Reflexão sobre Caridade

Definição de caridade: (lat caritate: Amor de Deus e do próximo. Benevolência, bom coração, compaixão. Beneficência, esmola.) é um termo derivante do latim caritas (afeto, amor), que tem origem no vocábulo grego chàris (graça). A caridade pode ser entendida como um sentimento ou uma ação altruísta de ajuda a alguém sem busca de qualquer recompensa. A prática da caridade é notável indicador de elevação moral e uma das práticas que mais caracterizam a essência boa do ser humano, sendo, em alguns casos, chamada de ajuda humanitária. Termos afins: amor ao próximo; bondade; indulgência; perdão; compaixão.

     Gostaria que os amigos examinassem a si mesmos e também as casas ou centros que frequentam e comparassem com a descrição de caridade como está explicada acima. Tenho certeza que muitos vão sentir um certo aperto na garganta e outros vão tolamente argumentar que são sim caridosos.
Mas quantas vezes não damos a devida atenção a um amigo, colega ou mesmo desconhecido com a desculpa de não termos tempo ou mesmo dinheiro para ajudar? Quantos de nós não desperdiça momentos preciosos em atividades sociais não tão salutares ao desenvolvimento espiritual? E isso sem contar as vezes que ajudamos alguém e espalhamos aos quatro ventos que o fizemos somente para satisfazer nosso ego.
Muitas vezes para praticar a caridade basta apenas cedermos nossos ouvidos a quem necessita falar mesmo que por alguns minutos apenas. Um conselho a um amigo em duvida, um abraço, um simples sorriso são coisas que não custam nada mas valem muito principalmente se forem de coração, são a forma mais simples e pura de caridade.
Peço aos amigos que trilham o caminho da espiritualidade que façam essa auto analise e busquem no seu coração a resposta sincera e a vontade de mudar e se corrigir, pois só assim seremos capazes de ajudar ao próximo e nos ajudarmos mutuamente a trilhar o caminho em busca da luz e do progresso espiritual.

Aranauam

Wanderley Donaire Maganha

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Irresponsabilidade Mediúnica

As inúmeras advertências propagadas por aí parecem pouco importar para os supostos postulantes a médiuns – intermediários das comunicações espirituais. O que vemos cada vez mais são pessoas que começam a sentir a sensibilidade mediúnica aflorando e se entregam de vez a qualquer comunicador do mundo espiritual. Sem preparação, sem um ambiente próprio e sem a menor educação para tal.

O fenômeno parece importar mais do que a filosofia por trás de tudo o que representa um processo mediúnico. Independente da religião que a utilize como ferramenta. A mediunidade é isso, um meio e não o fim. Ela tem o propósito de trazer do plano astral/espiritual as informações e lições necessárias para o aprimoramento do ser humano, mas é tratada como algo mais excepcional, que traz certo destaque a quem a possui.

No mundo atual, onde a internet possuí informações abundantes – porém nem sempre corretas, e na era Facebook onde em todos os grupos existem milhares de gurus e doutores da espiritualidade, isso acaba se complicando ainda mais. Podemos notar vários ‘discípulos’ e seguidores de doutrinas espiritualistas. Porém quando você os questiona sobre a mesma, se escondem sobre o capuz de vários textos religiosos e doutrinários. Isso, pode até ser comum, em religiões mais estabelecidas como as patriarcais Judaico-Cristãs. Mas dentro de linhas como o Espiritismo (ou Umbanda) é inaceitável! Pelo próprio propósito da doutrina que é a compreensão maior sem ‘preconceitos’ ou ‘abandonos’.

A estrutura de uma religião é formatada para trazer a seu seguidor a segurança para cultuar sua deidade e suas crenças. Exercendo sua fé, não permitindo que esse caia em situações desagradáveis. Ainda mais em religiões mediúnicas onde são necessárias várias precauções para trazer essa segurança. O mundo espiritual tem toda uma fauna de espíritos diversos – além dos que não exploraremos aqui como encantados, naturais, gênios, anjos, demônios e elementais. Só o espírito humano é encontrado em uma ampla diversidade.

Apenas ler os livros de um determinado autor não te incute todos os conhecimentos necessários para estabelecer uma comunicação segura. Até porque muita coisa é dita em reuniões, aprendida na vivência e  por meio experiência. As coisas mudam, no plano espiritual também.

Existem motivos muito importantes para que a comunicação mediúnica não seja feita sem o preparo. Um médium demora certo tempo para identificar seus próprios mentores, quanto mais para identificar toda sorte de espíritos. Um pretenso médium carregado na vaidade, no orgulho, no ego, na ignorância e com sentimentos não muito nobres irá atrair para si espíritos afins. Assim como uma pessoa jocosa, que deseja brincar com a espiritualidade, irá atrair espíritos zombeteiros e brincalhões.

Para ter uma garantia de segurança – e mesmo assim nem sempre o é – é necessário estar em um ambiente preparado, com proteções, com um grupo de trabalhadores comprometidos com a filosofia da casa. A grande valia do teor da mensagem é o que importa. Mas infelizmente preocupam-se apenas com o arquétipo que o espírito se apresenta, logo deduzem que um velho camponês não pode trazer uma comunicação de maior valor moral que um médico ou filósofo. Eis a arrogância instituída.

