isso, ou seja, quando o paciente parar de “pagar”,o obsessor é solto. Se o paciente não realizou uma “reforma” interior enquanto o obsessor estava afastado (isso não acontece na maioria das vezes, porque o obsediado só queria se livrar do problema), então o problema volta, com mais intensidade e agressividade.
Sempre fique atento às atitudes dos médiuns de uma casa, sua postura, o teor de suas conversas, sua higiene, etc.
Existem casas que realizam as sessões de desobsessão na presença do paciente. Se você é uma pessoa facilmente impressionável peça para não participar.Se isso não for possível, procure uma casa que faça o tratamento sem que você esteja presente. A intransigência do dirigente do trabalho nesses casos pode levar o paciente a abandonar o tratamento e não freqüentar lugar nenhum.
A mensagem dos médiuns para com pacientes obsediados deve ser sempre a mesma: Amor e Compreensão para com os que te perseguem e Fé e Resignação, acreditando que eles não podem te fazer mal se você não permitir. Se os médiuns tiverem uma postura diferente dessa, desconfie.
2.3 Abandonado(a)

O abandonado(a) é um caso sério, com grandes chances de conhecer o lado dos charlatões e aproveitadores dos dons espirituais.

Chamamos de abandonado o homem ou mulher que está desesperado com o companheiro ou a companheira que o deixou ou que está às vésperas de fazê-lo.

No seu desespero incontrolável essas pessoas buscam em um centro respostas imediatas para as suas principais dúvidas:

Ele(a) me ama?
Vale a pena sofrer por ele(a)?
Eu serei feliz com ele(a)?
Ele(a)me amará novamente?
Muitas vezes, até conseguimos levar pessoas nessas condiçõespara ouvir palestras e receber tratamentos de socorro. Contudo, por estarem descontrolados, a ajuda não surte efeito quase nenhum. Elas saem da reunião acreditando que não adiantou nada e que as respostas necessárias não foram dadas.

O pior disso é que, muitas vezes, a tônica da reunião é sobre o que a pessoa busca, mas por não falar especificamente do seu caso, ela não consegue “captar” a mensagem.

Então, pode acontecer da pessoa sofrer e se recuperar aos poucos, aceitando a situação ou, desesperar-se ainda mais e procurar cartomantes, jogadores de búzios, enganadores que dizem trazer a pessoa amada em três dias, etc.

Nesses casos, além de abandonada a pessoa será explorada e, ainda, poderá ficar obsediada (exploramos esse assunto no artigo “O que é se Espiritualizar?”).

O pior caso é daqueles que buscam o “trabalho” ou feitiço para prejudicar ou trazer a pessoa amada de volta. O irmão ou irmã que comete esse erro contrai dividas de grande extensão para com a justiça divina e já começa a pagá-las aqui nesse plano, tornando-se joguete dos espíritos que realizam a sua vontade. Por terem feito-lhe um favor, os espíritos menos esclarecidos se acham no direito de fazer o que quiser com seus novos “amigos”. TOME MUITO CUIDADO!!!

O sofrimento é inevitável quando se acaba um relacionamento, principalmente para quem ama. A freqüência a um lugar sério poderá despertar o espírito para um novo rumo na sua vida. O mais importante é passar a mensagem de que nada é por acaso e que Deus está sempre nos impulsionando para o melhor, mesmo que não concordemos com isso.

2.4 O Médium Descontrolado

O médium é aquele que tem sua sensibilidade “potencializada” pela espiritualidade para servir de instrumento de auxílio e divulgação das verdades Espirituais.

Existe uma grande dificuldade por causa dessa hipersensibilização. O médium tem uma sensibilidade do mundo espiritual que não está de acordo com a sua graduação espiritual; chamamos esse tipo de mediunidade de prova. É um dom, requerido por esse espírito antes de reencarnar para acelerar seu processo evolutivo e ajudá-lo com as “dívidas” contraídas pelos erros no pretérito.

Do outro lado, temos a mediunidade natural, na qual o espírito mantém contato natural com o mundo espiritual. Os grandes mestres que perfumaram nosso conhecimento durante toda a história são exemplos de médiuns naturais.

O médium descontrolado é, com toda certeza, o MAIS DIFÍCIL de se convencer a ir a um centro. Vamos citar aqui os principais motivos que os inibem:

Ele não tem medo dos “troços” (termo usado para identificar os diferentes tipos de sensações que cada médium tem, dependendo da sensibilidade de cada um), ELE TEM PAVOR!! Só de imaginar que as sensações que ele tem em sua intimidade podem acontecer ali, em um centro, sem controle,fazem-no evitar a qualquer custo a visita.
Todo médium sem estudo acredita que, ao freqüentar um centro ou templo, vá perder o controle sobre si ou que tudo aquilo que ele sente vai piorar.Ele imagina que a sua sensibilidade do mundo espiritual se tornará incontrolável e, o principal, que os fenômenos que o atormentam (principalmente durante a noite, antes ou durante o sono) continuarão.
Ele tem medo de ser explorado ou mistificado e acabar se prejudicando.
Ele teme a famosa frase “Você tem que trabalhar sua mediunidade!!!” que muitos irmãos falam para os que sofrem com sua mediunidade descontrolada.
Não estamos falando especificamente sobre mediunidade nesse artigo, contudo, vale a pena tratar um pouco sobre as questões levantadas acima.

Diferente do que muitos médiuns imaginam, a freqüência a um centro espírita faz com que todos os fenômenos que ele sente se acalmem, ou seja, ao freqüentar um centro ele entra em um processo de “controle” da sua mediunidade. Esse controle necessitará de tempo e esforço próprio, mas um dia acontecerá.

O mais engraçado é que, muitas vezes, os fenômenos que o atormentavam cessam e ele passa a entrar em contato com a espiritualidade de forma mais sutil e, o mais importante, o sono e o trabalho não são prejudicados, porque os fenômenos passam a ser controlados. Podemos facilmente entender essa questão…

Os médiuns que se negam a freqüentar uma casa ficam a mercê do contato espiritual das entidades de baixo padrão vibratório, que entram em “delírio”, porque o médium é uma janela para o mundo espiritual. Assim ,fenômenos como a vampirização, mistificação, influência, ficam mais fácil de serem realizados com médiuns. Por isso é que muitas vezes as “coisas” que os médiuns sentem enquanto se recusam a freqüentar um centro são diferentes da que passam a sentir quando começam a freqüentar um centro. Os espíritos de luz realizam contato de forma mais sutil e menos agressiva.

Existem outras coisas a falar sobre os dois últimos parágrafos, contudo, abordaremos esse assunto nos artigos sobre mediunidade, para não fugir ao objetivo principal desse artigo.

Com o tempo, o médium que freqüenta o centro começa a suavizar o impacto da sua mediunidade, e, no aprimoramento mediúnico, ele transforma a mediunidade torturante em faculdade de ajuda para os irmãos menos esclarecidos e também para si próprio.

Devemos tomar cuidado com a frase “Você tem que trabalhar!”. A pessoa já vai com medo, traumatizada pelo contato espiritual que somente a faz sofrer e falamos para ele que tem que trabalhar???!!! É para qualquer um sair correndo!!! Tenho um conhecido que ia começar um tratamento e abandonou tudo porque já chegaram falando isso para ele.