E quando então esses ‘médiuns’ acabam por dar consultas via internet? Não tem o mínimo conhecimento para tal, mas se assoberbam de valores dados pelos espíritos (que ele nem ao menos sabe se são realmente comprometidos com o bem). E na grande maioria dos casos geram uma fascinação espiritual, prejudicando a quem o consulta e também o consultado.

Espírito que se manifesta sem a permissão do médium é apenas um espírito obsessor e não podemos chamar isso de incorporação, mas de possessão. Ludibriado pelos espíritos negativos ele se coloca como um grande guru espiritual ou é influenciado mentalmente por esse. Acabando por desqualificar todos os que possuem uma mensagem positiva para passar.

Incorporação? Só em centros espíritas, espiritualistas e terreiros ou em trabalhos com a corrente mediúnica da casa a qual faz parte. O mesmo vale para as psicografias, psicofonias e toda sorte de manifestações mediúnicas.

Esse texto fica mais como um alerta – mais um dos muitos que existem por aí – para que você não seja vítima da obsessão espiritual e se decepcione, colocando a culpa sempre na doutrina e não na sua vaidade descabida.

Autor: Douglas Rainho

Fonte:  http://conversaentreadeptus.com/

Aranauam

Que Lugar Frequentar?

1. Introdução

Há alguns anos freqüentando reuniões e palestras de cunho espiritualistas, conversando com pessoas necessitadas de auxílio e compartilhando experiências com amigos, percebo um problema comum a muitas pessoas:elas têm medo de freqüentar uma casa espírita, templo de Umbanda ou qualquer tipo de local religioso.

Nosso artigo, escrito com a humildade de quem vive em constante busca de conhecimento, tenta ajudar as pessoas com dificuldades ou medo de escolher o local para freqüentar.

Não podemos indicar O CAMINHO, porque cada um possui um temperamento, necessidade e graduação espiritual diferente, ligando-se ao local que satisfaça suas necessidades e o ajude a encontrar paz.

Considero esse artigo um agrupamento de dicas e cuidados que ajudarão muitos a criar coragem e buscar um local para ajudá-los na difícil caminhada rumo à iluminação interior. Servirá também para evitar as frustrações e abandonos, pois buscamos informar sobre os benefícios e cuidados que devem ser tomados.

2. Motivação para Buscar um “Lugar”

Existem os mais variados motivos que levam uma pessoa a buscar um local de estudo, palestra ou tratamento espiritual.

Vamos citar aqui os mais conhecidos:

Doenças incuráveis ou que se acumulam, não deixando o doente ter paz
Obsessão, Possessão
Desvios de conduta e de comportamento;
Enfraquecimento Extremo, Prostração; ou
Perda do Controle.
Curiosidade
Sensação de abandono
Mediunidade descontrolada
Visão de Vultos ou espíritos;
Barulhos “estranhos”;
Sensação de estar sendo perseguido;
Fenômenos de Projeção Astral (Experiências fora do Corpo);ou
Psicofonia (Incorporação) inconsciente e sem o controle do médium.
Vamos analisar cada um dos itens citados e comentar sobre suas características.

2.1 Os Doentes

As doenças levam muitas pessoas a casas espíritas ou templos de Umbanda.

No auge do desespero, depois de ter freqüentado incontáveis consultórios, tomado quantidades abusivas de remédios e já sem esperança, o doente faz “qualquer coisa” para se ver livre dos males que o afligem, mesmo que isso custe o seu orgulho.

Já presenciei muitos pais ou mães que deixaram o ceticismo religioso de lado e buscaram em uma casa espírita o lenitivo para o sofrimento do seu filho.

Outro tipo de doente que acaba fazendo tratamento espiritual é aquele que cada hora tem uma doença, não conseguindo suportar as diferentes crises que o perseguem.

Como diria qualquer palestrante espírita, “Uns vem por amor e outros pela dor!”. A grande maioria se enquadra no segundo grupo, buscando no auxilio espiritual a cura para suas mazelas.

Vamos falar sobre os benefícios do tratamento espiritual para os doentes, contudo, citaremos aqui os principais cuidados que os irmãos devem ter ao procurar uma casa de auxílio espiritual para curar suas doenças.

Casas Espíritas ou Templos de Umbanda NÃO COBRAM por serviços de cura. Alguns tipos de trabalho solicitam ajuda com materiais utilizados durante o atendimento somente para sobrevivência do trabalho assistencial e não visando o lucro. Tenha em mente que cobrar para atender e solicitar ajuda para manter são duas coisas bem diferentes.
Não existem regalias nesses locais, ou seja, rico ou pobre tem que entrar na mesma fila. Se em um local existem preferências para atendimento, desconfie. Somente casos de extrema urgência fogem a essa regra.
Não há necessidade de morte de animais ou OFERENDAS para realizar uma cura. Já estamos em uma idade espiritual onde é inaceitável imaginar que Deus ou Espíritos de Luz precisem de objetos materiais para serem felizes ou para nos ajudarem.
Sempre fique atento às atitudes dos médiuns de uma casa, sua postura, o teor de suas conversas, sua higiene, etc.
2.2 Obsediados

Os obsediados, ou seja, aqueles que estão sendo vítimas de obsessão, têm extrema dificuldade de freqüentar uma casa e, principalmente, de manter a freqüência regular.

Lembremos que o obsediado é aquele que deixou “brechas” para a aproximação de espíritos de baixo padrão vibratório ou vingativos, por isso, ele é o principal responsável pela situação em que se encontra. Não existe injustiça nas leis de afinidade e aproximação. Cada um terá de acordo com suas obras. A sua conduta, os seus pensamentos e suas emoções são obras do seu espírito, não visíveis no plano físico, mas plasmadas no plano astral (emoções) e mental (pensamentos).

O enfraquecimento, a prostração, desvios de comportamento e de conduta, sensações e reações diferentes que o irmão costuma ter, são alguns indicadores da presença de obsessores.

Um sábio preto velho me falou certa vez que, para saber se estamos obsediados, devemos nos conhecer; caso contrário acreditaremos que qualquer coisa de errado, se dá por causa dos obsessores e não é assim que funciona!!!

O maior problema da obsessão é que ela se desenrola aos poucos, de forma suave, muitas vezes sem que o irmão note as influências que recebe. Os irmãos das trevas são hábeis manipuladores e sabem muito bem “como” se aproximar dos espíritos invigilantes.

Em artigo futuro aprofundarei o assunto obsessão, bastando, por hora, essa pequena introdução sobre o assunto.

Podemos concluir que o principal obstáculo encontrado pela vítima de obsessão para freqüentar um centro é a influencia negativa de seu obsessor, que está ligado e, às vezes, até no comando das vontades do obsediado (possessão).

Além das influências negativas, ainda há o dia do “tudo dá errado”, seja no dia da palestra ou tratamento, ou no dia anterior. Eles fazem de tudo para desestimular o paciente, já que sabem que a freqüência do seu “brinquedinho” a um templo vai enfraquecer o seu domínio e acabar com a sua festa.A maior parte dos espíritos obsessores absorve as energias etéricas dos obsediados, a isso chamamos de vamprirização.

Diante disso, a pergunta óbvia que surge é Por que os espíritos de Luz não protegem o paciente??

A resposta é bem simples: eles protegem e inspiram sempre, contudo, sua influência é mais sutil e, o principal, eles não podem ser responsáveis sozinhos pela melhora do paciente, porque sabem que se fizerem isso, daqui a dois meses o paciente voltará com um novo grupo de obsessores.

É mais importante para o Pai que o filho se transforme aos poucos, fortalecendo seu interior, do que ele pare de sofrer de imediato. A dor é o agulhão que rompe com as tendências inferiores dos espíritos, os quais teimam em manter sua atitude mental e emocional doentia.

É necessário que o paciente mostre força de vontade, empenho, superação. Assim, além de se melhorar, ele arrastará seus perseguidores para a luz da verdade. Somente afastar os obsessores não adiantará, e, além disso, precisamos amá-los, porque eles, acima de tudo, são espíritos que sofrem pelo próprio erro e desespero.

Quando os obsediados vão ao centro, muitos dos seus obessores (os que se encontram mais abertos às idéias renovadoras) freqüentam também as reuniões de estudo, recebendo inspirações de mudança, perdão e amor ao próximo.

Bem, falaremos mais tarde sobre os benefícios que os obsessores e os obsediados recebem quando freqüentam um local adequado. Citemos agora os principais cuidados que devem ser tomados ao se procurar um tratamento:

Casas Espíritas ou Templos de Umbanda NÃO COBRAM para realizar desobsessão. Alguns tipos de trabalho solicitam ajuda para sobrevivência do trabalho assistencial e não para lucro. Lembre-se que cobrar para atender e solicitar ajuda para manter são duas coisas bem diferentes.
Não existem regalias nesses locais, ou seja, rico ou pobre tem que entrar na mesma fila. Se em um local existem preferências para atendimento, desconfie. Somente os casos de extrema urgência fogem a essa regra.
Não há necessidade de morte de animais ou OFERENDAS para espantar espíritos obsessores. Esse tipo de “tratamento” cria vínculos e dificulta ainda mais o afastamento das entidades obsessoras. Os espíritos que atuam nesse tipo de “desobsessão” afastam o obsessor a força e “cobram” por isso, ou seja, quando o paciente parar de “pagar”,o obsessor é solto. Se o paciente não realizou uma “reforma” interior enquanto o obsessor estava afastado (isso não acontece na maioria das vezes, porque o obsediado só queria se livrar do problema), então o problema volta, com mais intensidade e agressividade.
Sempre fique atento às atitudes dos médiuns de uma casa, sua postura, o teor de suas conversas, sua higiene, etc.
Existem casas que realizam as sessões de desobsessão na presença do paciente. Se você é uma pessoa facilmente impressionável peça para não participar.Se isso não for possível, procure uma casa que faça o tratamento sem que você esteja presente. A intransigência do dirigente do trabalho nesses casos pode levar o paciente a abandonar o tratamento e não freqüentar lugar nenhum.
A mensagem dos médiuns para com pacientes obsediados deve ser sempre a mesma: Amor e Compreensão para com os que te perseguem e Fé e Resignação, acreditando que eles não podem te fazer mal se você não permitir. Se os médiuns tiverem uma postura diferente dessa, desconfie.
2.3 Abandonado(a)

O abandonado(a) é um caso sério, com grandes chances de conhecer o lado dos charlatões e aproveitadores dos dons espirituais.