É importante para o médium freqüentar um lugar que refaça suas energias e que ele possa estudar, aprender e se harmonizar. Trabalhar em favor do próximo e aprimorar a faculdade que ele pediu para ajudar o próximo deve ser escolha dele. Ele tem que ser responsável pelo uso bom ou ruim, ou até pelo não uso dos benefícios que solicitou para compartilhar com o mundo.

Seguem os cuidados que devem ser tomados pelo médium ao buscar ajuda:

Não busque ajuda de pessoas que cobram. Todos que vão freqüentar um centro passam por um tratamento inicial e depois desse tratamento podem ou não ingressar no APRIMORAMENTO mediúnico. NINGUÉM É OBRIGADO A FREQUENTAR APRIMORAMENTO MEDIÚNICO!!! Desconfie de centros onde você não passa por tratamento e estudo para fazer parte do corpo mediúnico.
Não se sinta obrigado a trabalhar. Não se sinta pressionado. Esse pensamento é mais das “pessoas” do que dos espíritos e mentores responsáveis pelo trabalho. Sua postura deve ser de harmonizar-se primeiro e depois resolver se realmente quer ajudar o próximo. Essa escolha deve ser sua. É claro que é importante o médium trabalhar, mas não se pode obrigar ninguém a nada. Acredito que mais vale um médium que vai à casa espírita, estuda e se aprimora do que aquele que trabalha durante um tempo e não consegue dar continuidade, abandonando tudo.
Não freqüente casas onde há morte de animais. A Umbanda trabalha com as energias da Natureza e não existe mais necessidade de se sacrificar animais para realizar nenhum trabalho. Os pretos-velhos e caboclos são exímios conhecedores das energias da natureza. Eles conseguem limpar ambientes, realizar curas e dar passes somente com as energias das plantas e ervas.
Cuidado com lugares onde se endeusa o mentor. Mentores são irmãos que nos guiam e estão um pouco a nossa frente,contudo, você é responsável por seus atos. Passe sempre pelo crivo da razão os conhecimentos e instruções de qualquer espírito. Lembre-se que você será responsável pelos seus atos.
Sempre preste atenção na postura e conduta dos médiuns da casa.
Não busque encontrar o lugar ideal, apenas pense na busca por um bom local para freqüentar e depois, quem sabe, trabalhar. É como um caminho: uns o encontram antes e, outros, depois; mas não se preocupe com isso, aproveite o caminho, ele é cheio de belezas.
Antes de encarnar o médium escolhe uma tarefa de auxílio, essa tarefa é o seu objetivo. Tenha sempre em mente que o caminho que teu coração traça para ti é o mais importante, sendo a casa o local escolhido pelo médium para realizar sua sublime tarefa de renúncia e amor ao próximo.
Um centro não é muito diferente dos grupos que temos na vida. Podem ocorrer desentendimentos, problemas internos. Aprenda a relevar isso e busque sempre o seu objetivo maior que é melhorar o seu interior e ajudar aqueles que necessitam de ti…
3. Os diferentes tipos de Templos

Enganam-se aqueles que acreditamque somente em determinadas religiões os necessitados são auxiliados ou que o contato com o Pai está diretamente vinculado com a Religião.

O contato, a religação com o Pai depende mais do tipo de vida que o espírito leva do que do lugar que freqüenta. Lembremos sempre do aviso do Mestre, que nos ensinava a construir nosso castelo sob o chão firme, para que ele não desmorone.

A ligação com o Pai não pode ser construída sob uma casa de pedras, madeiras e tinta. É no terreno fértil do coração, voltado para os bons sentimentos, que se ergue o verdadeiro templo da Fé.

Falanges de espíritos atuam em todos os tipos de religiões, ajudando em qualquer pátria, não distinguindo raça ou sexo e fazendo sempre o possível para impulsionar os irmãos encarnados a se libertarem mais rápido das paixões e vícios que o prendem aos ciclos reencarnatórios de sofrimento e dor.

Mesmo nas religiões que não acreditam em espíritos ou na vida após a morte, ali estão os espíritos. Se a obra for para o bem, para elevação das qualidades morais da alma, então lá se encontrarão os benfeitores, distribuindo a luz do nosso Senhor Jesus Cristo para todos os necessitados.

Contudo, nos lugares onde não se encontra elevação moral dos dirigentes, a indiferença pelo próximo é notória e não se trabalha na reeducação das qualidades espirituais dos freqüentadores.

Nesses lugares, não se pode esperar a freqüência dos espíritos iluminados e sim daqueles que se afinizam com este tipo de baixa vibração.

Por isso, não se preocupe com o nome da bandeira que você deseja abraçar, foque sua análise para o conteúdo, para o padrão vibratório dos freqüentadores.

Sobre esse tema retiramos um trecho interessante do livro “Entre o Céu e a Terra”, de Francisco Candido Xavier, ditado pelo espírito André Luiz:

“- Quanto a mim, coopero com minha neta nos serviços que lhe foram conferidos aqui, entretanto, a minha tarefa pessoal mais importante se verifica num templo católico, a que me vinculei profundamente, quando de minha última reencarnação”

– Aliás – ponderou o Ministro, sensato o auxílio divino é como o Sol, irradiando-se para todos. As instituições e as almas que se voltam para o Pai Celestial recebem o suprimento de recursos de que necessitam, segundo as possibilidades de recepção que demonstrem.

Interessado, porém, nos apontamentos que surgiam, cada vez mais valiosos, Hilário indagou:

– Em que base se formará o processo de auxílio nas igrejas? Com o impedimento de nossa comunicação direta, como será possível cooperar em favor dos nossos irmãos católicos romanos?

– Muito simplesmente – esclareceu Mariana, prestimosa -, o culto da oração é o meio mais seguro para a nossa influência. A mente que se coloca em prece estabelece um fio de intercâmbio natural conosco…

– Mas não de maneira ostensiva – alegou o nosso companheiro, estudioso.

– Pelo pensamento – explicou a interlocutora, respeitável. – A intuição beneficia em toda parte, e, quanto mais alto é o teor de qualidades nobres na criatura, mais ampla é a zona lúcida de que se serve para registrar o socorro espiritual. O culto público, indiscutivelmente, qual vem sendo levado a efeito, nos tempos modernos, não favorece o contacto das forças superiores com a mente popular. Os interesses rasteiros, conduzidos à igreja, constituem sólido entrave contra o auxílio celeste. E a preocupação de riqueza e pompa, quase sempre mantida pelo sacerdócio nos ofícios, inutiliza por vezes os nossos melhores esforços, porque, enquanto a atenção da alma se prende a exterioridades, as forças contrárias ao bem e à luz encontram facilidades positivas para a cultura do fanatismo e da discórdia. Ainda assim, superando tais obstáculos, é sempre possível algo fazer em benefício do próximo.

– Durante a missa, por exemplo prosseguiu Hilário, observador -, é viável o seu trabalho de cooperação?

Mariana fixou uma expressão facial de bom humor e aduziu:

– Somos grandes falanges de aprendizes da fraternidade em ação. Por mais desagradáveis se nos mostrem os quadros de luta, a nossa obrigação é servir.

– E o tipo de assistência? é de renovação espiritual ou de mero socorro aos crentes encarnados?

– Ah! – comentou Mariana, sincera – o trabalho é complexo e divide-se em múltiplos setores. Não está limitado à esfera da experiência física.
Inumeráveis são as almas que, desligadas do corpo, recorrem aos altares, implorando esclarecimento… Outras, depois da morte, confiam-se a desequilibradas emoções, invocando a proteção dos Espíritos santificados… É preciso corrigir aqui e ajudar além… Agora, devemos injetar um pensamento reconstrutivo nessa ou naquela mente extraviada, depois, é imprescindível harmonizar circunstâncias, em favor desse ou daquele necessitado… A maioria das pessoas aceita a religião, mas não se preocupa em praticá-la. Daí nasce o terrível aumento das aflições e dos enigmas.”

4. Egrégora

A egrégora de um templo é a atmosfera que a envolve. Essa atmosfera fica impregnada do sentimento, pensamentos e emoções dos freqüentadores, tanto encarnados quanto desencarnados, já que a egrégora não se limita somente ao plano físico.

Se estivermos em um templo religioso onde as pessoas se dedicam a melhorar seus pensamentos, realizam orações, entregam seus corações a devoção, etc, é fácil imaginar o que impregna essa “atmosfera” que envolve o templo. Esses lugares têm uma egrégora positiva que beneficia a todos que ali freqüentam. É a famosa sensação do “… me sinto bem nesse lugar…”.

Por outro lado, em bares, boates ou prostíbulos, onde muitos se entregam à sensualidade, ao vício ou à violência, encontramos uma atmosfera impregnada de energias negativas. A maior parte dos médiuns “sente” a diferença quando entra em lugares deste tipo, sendo para muitos insuportável a permanência neles por muito tempo.

5. Benefícios Alcançados

Os benefícios alcançados por aqueles que vencem a inércia e se dedicam a freqüentar um templo religioso ou de meditação são imensos e facilmente notados.

Vale lembrar que os benefícios ou curas não aparecem da noite para o dia, é um misto do esforço próprio e ajuda que recebe do local que decidiu freqüentar.

Todo templo religioso ou de meditação, onde o objetivo é o crescimento espiritual dos participantes, é envolvido por uma egrégora, que protege, ampara e auxilia os freqüentadores da casa.

Os templos dedicados ao amor e à fraternidade são protegidos por sua egrégora e pelos responsáveis espirituais da casa. Sempre temos espíritos ligados ao trabalho de um templo, independentemente da religião.

Um dos principais benefícios sentidos por aqueles que adentram na casa é o desligamento temporário dos obsessores, que muitas vezes são “barrados” na entrada do templo (principalmente nas casas espíritas e templos de umbanda).

Esse é um dos principais motivos para eles de tudo fazerem para que você não vá ao templo religioso. Embora a casa de amor e caridade proteja o seu freqüentador, ela não impede a influencia mental à distância, que ocorre nos casos de obsessão complexa.

Nesses casos, é necessário um tratamento, para que aos poucos o obsediado se desligue de seu obsessor.

Nos templos há também falanges de espíritos que se dedicam ao auxílio magnético; por isso, durante a reunião, palestra ou missa o freqüentador é envolvido em fluidos, absorvidos de acordo com a receptividade do beneficiado. Os espíritos amigos também inspiram idéias e conselhos que buscam ajudar os freqüentadores.

Quando estamos vinculados a uma casa, também recebemos a visita e fazemos parte da corrente de auxílio dos trabalhadores espirituais, que tudo fazem para nos ajudar na conquista dos bens espirituais.

É muito importante que cada um faça a sua parte, modificando sua conduta e seus sentimentos, para que o auxílio surta efeito.

Somente em solo fértil a ajuda espiritual pode vingar.

6. A Cura

Muitos buscam as casas espíritas para se curar de doenças.

É muito importante entender que nem todas as doenças podem ser curadas. Os espíritos estão mais interessados na sua cura espiritual.

Por isso, não perca a esperança somente porque suas doenças não foram curadas. Muitas vezes elas são a porta de entrada para o seu crescimento espiritual.

Algumas doenças são expurgos de erros aterradores que cometemos no passado, por isso, a grande maioria de nós solicita o ingresso na carne com restrições físicas, para que assim possamos nos sentir redimidos perante a justiça divina. Nesses casos, os espíritos não podem nos curar, somente amenizar as dores.

O próprio Dr. Fritz (espírito que realizou um trabalho extenso de cura espiritual no Brasil) em entrevista dada no livro “Dr. Fritz, O Médico e sua Missão” fala o seguinte:

” 52 – Com respeito à cura do paciente, ele pode ser curado no primeiro atendimento ou ela pode demorar a ocorrer?

R. As condições espirituais do paciente e seu merecimento são os parâmetros que possibilitam a ocorrência da cura. Assim, a cura depende do término do “pagamento” dos débitos existentes junto a “contabilidade” Divina, dos carmas e da regressão da enfermidade. O paciente poderá ser curado na hora ou receber o tratamento e a enfermidade ir regredindo. Toda doença apresenta o processo evolutivo e o regressivo.”

Trataremos mais desse assunto em um artigo futuro sobre Karma.

Acredito que devemos buscar no templo religioso a força para carregar a nossa cruz.

7. O Caminho

O caminho na busca de um local para freqüentar é um tópico importante, já que muitos desistem por que não se adaptam ao local que escolheram.

Às vezes, é necessário que o médium ou paciente passe por vários lugares para chegar ao local com o qual se afinizará. É o caminho, que muitas vezes o prepara para o lugar onde ele ficará uma boa parte da sua vida.

Não existe regra, mas temos que acreditar no quanto é importante freqüentar algum grupo, seja de prece, de meditação, de estudo, centros espíritas ou templos de umbanda.

As pessoas que se sentem sozinhas encontram nos grupos companhia para conversar e para se distrair. É comum grupos de Ioga realizarem eventos ou passeios, o mesmo acontece em outros tipos de congregações, que realizam atividades extras para integração dos participantes, realizando diversões saudáveis e harmoniosas.

Se não conseguir se adaptar, mude de lugar. Hoje existe uma quantidade imensa de grupos, cada um com sua característica própria.

Não desista, o grupo é o local onde você receberá auxílio dos espíritos amigos e ainda a palavra confortadora daqueles que compartilham com você os ideais de fé e paz.

 

por Gustavo Martins

 

Fonte: http://www.grupopas.com.br/

 

Aranauam

O que é a felicidade?