Chamamos de abandonado o homem ou mulher que está desesperado com o companheiro ou a companheira que o deixou ou que está às vésperas de fazê-lo.

No seu desespero incontrolável essas pessoas buscam em um centro respostas imediatas para as suas principais dúvidas:

Ele(a) me ama?
Vale a pena sofrer por ele(a)?
Eu serei feliz com ele(a)?
Ele(a)me amará novamente?
Muitas vezes, até conseguimos levar pessoas nessas condiçõespara ouvir palestras e receber tratamentos de socorro. Contudo, por estarem descontrolados, a ajuda não surte efeito quase nenhum. Elas saem da reunião acreditando que não adiantou nada e que as respostas necessárias não foram dadas.

O pior disso é que, muitas vezes, a tônica da reunião é sobre o que a pessoa busca, mas por não falar especificamente do seu caso, ela não consegue “captar” a mensagem.

Então, pode acontecer da pessoa sofrer e se recuperar aos poucos, aceitando a situação ou, desesperar-se ainda mais e procurar cartomantes, jogadores de búzios, enganadores que dizem trazer a pessoa amada em três dias, etc.

Nesses casos, além de abandonada a pessoa será explorada e, ainda, poderá ficar obsediada (exploramos esse assunto no artigo “O que é se Espiritualizar?”).

O pior caso é daqueles que buscam o “trabalho” ou feitiço para prejudicar ou trazer a pessoa amada de volta. O irmão ou irmã que comete esse erro contrai dividas de grande extensão para com a justiça divina e já começa a pagá-las aqui nesse plano, tornando-se joguete dos espíritos que realizam a sua vontade. Por terem feito-lhe um favor, os espíritos menos esclarecidos se acham no direito de fazer o que quiser com seus novos “amigos”. TOME MUITO CUIDADO!!!

O sofrimento é inevitável quando se acaba um relacionamento, principalmente para quem ama. A freqüência a um lugar sério poderá despertar o espírito para um novo rumo na sua vida. O mais importante é passar a mensagem de que nada é por acaso e que Deus está sempre nos impulsionando para o melhor, mesmo que não concordemos com isso.

2.4 O Médium Descontrolado

O médium é aquele que tem sua sensibilidade “potencializada” pela espiritualidade para servir de instrumento de auxílio e divulgação das verdades Espirituais.

Existe uma grande dificuldade por causa dessa hipersensibilização. O médium tem uma sensibilidade do mundo espiritual que não está de acordo com a sua graduação espiritual; chamamos esse tipo de mediunidade de prova. É um dom, requerido por esse espírito antes de reencarnar para acelerar seu processo evolutivo e ajudá-lo com as “dívidas” contraídas pelos erros no pretérito.

Do outro lado, temos a mediunidade natural, na qual o espírito mantém contato natural com o mundo espiritual. Os grandes mestres que perfumaram nosso conhecimento durante toda a história são exemplos de médiuns naturais.

O médium descontrolado é, com toda certeza, o MAIS DIFÍCIL de se convencer a ir a um centro. Vamos citar aqui os principais motivos que os inibem:

Ele não tem medo dos “troços” (termo usado para identificar os diferentes tipos de sensações que cada médium tem, dependendo da sensibilidade de cada um), ELE TEM PAVOR!! Só de imaginar que as sensações que ele tem em sua intimidade podem acontecer ali, em um centro, sem controle,fazem-no evitar a qualquer custo a visita.
Todo médium sem estudo acredita que, ao freqüentar um centro ou templo, vá perder o controle sobre si ou que tudo aquilo que ele sente vai piorar.Ele imagina que a sua sensibilidade do mundo espiritual se tornará incontrolável e, o principal, que os fenômenos que o atormentam (principalmente durante a noite, antes ou durante o sono) continuarão.
Ele tem medo de ser explorado ou mistificado e acabar se prejudicando.
Ele teme a famosa frase “Você tem que trabalhar sua mediunidade!!!” que muitos irmãos falam para os que sofrem com sua mediunidade descontrolada.
Não estamos falando especificamente sobre mediunidade nesse artigo, contudo, vale a pena tratar um pouco sobre as questões levantadas acima.

Diferente do que muitos médiuns imaginam, a freqüência a um centro espírita faz com que todos os fenômenos que ele sente se acalmem, ou seja, ao freqüentar um centro ele entra em um processo de “controle” da sua mediunidade. Esse controle necessitará de tempo e esforço próprio, mas um dia acontecerá.

O mais engraçado é que, muitas vezes, os fenômenos que o atormentavam cessam e ele passa a entrar em contato com a espiritualidade de forma mais sutil e, o mais importante, o sono e o trabalho não são prejudicados, porque os fenômenos passam a ser controlados. Podemos facilmente entender essa questão…

Os médiuns que se negam a freqüentar uma casa ficam a mercê do contato espiritual das entidades de baixo padrão vibratório, que entram em “delírio”, porque o médium é uma janela para o mundo espiritual. Assim ,fenômenos como a vampirização, mistificação, influência, ficam mais fácil de serem realizados com médiuns. Por isso é que muitas vezes as “coisas” que os médiuns sentem enquanto se recusam a freqüentar um centro são diferentes da que passam a sentir quando começam a freqüentar um centro. Os espíritos de luz realizam contato de forma mais sutil e menos agressiva.