Se perguntarmos para as pessoas o que realmente significa a palavra felicidade, elas darão respostas diferentes, pois o conceito é muito variável.
Para um faminto ele dirá que é a comida! Para uma pessoa no deserto seria a água. Para uma pessoa da cidade talvez seja a correria, atrás das contas a pagar… Se conseguir, ficará feliz…
Para o doente seria a saúde. Para o mendigo seria o dinheiro. E para o
velho, ser jovem!
A felicidade muda de estado e de lugar. Por exemplo: por que as pessoas se casam?
Para serem felizes e formarem uma família. E ao contrário de outros que querem descasar e ficar livres da família…
E hoje do jeito que as coisas estão, o patrão prefere ser empregado, ao contrário do empregado que sempre
quer ser patrão! E outros diante dos problemas diários dirão, preocupados:
“Ai que vontade de ser anônimo!”
A felicidade está onde nós a
colocamos e segundo Fénelon, sem mescla ela não existe!
Vocês sabem quem foi Fénelon? É o nosso François de Salignac de La
Mothe, sacerdote católico que viveu no tempo da Inquisição (1651-1715).
Escreveu, como Espírito, a pergunta 917 sobre o egoísmo no Livro dos Espíritos e muitos outros temas no ESE (Evangelho segundo o Espiritismo). Foi ele que, quando encarnado, escreveu “Da Educação
das Meninas” — para serem Mães e Donas de Casa! Vejam como os tempos mudaram…
O livro fora solicitado pela duquesa de Beauville para orientá-la na educação
de suas filhas. E devido ao sucesso tornou-se obra pedagógica de toda
aristocracia francesa.
Em verdade a felicidade plena não existe porque o nosso Planeta ainda está na fase de provas e expiações
onde existem o Mal e o Bem. O mal prevalece sobre o Bem, mesmo JESUS
tendo estado entre nós, há dois mil anos… Quando o Orbe Terrestre for de
regeneração, mudará o conceito!
E por que ainda existe o Mal entre nós?
Primeiro, porque a nossa MORAL anda em baixa.
E segundo, por causa de nossos vícios e imperfeições.
Existem dois tipos de vícios: os
físicos e os da alma, que são os morais. Os vícios da comida, gula, bebidas e desvio sexual, cabem na palma da mão e podem ser controlados pelo ser humano.
Já os morais, não cabem nem nas mãos e também nos pés…
Vejam quantos: orgulho, egoísmo, vaidade, avareza, desejos de vingança, complexos de culpa e
remorso, raiva, ódio, ciúmes,
ressentimentos, tensão, irritação e outros modernos como estresse e depressão.
Os Vícios Morais, principalmente, não nos deixam ser felizes. Geram
gastrites, insônias e o não dormir bem à noite com pesadelos…
Nós temos de corrigir as doenças morais, pois só assim seremos felizes.
Cuidem de vossos Espíritos, portanto!
Felicidade apoiada em coisas
materiais é curta. Vejam o exemplo do homem que compra um carrinho velho, para encurtar as distâncias da
vida. E ele vai ao Banco emprestar o
dinheiro… Sem dúvida que a distancia ficará mais curta, mas a conta ficará
mais alta. E acabará tendo de
devolver o veículo…
A felicidade está naquilo que o
Planeta permite. Ao invés de procurar a PAZ no coração, nós procuramos as coisas que nos perturbam…
JESUS, foi quem nos mostrou a
verdadeira felicidade. ELE nos disse:
Bem-aventurados os Puros de
Coração, pois eles serão os seres mais felizes do Universo.
Amigos! Vejam DEUS dentro de
vossos corações e sejam felizes!
E encarem as virtudes como coisas sérias… Quais seriam as mais virtuosas? Caridade e Humildade, sem dúvida. A tolerância já é mais difícil de ser realizada. Todos nós
chegaremos à perfeição, mas em nossas casas há uma escala de intolerância muito grande…
Outra bela virtude: o perdão!
Imaginem alguém guardando mágoa por 20 anos!… É o mesmo que beber veneno todo dia.
Quando se sai de casa o que antes se faz? Olhamos no espelho para ver se
estamos penteados e arrumados! Pois bem, façam isso com DEUS no coração!
Ciúme e inveja segundo Fénelon? Por que o ciúme não nos deixa ser felizes? Por causa da insatisfação…
E a inveja? Devido ao carrão do outro, a inteligência do outro, o título do outro…
As dores também não deixam a gente ser feliz. A dor física se resolve, mas a dor moral não!
Tristeza? JESUS é o remédio para as nossas tristezas. E lembrem-se: a causa não está fora de nós. Temos de a procurar na sua origem. E ela
sempre estará dentro de nós…
E nós, pais, queremos o melhor para os nossos filhos. E o que é o melhor?
Ensinem-os  a amarem a DEUS!
Enfrentar o sofrimento com compaixão será melhor que revolta. E os obesos? Alimentação errada à
base de churrasco com cerveja! E também excesso de carboidratos sem exercícios físicos…
E aquela história de que os parentes não gostam de nós? Ora, sejamos mais sociáveis! O segredo é ser social e amigo dos outros. A simplicidade é a grande arma da vida…
Chico Xavier já ensinou isto!
E como assevera Joanna de Angelis pela psicografia de Divaldo Franco:
“O homem solidário jamais será solitário!”

Palestra proferida por Elcio, de
Muzambinho.

Nivaldo Sernaglia

Fonte: http:// jornaldemocrata.com.br

Aranauam

Seja Luz

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Tendo em vista as inúmeras publicações, principalmente nas redes sociais, sobre violência, intolerância e outros assuntos afins eu me senti compelido a falar sobre o assunto.
Raciocinem comigo, qual a lógica ou beneficio em propagar fotos e textos violentos?
Voces me dirão que devemos alertar e conscientizar nossos amigos quanto a certos assuntos.
Particularmente acho que devemos denunciar aos órgãos competentes e, em ultimo caso, se houver necessidade compartilhar de forma privada.
Podemos e devemos compartilhar e praticar boas ações, divulgar e promover o bem, a caridade.
Propagando o bem você estará contribuindo com a sociedade através de exemplos positivos, emanando bons fluidos e ao mesmo tempo estará ajudando a si mesmo, pois estará se fortalecendo com a energias positivas, afinal espalhando o bem você também estará fazendo caridade.
Pratique o bem, divulgue o bem e seja luz em meio a escuridão.

Wanderley Donaire Maganha

Aranauam

Cura Real

Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta.
A cura real somente acontece do interior para o exterior …..

Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.

Não querem mudar de vida.

Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.

Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.

Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.

Toda cura é sempre uma autocura e o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro.

Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição.
Quando nos decidiremos?

Por José Carlos De Lucca do Livro: O Médico Jesus

Fonte: https://bemviverapometria.wordpress.com

 

Aranauam

O Verdadeiro Inimigo

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Afinal quem são nossos inimigos?

Seria aquela pessoa que nos tira do eixo com seus atos hostis?

Aquele que tenta a todo custo o sucesso não importando os meios?

Seriam os ofensores e os agressores nossos inimigos?

Não meus amigos, esses são apenas seres humanos falhos como nós mesmos que estão em busca da evolução mas que estão em graus evolutivos diferentes. Mesmo os espíritos obsessores não merecem a alcunha de inimigos, pois são apenas irmãos caídos e necessitados em busca de paz.

O inimigo somos nós que fraquejamos frente as provações e nos deixamos levar pelas emoções.

Somos nós que perdemos o controle e praguejamos a cada dificuldade que encontramos.

Devemos agradecer por aqueles que nos poem a prova, pois estão contribuindo para que nos tornemos seres humanos mais experientes e espíritos mais evoluídos.

São as dificuldades impostas pela vida e por nossos irmãos espirituais que enobrecem ou enfraquecem nosso espirito.

Nas dificuldades temos apenas duas alternativas, trazermos a tona o melhor ou o pior de nós mesmos.

Então pare de reclamar e assuma sua parcela de culpa. Julgue e condene a si mesmo, aprenda com seus erros e cresça espiritualmente. Quando você muda tudo ao seu redor muda, experimente, garanto que não vai se arrepender.

 

Wanderley Donaire Maganha

Aranauam

Cordões de ligação

Durante as nossas vidas, vamos criando ligações com as pessoas com quem interagimos, em momentos breves ou em relacionamentos duradouros. Independente do tempo de duração, é a intensidade das emoções nessas relações é que contam, muitas vezes um breve encontro de 1 minuto na via pública pode mudar as nossas vidas, enquanto que um relacionamento de 15 anos pode não conter traços emocionais intensos.
Por isso a importância de observarmos as emoções e palavras que trocamos nessas relações cotidianas.
Quando há um rompimento dessas relações, é imperativo que seja saudável, natural, sem mágoas, ódio, enfim, que haja compreensão e perdão. Perdão para com a outra pessoa. Perdão consigo mesmo por possíveis erros e falhas nessa relação.Dessa forma, o cordão emocional que poderá permanecer entre ambos, será saudável. E quando um se lembrar do outro, será de emoção boa, saudade gostosa. E não de ódio, que acelera o coração só da lembrança dessa pessoa. Isso gera perda significativa de energia, causando doenças psico-físicas e sociais.

Abaixo o trecho do livro Terapias Alternativas de Nelson O. Miranda, página 11.

                                   Cordões de ligação

Com Deus; com nossos Mentores; com as pessoas que nós nos relacionamos no presente ou no passado; com eventos do presente e do passado; com doenças do presente ou do passado; com traumas de toda a ordem; com novos relacionamentos e com os sete chacras principais. Nas ligações harmônicas (saudáveis), os cordões apresentam-se: brilhantes; carregados de energias; coloridos; flexíveis; resistentes, e as energias fluem com normalidade e tranquilamente. Nas ligações desarmônicas os cordões apresentam-se com anomalias: são rígidos; desenergizados e esgotados; finos; quebradiços; com aparelhos; desconectados, vibrando em situações de passado ou presente, a pessoas, coisas materiais ou eventos; enrolados; sujos e com lamas; viscosos, opacos; pegajosos; com ganchos; rasgados e com bolhas; filetados; calibrosos, etc. Encontramos também a presença de obsessores vampiros sugando energias através dos cordões. Um corpo, nível, subnível, personalidade virtual e, até mesmo os chacras, deve estar ligado a outro pelos cordões de forma sequenciada, quando isto não acontece as ligações são ditas incorretas. Para melhor entendimento pode-se citar um exemplo: o Duplo Etérico deve estar ligado ao Corpo Astral e este ao Mental Inferior, Mental Superior, assim como o chacra cardíaco deve estar ligado ao chacra laríngeo e assim sucessivamente. Se tal ligação não ocorrer teremos distúrbios e dificuldades.

Num divórcio complicado ou litigioso, por exemplo, a pessoa que quer desfazer o casamento tenta romper o maior número de cordões, deixando a outra pessoa desorientada e dilacerada, ocasionando dor e destruição nas regiões de ligações desses cordões.

  • Separações

Quando ocorre um divórcio, ou mesmo uma separação e, essa situação fica mal resolvida, os cordões dos chacras umbilical e cardíaco ficam tão dilacerados, que levam anos para que se harmonizem e, até que isso aconteça, durante esse período podem ocorrer enfermidades na área do chacra umbilical (aparelho digestivo), por exemplo, devido a energias negativas vibradas por esses cordões, acompanhadas de preocupação e nervosismo.
Numa convivência longa, digamos de 15 anos, cria-se um cordão extra com a parceira ou com um amante, que se liga ao chacra cardíaco e umbilical do homem e da mulher e quando são separados esses cordões ficam vibrantes para fazer a ligação energética necessária.
Havendo uma troca energética positiva, devida a um apego energético muito grande, durante certo tempo de convivência, no momento em que essa ligação for cortada, que ambos resolveram desfazer essa afetividade amistosamente e se sentem quitados, um com o outro, o cordão se recolhe não havendo problema para ambas as partes. Enquanto essa ligação afetiva não for resolvida amistosamente e ambos se sentirem lesados por estarem longe um do outro, os cordões permanecem vibrando e podem causar problemas. Se esse rompimento não for entendido nós teríamos um fio excessivo que estaria perdendo energia e que não teria conexão com nenhum campo energético. Precisaria se conectar a um campo energético de outra pessoa, mas como ainda não conseguiu, porque ainda está apegado a uma determinada criatura que está longe, esse cordão tenta se ligar com outros chacras.
Quando essa ligação acontece, muitas vezes os chacras cardíaco e umbilical começam a ficar lesados, porque a energia que devia estar sendo trocada com outra pessoa, está circulando, trocando dentro de si mesmo. Outras vezes esse cordão é simplesmente recolhido quando o rompimento findou positivamente, isto vale também para a separação por desencarne de um dos cônjuges.

Para que não ocorram disfunções no organismo, é importante que não existam vincos de mágoa e ressentimentos, de ambas as partes, não só no nível de consciência física, mas também a níveis consciências. É importante que ambas as partes se trabalhem num período mais curto possível, para que esse apego seja harmonizado, sem mágoa ou ressentimento, o perdão tem que fazer parte desse diálogo, através da prece e da meditação.
Sempre levando em consideração que o amor fraternal deve ser o caminho a ser conquistado e seguindo.

Em pessoas que resolveram permanecer só e desenvolver o amor fraterno, normalmente esse cordão encontra-se recolhido. Elas trocam energia com o ambiente, portanto, trocam energia com todas as criaturas encarnadas e desencarnadas, sem a necessidade de estarem ligadas de forma muito
próxima a alguém em especial.