Existem outras coisas a falar sobre os dois últimos parágrafos, contudo, abordaremos esse assunto nos artigos sobre mediunidade, para não fugir ao objetivo principal desse artigo.

Com o tempo, o médium que freqüenta o centro começa a suavizar o impacto da sua mediunidade, e, no aprimoramento mediúnico, ele transforma a mediunidade torturante em faculdade de ajuda para os irmãos menos esclarecidos e também para si próprio.

Devemos tomar cuidado com a frase “Você tem que trabalhar!”. A pessoa já vai com medo, traumatizada pelo contato espiritual que somente a faz sofrer e falamos para ele que tem que trabalhar???!!! É para qualquer um sair correndo!!! Tenho um conhecido que ia começar um tratamento e abandonou tudo porque já chegaram falando isso para ele.

É importante para o médium freqüentar um lugar que refaça suas energias e que ele possa estudar, aprender e se harmonizar. Trabalhar em favor do próximo e aprimorar a faculdade que ele pediu para ajudar o próximo deve ser escolha dele. Ele tem que ser responsável pelo uso bom ou ruim, ou até pelo não uso dos benefícios que solicitou para compartilhar com o mundo.

Seguem os cuidados que devem ser tomados pelo médium ao buscar ajuda:

Não busque ajuda de pessoas que cobram. Todos que vão freqüentar um centro passam por um tratamento inicial e depois desse tratamento podem ou não ingressar no APRIMORAMENTO mediúnico. NINGUÉM É OBRIGADO A FREQUENTAR APRIMORAMENTO MEDIÚNICO!!! Desconfie de centros onde você não passa por tratamento e estudo para fazer parte do corpo mediúnico.
Não se sinta obrigado a trabalhar. Não se sinta pressionado. Esse pensamento é mais das “pessoas” do que dos espíritos e mentores responsáveis pelo trabalho. Sua postura deve ser de harmonizar-se primeiro e depois resolver se realmente quer ajudar o próximo. Essa escolha deve ser sua. É claro que é importante o médium trabalhar, mas não se pode obrigar ninguém a nada. Acredito que mais vale um médium que vai à casa espírita, estuda e se aprimora do que aquele que trabalha durante um tempo e não consegue dar continuidade, abandonando tudo.
Não freqüente casas onde há morte de animais. A Umbanda trabalha com as energias da Natureza e não existe mais necessidade de se sacrificar animais para realizar nenhum trabalho. Os pretos-velhos e caboclos são exímios conhecedores das energias da natureza. Eles conseguem limpar ambientes, realizar curas e dar passes somente com as energias das plantas e ervas.
Cuidado com lugares onde se endeusa o mentor. Mentores são irmãos que nos guiam e estão um pouco a nossa frente,contudo, você é responsável por seus atos. Passe sempre pelo crivo da razão os conhecimentos e instruções de qualquer espírito. Lembre-se que você será responsável pelos seus atos.
Sempre preste atenção na postura e conduta dos médiuns da casa.
Não busque encontrar o lugar ideal, apenas pense na busca por um bom local para freqüentar e depois, quem sabe, trabalhar. É como um caminho: uns o encontram antes e, outros, depois; mas não se preocupe com isso, aproveite o caminho, ele é cheio de belezas.
Antes de encarnar o médium escolhe uma tarefa de auxílio, essa tarefa é o seu objetivo. Tenha sempre em mente que o caminho que teu coração traça para ti é o mais importante, sendo a casa o local escolhido pelo médium para realizar sua sublime tarefa de renúncia e amor ao próximo.
Um centro não é muito diferente dos grupos que temos na vida. Podem ocorrer desentendimentos, problemas internos. Aprenda a relevar isso e busque sempre o seu objetivo maior que é melhorar o seu interior e ajudar aqueles que necessitam de ti…
3. Os diferentes tipos de Templos

Enganam-se aqueles que acreditamque somente em determinadas religiões os necessitados são auxiliados ou que o contato com o Pai está diretamente vinculado com a Religião.

O contato, a religação com o Pai depende mais do tipo de vida que o espírito leva do que do lugar que freqüenta. Lembremos sempre do aviso do Mestre, que nos ensinava a construir nosso castelo sob o chão firme, para que ele não desmorone.

A ligação com o Pai não pode ser construída sob uma casa de pedras, madeiras e tinta. É no terreno fértil do coração, voltado para os bons sentimentos, que se ergue o verdadeiro templo da Fé.

Falanges de espíritos atuam em todos os tipos de religiões, ajudando em qualquer pátria, não distinguindo raça ou sexo e fazendo sempre o possível para impulsionar os irmãos encarnados a se libertarem mais rápido das paixões e vícios que o prendem aos ciclos reencarnatórios de sofrimento e dor.