Fonte: http://www.etcaritas.com.br/

Aranauam

Sintomas Indicadores Da Obsessão

O drama da obsessão ocorre quando o ser encarnado se situa num quadro de falta de controle de alguma tendência nefasta, algum vício incontrolável, perturbações mentais com irritabilidade constante, percepção da falta de sono, desencadeamento de situações prejudiciais a vida, como descontroles raivosos que impossibilita um convívio satisfatório com o rol de pessoas do seu meio, desânimo, cansaço, estado depressivo, estado emocional em que não encontra razão para viver, por achar que não têm motivo que o faça esperançoso em ser feliz. – A condição de obsidiado ocorre por haver desentendimento do passado ainda carente de solução. Tivemos muitas vidas e nestas vivências cometemos deslizes que magoaram ou prejudicaram alguém, e que por ainda não nos ter perdoado, no presente quer nos prejudicar por vingança. – Os obsessores tanto agem por conta própria como quando sente necessidade de acelera o processo de vingança, solicita a ajuda de obsessores, espíritos que mesmo não possuindo queixa da vítima assume o papel de executor de missões vingativas a serviço alheio. – Esses obsessores se especializam nas tramas, das mais hábeis artimanhas diabólicas, através da orientação técnica de experimentados veteranos. – São inúmeras as dificuldades para que seja solucionada a questão da obsessão. Esta é uma das questões mais dolorosas e de difícil eliminação. – Para agravar a situação, a humanidade terrícola, por sua vez aumenta assustadoramente as oportunidades para a atuação dos espíritos obsessores, cometendo delitos que favorecem sua aproximação e facilidades para exercerem suas intenções danosas. – No mundo material, a porcentagem maior de alienações mentais, ainda são frutos das forças destrutivas e obsessoras, muitíssimo favorecidas pelo descaso evangélico dos próprios obsidiados. – Afora os casos de alienações provocadas pelos casos naturais das lesões nos cérebros, todas as outras de ordem mental se originam pelo desequilíbrio da própria alma. – Toda criatura que perde o controle sobre algum tipo de atuação, torna-se uma vítima fácil para desencarnados viciosos. – Devemos considerar ainda os casos em que os que se sentem ofendidos ou prejudicados, que estão a espreitar suas vítimas, na ânsia da oportunidade mais apropriada para se vingar dos seus desafetos. – Os mentores e os técnicos espirituais não podem intervir drasticamente num circulo vicioso de mútua obsessão entre os terrícolas, ainda incapazes da humildade e do perdão, e que o reforçam com a vaidade, o orgulho, o ódio, a crueldade da vingança, e pela distância em que se encontram do Evangelho. – É prematura qualquer intervenção forçada no mecanismo da obsessão, sem que haja sido iniciada a reforma íntima e espiritual no mínimo em uma das partes envolvidas. – A retirada do obsessor, de junto de sua vítima, não resolve problemas obscuros, cujas raízes podem estar fixadas há muitos séculos, num passado repleto de ações comprometedoras, razão pela qual se encontram a vivenciar o drama de hoje. – Pouco adianta afastar de maneira abrupta espíritos perseguidores, os impedindo de se aproximarem de suas vítimas, pois esse processo apenas interrompe a ação benfeitora da lei do carma, mas não soluciona a questão; a solução do problema fica em suspenso e, sem a solução definitiva, a “enfermidade” espiritual voltará. – A cura definitiva, requer o desatamento espontâneo das algemas que os prendem há longo tempo, e isso só será possível pela força do perdão e da humildade. – Em todas as comunidades do Além, que se dedicam ás tarefas benfeitoras de cura e tratamento desobsessivo, só se emprega uma “técnica espiritual”: o despertamento incondicional do Amor! – Os mentores espirituais de alta experimentação sideral acham que só existe uma solução lógica e sensata para esse acontecimento confrangedor: converter simultaneamente o obsessor e sua vítima, aos postulados amorosos do Cristo. – O que sofre pelo drama da obsessão, situação que correspondem á uma grande quantidade de casos, fica o esclarecimento de que seu drama se origina num passado distante. No presente, por seu desafeto o ter localizado no cenário terreno, e se aproveitando de sua situação no mundo invisível, o prejudica por julgá-lo ser o culpado por sua infelicidade de outrora. O drama da obsessão deve ser resolvido, por um tratamento cuidadoso, orientado com base nos conceitos expostos por Jesus, sob um estreito entendimento entre obsidiado, grupo mediúnico e equipe espiritual. Os mínimos detalhes devem ser observados e cobrados do vitimado, caso contrário a situação permanecerá a mesma quando não agravada.

Enviado por: A. Cavalcanti

Fonte:  http://www.gruporamatis.org.br/

Aranauam

Você conhece ou cria sua mediunidade?

Há muita gente portadora de faculdades mediúnicas passíveis de ser utilizadas pelos espíritos superiores, mas que, em gérmen, não foram trabalhadas ainda, de acordo com uma metodologia adequada.
Há também aqueles que são portadores de uma inteligência mais refinada e têm um passado espiritual cheio de experiências no campo religioso e místico. ao entrarem em contato com o conhecimento espiritual, eclode todo o conteúdo místico reprimido através do processo reencarnatório, por influência do cérebro físico, que age de forma a amortecer as vibrações do passado. Ao eclodir de sua intimidade certas tendências místicas e religiosas mal-sucedidas, e devido ao contato com o conhecimento espiritual, começam a se julgar portadores de faculdade mediúnica ou de mediunidade com tarefas especificas. Naturalmente, encontram sintonia com aqueles companheiros de seu passado espiritual que têm mesma tendência mística e religiosa. Isso não quer dizer que sejam médiuns na atual existência, ou que tenham uma tarefa mediúnica. Muitas vezes tais companheiros reencarnaram no meio espiritualista para corrigirem suas idéias extremistas do passado, ou para sanar alguns males decorrentes do abuso de sua inteligência. Como trazem o psiquismo comprometido com o religiosismo, ou com um certo sentimento místico, intitulam-se médiuns e incentivam outros no mesmo sentido, sem, contudo, ter qualquer tarefa mediúnica. Poderiam aproveitar melhor a sua reencarnação aprimorando-se intimamente, moralmente ou no campo das idéias, do que pretendendo ser médiuns sem o serem. Falamos aqui da mediunidade tarefa, quando o ser reencarna com uma finalidade específica no campo mediúnico.
Muitas vezes meus irmãos querem ser médiuns a qualquer custo e ignoram belos projetos que foram traçados no Mundo Maior em relação a si mesmos. Deixam de lado excelentes oportunidades de progresso, quando poderiam contribuir imensamente com a difusão do pensamento espiritualista, obcecados com a idéia de serem médiuns ou de serem reconhecidos como tais.
Existem também aqueles que são portadores de uma faculdade real, e não do produto de tendências extremistas do seu passado espiritual, mas que deixam de lado a oportunidade concedida pelo Alto. Ambos os casos merecem um estudo especial e um certo tato por parte daqueles que são a referência para suas vidas no que se refere às questões espirituais, a fim de reconduzi-los ao bom senso.

Ditado pelo espírito de JOSEPH GLEBER
Livro: ALÉM DA MATÉRIA
Médium: Robson Pinheiro
Ed. Casa dos Espíritos

Aranauam

Na Umbanda ou no Espiritismo, sede perfeitos!

É engraçado quando estamos em uma roda de amigos cuja religião em comum é a umbanda ou o espiritismo.

Ouço as mais escabrosas considerações principalmente acerca da umbanda. Talvez por ser uma religião ainda cheia de rituais. Mas também no espiritismo, tenho reparado que mais e mais pessoas abrem suas casas e sem conhecimento nenhum passam a pregar o Evangelho de Kardec.

Ora, não estudou, não tem interesse e deixam ao encargo de outros a função de dirigir o trabalho.

É preciso se preparar. Isso também é fazer a caridade. Como pretendem doutrinar um espírito se acaso não puderes confrontá-lo ao menos com conhecimento?

É aí que começa o declínio. E o tombo é forte, hein.

Tem um trecho de um ponto cantado umbandista que diz: “A Umbanda tem fundamento, é preciso preparar”. Assim também no espiritismo.

É preciso preparar, é preciso estudar.

Acender velas, colocar colares, roupa branca, andar com evangelho de baixo do braço, dizer que recebe doutor tal, professor disso, padre não sei das quantas, caboclo fulano, exu ciclano, guia forte, guia poderoso e por ai afora….

Se acaso o seu interesse seja a prática do amor e caridade, aprenda. Se tens interesse em ajudar o próximo, abra seu coração, confia no Senhor teu Deus e não queira ser mais do que ninguém. Isso não te levará a nada.

A escada que serve para te conduzir a evolução é a mesma a conduzir-te na estagnação e derrota.

Não sabemos quantas encarnações ainda temos nesse planeta. O tempo está muito curto.

Nosso amigo espiritual Emmanuel nos elucida a respeito das religiões num pequeno trecho retirado do livro Palavras de Emmanuel:

“A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem.”
Preciso dizer mais alguma coisa?

São palavras psicografadas por Chico Xavier a mais de 40 anos, e pasmem ainda nos serve e servirá a muitas gerações se acaso não trabalharmos na reconstrução e do fortalecimento da palavra de Deus, seja pregando ou ensinando a verdadeira Umbanda (sem sacrifícios e sem comércio) seja pregando o espiritismo codificado por Kardec.

Unamos nossas forças na seara do bem. Deixemos para nossos filhos e netos os ditames de Cristo que a tantos de nós consolou.

Sejamos suas mãos no trabalho fortuito e sua voz na condução dos cegos.

E vivamos o Presente como quem recebe um Presente, com felicidade, com amor, compaixão e responsabilidade.

Que a paz do Senhor encha todos os vossos corações.

Dani Machado.

 

Fonte: http://religiaoespirita.com/

 

Aranauam

Apometria – Divisão ou União?

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O assunto é controverso mas acho necessário discutir e compartilhar um pouco do que tive a oportunidade de vivenciar.
Apometria – Se por um lado ela divide espiritas, por outro une umbandistas, espiritas (alguns) e outros espiritualistas.
Meu primeiro contato foi quando fui levar um amigo que na época não podia dirigir a um centro espirita onde ele estava fazendo o curso de apometria. Conversamos com o responsavel e permitiram que eu assistisse a aula que começou com teoria e no final partiram para a pratica. Para minha surpresa, meu amigo e o palestrante conversaram e eu fui convidado a participar ativamente do exercício apométrico. Obviamente por ser uma pratica a qual eu não estava familiarizado no começo eu estranhei um pouco, mas logo eu consegui o contato com meus mentores espirituais e tudo transcorreu de maneira tranquila e com bons resultados.
Começamos a utilizar a apometria de forma passiva aliada ao evangelho e passes, intercalando seções espiritas e de Umbanda esoterica que é o que habitualmente praticamos.
Percebemos que isso foi benefico para o desenvolvimento mediunico dos envolvidos.
Recentemente usamos a apometria num rito de Umbanda e percebemos o quão util essa tecnica pode ser, pois verificamos que o desgaste mediunico foi menor.
De acordo com o que li, alguns irmãos espiritas dizem que nesse procedimento (apometria) não há o devido respeito para com o espirito obsessor, que é “arrancado a força” e mandado ás zonas inferiores.
Posso lhes dizer com toda segurança que nos procedimentos que participei isso não aconteceu. Os espíritos obsessores foram encaminhados para locais próprios onde seriam tratados e instruídos por seres de luz e não foram arrancados a força, saíram por sua própria vontade após as devidas explicações sobre o porque deveriam sair e sobre o tratamento que lhes seria oferecido, ou seja, o livre arbítrio foi respeitado.
Concordo quando dizem que apometria não é Espiritismo, tampouco é Umbanda mas é uma técnica que pode ser utilizada por ambas desde que seja feita com responsabilidade, dentro das leis do amor e da caridade.

Wanderley Donaire Maganha

Aranauam

A Umbanda É Melhor Que O Espiritismo?

Sempre que digo que já fui
espírita, mas que me encontrei
mesmo na Umbanda, alguém
me pergunta: Mas o que o
espiritismo tem de errado?
Eu sempre respondo: “De
errado nada, mas para mim não
é o certo”.
Não é possível classificar uma
religião sem fazer parte dela,
por isso mesmo ataques de
seitas evangélicas a cultos
espiritualistas são tão desprovidas
de lógica assim como a escolha
do time de futebol favorito.
Eu simplesmente me encontro
na Umbanda, e nem sempre foi
assim. No começo eu achava a
Umbanda um excesso de
fantasias e fetichismos, com
exagerado uso de elementos e
rituais, pautadas por entidades
pouco evoluídas e sem
sabedoria para guiar aqueles
que precisavam de auxílio. Veja
que eu mesmo estava incutido
no preconceito e na minha
própria ignorância, mesmo me
dizendo espírita, ou seja, uma
pessoa livre da ignorância e
moralmente elevada.
Eis o erro, não é o Espiritismo
que é errado, mas os espíritas
(ou que se denominam), assim
como os umbandistas, católicos,
evangélicos, etc. O problema
está no seguidor e não na
doutrina.
Então, depois de compreender
como era a doutrina
Umbandista e me apaixonar
completamente por ela, entendi
que ali era um local onde
poderia exercitar a minha
mediunidade, ou aprender a
doutriná-la, e servir aos irmãos,
encarnados ou não.
O encontro de uma religião se
dá no íntimo, não existe melhor
ou maior e sim aquela que irá
tocar seu íntimo e com certeza
te levará a repensar muitos
aspectos da sua vida.
Se a sua religião te deixa
acomodado, então tem algo que
você ainda precisa descobrir.

Autor: Douglas Rainho

Fonte: http://conversaentreadeptus.com

Aranauam

Acalma-se

Acalma-se… Aflito ou desanimado não encontrará o que busca… Angustiado e usando de atitudes que apenas o prejudicam mais ainda, também não encontrará o que busca…

Acalma-se… É preciso a noite para se chegar ao dia. A tempestade para que o ambiente se purifique e voltemos a enxergar o sol, mas agora também com os olhos espirituais.

Acalma-se… Viver não é só alegria nem tampouco só dor, mas sim, viver é crescer, é encarar a vida de frente, sem medo e aprendendo a cada instante que podemos superar as provas apresentadas. É preciso o silêncio interior quando tudo ao nosso redor for tumulto; só assim encontramos a paz e com ela caminhamos onde quer que estejamos.

Acalma-se… Não será de uma hora para outra que iremos resgatar erros cometidos, mudar o cenário da nossa existência ou vencer a dor, mas será dando um passo de cada vez que iremos reconstruir a base sólida do nosso equilíbrio espiritual. Será buscando o Mestre Jesus que iremos encontrá-lo a cada momento.

Acalma-se… Não será com choro ou grito que iremos reconquistar a harmonia em nossos lares, mas sim a prática do Evangelho, luz que banha a todos com o amor do Alto. Não é no amanhã que a obra se concretiza, mas é no hoje que começamos, tijolo a tijolo a edificá-la, até que um dia, depois de usarmos de perseverança, confiança e trabalho, ela estará concluída.

Acalma-se… Haverá sempre muitos dias, mas não espere pelo depois para contornar a montanha; tenha fé e a alie com a força de vontade. Viva os momentos que a vida lhe apresentar; se forem de alegria, desfrute-os, sorria, abrace os bons sentimentos e faça com que eles habitem seu íntimo. Se forem de dor, também viva-os como lições para a sua jornada evolutiva, afinal, os desígnios do Pai não são em vão…

Acalma-se… Ainda não atingiu a perfeição, ainda há muito a ser visto e compreendido; normal que venha a tropeçar nos enganos, cair nas tentações e se machucar nos caminhos errados, mas nem por isso, deve achar que está tudo perdido, recomece, recomece novamente e recomece sempre… Se a cortina do desequilíbrio espiritual está em seus dias, se os minutos são de questionamentos e a poeira da angústia cobre seus passos, antes de continuar a buscar freneticamente pelo alívio, antes de tentar refletir estando preso a pensamentos conturbados, busque parar, feche os olhos se desejar, mas permita que os amigos espirituais que o rodeiam possam se aproximar e verá a diferença.