Mesmo nas religiões que não acreditam em espíritos ou na vida após a morte, ali estão os espíritos. Se a obra for para o bem, para elevação das qualidades morais da alma, então lá se encontrarão os benfeitores, distribuindo a luz do nosso Senhor Jesus Cristo para todos os necessitados.

Contudo, nos lugares onde não se encontra elevação moral dos dirigentes, a indiferença pelo próximo é notória e não se trabalha na reeducação das qualidades espirituais dos freqüentadores.

Nesses lugares, não se pode esperar a freqüência dos espíritos iluminados e sim daqueles que se afinizam com este tipo de baixa vibração.

Por isso, não se preocupe com o nome da bandeira que você deseja abraçar, foque sua análise para o conteúdo, para o padrão vibratório dos freqüentadores.

Sobre esse tema retiramos um trecho interessante do livro “Entre o Céu e a Terra”, de Francisco Candido Xavier, ditado pelo espírito André Luiz:

“- Quanto a mim, coopero com minha neta nos serviços que lhe foram conferidos aqui, entretanto, a minha tarefa pessoal mais importante se verifica num templo católico, a que me vinculei profundamente, quando de minha última reencarnação”

– Aliás – ponderou o Ministro, sensato o auxílio divino é como o Sol, irradiando-se para todos. As instituições e as almas que se voltam para o Pai Celestial recebem o suprimento de recursos de que necessitam, segundo as possibilidades de recepção que demonstrem.

Interessado, porém, nos apontamentos que surgiam, cada vez mais valiosos, Hilário indagou:

– Em que base se formará o processo de auxílio nas igrejas? Com o impedimento de nossa comunicação direta, como será possível cooperar em favor dos nossos irmãos católicos romanos?

– Muito simplesmente – esclareceu Mariana, prestimosa -, o culto da oração é o meio mais seguro para a nossa influência. A mente que se coloca em prece estabelece um fio de intercâmbio natural conosco…

– Mas não de maneira ostensiva – alegou o nosso companheiro, estudioso.

– Pelo pensamento – explicou a interlocutora, respeitável. – A intuição beneficia em toda parte, e, quanto mais alto é o teor de qualidades nobres na criatura, mais ampla é a zona lúcida de que se serve para registrar o socorro espiritual. O culto público, indiscutivelmente, qual vem sendo levado a efeito, nos tempos modernos, não favorece o contacto das forças superiores com a mente popular. Os interesses rasteiros, conduzidos à igreja, constituem sólido entrave contra o auxílio celeste. E a preocupação de riqueza e pompa, quase sempre mantida pelo sacerdócio nos ofícios, inutiliza por vezes os nossos melhores esforços, porque, enquanto a atenção da alma se prende a exterioridades, as forças contrárias ao bem e à luz encontram facilidades positivas para a cultura do fanatismo e da discórdia. Ainda assim, superando tais obstáculos, é sempre possível algo fazer em benefício do próximo.

– Durante a missa, por exemplo prosseguiu Hilário, observador -, é viável o seu trabalho de cooperação?

Mariana fixou uma expressão facial de bom humor e aduziu:

– Somos grandes falanges de aprendizes da fraternidade em ação. Por mais desagradáveis se nos mostrem os quadros de luta, a nossa obrigação é servir.

– E o tipo de assistência? é de renovação espiritual ou de mero socorro aos crentes encarnados?

– Ah! – comentou Mariana, sincera – o trabalho é complexo e divide-se em múltiplos setores. Não está limitado à esfera da experiência física.
Inumeráveis são as almas que, desligadas do corpo, recorrem aos altares, implorando esclarecimento… Outras, depois da morte, confiam-se a desequilibradas emoções, invocando a proteção dos Espíritos santificados… É preciso corrigir aqui e ajudar além… Agora, devemos injetar um pensamento reconstrutivo nessa ou naquela mente extraviada, depois, é imprescindível harmonizar circunstâncias, em favor desse ou daquele necessitado… A maioria das pessoas aceita a religião, mas não se preocupa em praticá-la. Daí nasce o terrível aumento das aflições e dos enigmas.”

4. Egrégora

A egrégora de um templo é a atmosfera que a envolve. Essa atmosfera fica impregnada do sentimento, pensamentos e emoções dos freqüentadores, tanto encarnados quanto desencarnados, já que a egrégora não se limita somente ao plano físico.

Se estivermos em um templo religioso onde as pessoas se dedicam a melhorar seus pensamentos, realizam orações, entregam seus corações a devoção, etc, é fácil imaginar o que impregna essa “atmosfera” que envolve o templo. Esses lugares têm uma egrégora positiva que beneficia a todos que ali freqüentam. É a famosa sensação do “… me sinto bem nesse lugar…”.

Por outro lado, em bares, boates ou prostíbulos, onde muitos se entregam à sensualidade, ao vício ou à violência, encontramos uma atmosfera impregnada de energias negativas. A maior parte dos médiuns “sente” a diferença quando entra em lugares deste tipo, sendo para muitos insuportável a permanência neles por muito tempo.

5. Benefícios Alcançados

Os benefícios alcançados por aqueles que vencem a inércia e se dedicam a freqüentar um templo religioso ou de meditação são imensos e facilmente notados.

Vale lembrar que os benefícios ou curas não aparecem da noite para o dia, é um misto do esforço próprio e ajuda que recebe do local que decidiu freqüentar.

Todo templo religioso ou de meditação, onde o objetivo é o crescimento espiritual dos participantes, é envolvido por uma egrégora, que protege, ampara e auxilia os freqüentadores da casa.

Os templos dedicados ao amor e à fraternidade são protegidos por sua egrégora e pelos responsáveis espirituais da casa. Sempre temos espíritos ligados ao trabalho de um templo, independentemente da religião.

Um dos principais benefícios sentidos por aqueles que adentram na casa é o desligamento temporário dos obsessores, que muitas vezes são “barrados” na entrada do templo (principalmente nas casas espíritas e templos de umbanda).

Esse é um dos principais motivos para eles de tudo fazerem para que você não vá ao templo religioso. Embora a casa de amor e caridade proteja o seu freqüentador, ela não impede a influencia mental à distância, que ocorre nos casos de obsessão complexa.

Nesses casos, é necessário um tratamento, para que aos poucos o obsediado se desligue de seu obsessor.

Nos templos há também falanges de espíritos que se dedicam ao auxílio magnético; por isso, durante a reunião, palestra ou missa o freqüentador é envolvido em fluidos, absorvidos de acordo com a receptividade do beneficiado. Os espíritos amigos também inspiram idéias e conselhos que buscam ajudar os freqüentadores.

Quando estamos vinculados a uma casa, também recebemos a visita e fazemos parte da corrente de auxílio dos trabalhadores espirituais, que tudo fazem para nos ajudar na conquista dos bens espirituais.

É muito importante que cada um faça a sua parte, modificando sua conduta e seus sentimentos, para que o auxílio surta efeito.

Somente em solo fértil a ajuda espiritual pode vingar.

6. A Cura

Muitos buscam as casas espíritas para se curar de doenças.

É muito importante entender que nem todas as doenças podem ser curadas. Os espíritos estão mais interessados na sua cura espiritual.

Por isso, não perca a esperança somente porque suas doenças não foram curadas. Muitas vezes elas são a porta de entrada para o seu crescimento espiritual.

Algumas doenças são expurgos de erros aterradores que cometemos no passado, por isso, a grande maioria de nós solicita o ingresso na carne com restrições físicas, para que assim possamos nos sentir redimidos perante a justiça divina. Nesses casos, os espíritos não podem nos curar, somente amenizar as dores.

O próprio Dr. Fritz (espírito que realizou um trabalho extenso de cura espiritual no Brasil) em entrevista dada no livro “Dr. Fritz, O Médico e sua Missão” fala o seguinte:

” 52 – Com respeito à cura do paciente, ele pode ser curado no primeiro atendimento ou ela pode demorar a ocorrer?

R. As condições espirituais do paciente e seu merecimento são os parâmetros que possibilitam a ocorrência da cura. Assim, a cura depende do término do “pagamento” dos débitos existentes junto a “contabilidade” Divina, dos carmas e da regressão da enfermidade. O paciente poderá ser curado na hora ou receber o tratamento e a enfermidade ir regredindo. Toda doença apresenta o processo evolutivo e o regressivo.”

Trataremos mais desse assunto em um artigo futuro sobre Karma.

Acredito que devemos buscar no templo religioso a força para carregar a nossa cruz.

7. O Caminho

O caminho na busca de um local para freqüentar é um tópico importante, já que muitos desistem por que não se adaptam ao local que escolheram.

Às vezes, é necessário que o médium ou paciente passe por vários lugares para chegar ao local com o qual se afinizará. É o caminho, que muitas vezes o prepara para o lugar onde ele ficará uma boa parte da sua vida.

Não existe regra, mas temos que acreditar no quanto é importante freqüentar algum grupo, seja de prece, de meditação, de estudo, centros espíritas ou templos de umbanda.

As pessoas que se sentem sozinhas encontram nos grupos companhia para conversar e para se distrair. É comum grupos de Ioga realizarem eventos ou passeios, o mesmo acontece em outros tipos de congregações, que realizam atividades extras para integração dos participantes, realizando diversões saudáveis e harmoniosas.

Se não conseguir se adaptar, mude de lugar. Hoje existe uma quantidade imensa de grupos, cada um com sua característica própria.

Não desista, o grupo é o local onde você receberá auxílio dos espíritos amigos e ainda a palavra confortadora daqueles que compartilham com você os ideais de fé e paz.

 

por Gustavo Martins

 

Fonte: http://www.grupopas.com.br/

 

Aranauam

Cura Real

Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta.
A cura real somente acontece do interior para o exterior …..

Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.

Não querem mudar de vida.

Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.

Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.

Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.

Toda cura é sempre uma autocura e o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro.

Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição.
Quando nos decidiremos?

Por José Carlos De Lucca do Livro: O Médico Jesus

Fonte: https://bemviverapometria.wordpress.com

 

Aranauam

Conhecendo seu Guia na Umbanda

É muito comum no inicio das incorporações, quando a gente está ansioso, com medo , curioso e inseguro para saber quem são nossas entidades, como trabalharam, nomes, etc… Todos nós médiuns já passamos por isso…..Quando há as incorporações o médium fica mais que atento a qualquer palavra que saia de sua boca “se eu falando ou a entidades, o que vai acontecer agora, o que ele tá fazendo” ….. tudo isso faz parte do início, pois ser consciente é perfeitamente normal e não é sinal de “falta de firmeza, ou imaturidade nas incorporações, ou fraqueza do médium.