Acalme-se… Sintonizando os benfeitores espirituais novo alento nos atinge, somos energizados e com percebemos renascer o ânimo para continuar. Ao renascer o novo ânimo, não cruzemos os braços, mas sim abracemos o Evangelho do Mestre Jesus que há muito tempo já nos dizia “Vinde a Mim todos que estão cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei”. (Mateus 11:28)

Acalme-se… E nos momentos de desespero, busque esse alívio, sinta a presença do Nazareno a envolver-lhe e mostrar um novo caminho. Nada está perdido… Novas chances nascem… Novos horizontes surgem…

Acalme-se… Agitado apenas dificultará a sua libertação dos vales das trevas, afinal, não veio a essa vida para lá permanecer. É a luz o seu caminho! Mas para realmente enxergá-la é preciso inicialmente que acalme-se… Sim, mantenha a calma seja qual for a situação que esteja passando. E com calma será capaz de sentir a fé reacendendo em seu ser.

Acalme-se e seu Espírito se libertará das teias que tentam lhe prender ao pessimismo e calmo irá ser capaz de encontrar a perseverança para prosseguir. Prosseguir se faz necessário, não estamos aqui a passeio, é preciso ir em frente, mas ir em frente de cabeça erguida, com os ensinamentos do Mestre gravados em nosso coração, com a mente voltada para o Alto e com as mãos sem temerem o trabalho que nos aguarda a caminho da renovação.

E naqueles momentos cruciais de sua existência, em que tiver a sensação de espadas lhe ferindo, acalme-se e recorde-se da Mãe Querida que embalou em seus braços o Mestre. Que o viu sorrir, dar os primeiros passos, caminhar rumo a sua grande missão. Mãe que teve o coração aflito diante do caminho trilhado pelo Mestre e que tantas vezes o acariciou querendo protegê-lo do sofrimento. Mãe que acompanhou o martírio do seu Filho, que chorou a morte do seu corpo físico, mas que jamais deixou que o amor que trazia no coração morresse. Mãe que não perdeu a serenidade e foi ao encontro de muitos, envolvendo a todos com o seu manto de amor. Transformando-se na Mãe de muitos…

Acalme-se… A Mãe está a nossa frente com seu manto de amor e ao seu lado, é o Mestre, o Nosso Mestre Jesus que nos estende a mão. Ambos a nos socorrer… Sempre a nos socorrer.

Acalme-se…. Seu Espírito reencontrará o seu equilíbrio, não sendo mais abalado pelas tormentas do destino, porque a sua frente não há mais escuridão e sim mãos estendidas a tudo iluminando… Acalme-se e caminhe, assim encontrará a porta aberta que tanto busca…

Acalme-se… E seu Espírito sentirá a chama da vida, da verdadeira vida, reacender. Acalme-se… Espíritos de luz estão ao seu lado e na frente deles, é o Nazareno que o sorri amorosamente. E com Ele, você seguirá… Há muito a caminhar, mas Ele estará sempre ao seu lado.

Sonia Carvalho soniaccarvalho0707@gmail.com

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/

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Minutos de Sabedoria é ou não é uma obra espírita?

Sempre me perguntei como é que “Minutos de Sabedoria”, reconhecidamente um livro espírita, tem sua impressão e distribuição a cargo da  Vozes, editora católica, ligada  aos frades franciscanos. E a resposta só fui encontrar  na Wikipédia, a enciclopédia livre da Internet, ao ler a biografia de Carlos Torres Pastorino, autor deste best-seller que detém o impressionante recorde de mais de dez milhões de exemplares vendidos.  Ele nasceu  no Rio de Janeiro, em 4 de novembro de 1910, tendo se destacado desde criança pela sua  inteligência e vocação para a vida espiritual. Cursou o Colégio Dom Pedro II e aos 14 anos de idade já recebia os diplomas de Geografia, Corografia e Cosmografia, mais o título de Bacharel em Português.

Em seguida, viajou para Roma a fim de cursar o Seminário, onde, em 1929 recebeu a tonsura, ordenando-se em 1934. Mas quando aguardava a promoção para diácono, em 1939, resolveu abandonar a batina. O motivo foi a recusa do Papa Pio XII em receber Mahatma Gandhi, líder da Índia e apóstolo da não violência, que vestia seu tradicional traje branco indiano, sem a casaca protocolar. Pastorino concluiu então que se Jesus visitasse o Vaticano também não poderia ser recebido pelo Papa, pois se trajava de forma similar a de Gandhi e dificilmente se sujeitaria ao rigor formalista exigido pela Igreja.

De volta ao Brasil, dedicou-se a várias atividades intelectuais, incluindo  magistério, jornalismo e  tradução de livros. Em 31 de maio de 1950, terminada a leitura de O Livro dos Espíritos, que lhe fora emprestado por um professor do Colégio D. Pedro II, declarou-se espírita. Desde então guardava essa data com muito carinho. Com um grupo de companheiros fundou o Grupo Espírita Boa Vontade, nome posteriormente mudado para Grupo de Estudos Spiritus. Nesse grupo nasceu o Lar Fabiano de Castro e o SEI, Serviço Espírita de Informação. Sua intensa atividade espírita incluía palestras em todos os estados do País e participação ativa em congressos e cursos sobre a doutrina.

Foi também radialista, sendo “Minutos de Sabedoria”, uma simples coleção de suas mensagens propaladas por rádio. Esta obra, originalmente destinada a subsidiar os trabalhos assistenciais e educativos do Professor Pastorino, tem hoje, após ação judicial, os direitos autorais revertidos para seus herdeiros que são fortemente apegados ao catolicismo.  Ainda segundo a Wikipédia, Torres Pastorino escreveu mais de 50 livros, dos quais apenas 28 foram publicados. Seu o livro “Técnica da  Mediunidade”, editado em 1968, dois anos antes da morte do autor, teve a republicação proibida pela família.

Aqui está um pequeno excerto dessa obra: “As vibrações, as ondas, as correntes utilizadas na mediunidade são as ondas e correntes da energia pensante. Quanto mais fortes e elevados os pensamentos, maior a freqüência vibratória e menor o comprimento de onda. E vice-versa. (…) Tudo isso faz-nos compreender a necessidade absoluta de mantermos a mente em ondas curtas, isto é, com pensamentos elevados, para que nossas preces e emissões possam atingir os espíritos que se encontram nas altas camadas.”

Uma boa notícia é que faculdade mediúnica de Divaldo Franco nos trouxe de volta a sabedoria da Carlos Torres Pastorino, através do livro psicografado “Impermanência e Imortalidade”, editado pela Federação Espírita Brasileira. “São explicações espirituais que vimos fazendo do lado de cá, em confronto com as experiências da caminhada terrena, na qual se encontram  companheiros da jornada evolutiva”, explica Pastorino espírito.

Pedro Fagundes Azevedo, ex-presidente por três gestões da Legião Espírita de Porto Alegre

Fonte: www.dm.com.br

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