E é nessa fase onde o médium atua muito junto com a entidade, por sua participação , ‘interatividade” que é peculiar nesse início, ocorre maior incidência de uma interferência do médium , sobrepondo a da entidade.

Porém, com o passar do tempo, o médium vai ganhando confiança, vai aprendendo a ficar mais alheio das manifestações da entidades, pois para ele não terá mais mistérios e se reservará da total abstenção de qualquer tipo de interferência, inclusive de sua própria opinião do que a entidade deveria agir, falar ou conduzir numa consulta.

Muitas pessoas desistem no inicio, por não aceitar sua consciência e não conseguir trabalhar psicologicamente essa questão e achar que é ele ali e não a entidade. De não insistir e entender que as incorporações vão se firmando com o tempo. Pois nossa forma de trabalhar mediunicamente é muitíssimo diferente de Candomblé e Espiritismo. E para a Umbanda a afinidade e sintonia nas incorporações é de fato, mais demorada. E nesse processo de ajustes, equalizações e estabelecer uma sintonia satisfatória , o médium deve entender que haverá sim erros, o seu sobrepor a própria entidade, o animismo, porque faz parte desses ajustes. Por isso o médium não deve ser permitido ao estarem sob influência das entidades; beber, fumar e principalmente, dar consultas e atender o público, quando essa sintonia não se estabelecer de fato, avaliado pelo dirigente e guias chefes da casa.

Não é que não podem ….. é normal as entidades não darem nomes de suas falanges no início, pois o médium ainda não está preparado mediunicamente falando … demora-se um tempo para estabelecer uma sincronia entre a faixa vibratória da entidade com a do médium e somente quando houver harmonia, e com menos risco de animismos por parte do médium, é que elas trazem sua falange.

Antes de tudo cada guia que incorpora é único, cada um é um espírito em particular, com seu jeito de agir e pensar. O nome de que se utilizam é apenas um indicativo da forma que trabalham de sua linha e irradiação. Por isso podemos ter vários espíritos trabalhando com o mesmo nome, sem que sejam por isso um só espírito.

É como ser um médico, engenheiro, etc… Todos possuem um conhecimento comum, além do conhecimento individual. E isso faz com que trabalhem de forma diferente, mas seguindo a mesma linha geral. A mesma coisa acontece com nossos guias, então é comum escutar:
– Como é o Caboclo X?
– Me conte a estória do Preto Velho Y
– Como é o ponto riscado do Exú Z?

Isso pode ocasionar vários promelhas no início do desenvolvimento, o médium lê uma descrição de que o Caboclo Y fuma. E ele fica com “isso” na cabeça, assim que chega no momento de trabalhar com o seu guia o Caboclo Y (também) ele pede um charuto, e aparti daí fica mais difícil de romper essa barreira anímica criada pelo médium.

Ou então o médium lê que o Exu Z quando incorpora ajoelha no chão, aí pensa, “nossa o que eu incorporo não ajoelha!!!” e começa a se sentir inseguro quanto a manifestação do seu guia, podendo com isso atrapalhar o seu desenvolvimento.

Pra resumir, a melhor forma de conhecer seu guia e através do tempo, do desenvolvimento e do trabalho com ele, assim pouco a pouco você vai se interando de como ele é, como gosta de trabalhar, etc.

 

Postado por: Carol Walent

 

Fonte: https://cantodoaprendiz.wordpress.com

 

Aranauam

Você conhece ou cria sua mediunidade?

Há muita gente portadora de faculdades mediúnicas passíveis de ser utilizadas pelos espíritos superiores, mas que, em gérmen, não foram trabalhadas ainda, de acordo com uma metodologia adequada.
Há também aqueles que são portadores de uma inteligência mais refinada e têm um passado espiritual cheio de experiências no campo religioso e místico. ao entrarem em contato com o conhecimento espiritual, eclode todo o conteúdo místico reprimido através do processo reencarnatório, por influência do cérebro físico, que age de forma a amortecer as vibrações do passado. Ao eclodir de sua intimidade certas tendências místicas e religiosas mal-sucedidas, e devido ao contato com o conhecimento espiritual, começam a se julgar portadores de faculdade mediúnica ou de mediunidade com tarefas especificas. Naturalmente, encontram sintonia com aqueles companheiros de seu passado espiritual que têm mesma tendência mística e religiosa. Isso não quer dizer que sejam médiuns na atual existência, ou que tenham uma tarefa mediúnica. Muitas vezes tais companheiros reencarnaram no meio espiritualista para corrigirem suas idéias extremistas do passado, ou para sanar alguns males decorrentes do abuso de sua inteligência. Como trazem o psiquismo comprometido com o religiosismo, ou com um certo sentimento místico, intitulam-se médiuns e incentivam outros no mesmo sentido, sem, contudo, ter qualquer tarefa mediúnica. Poderiam aproveitar melhor a sua reencarnação aprimorando-se intimamente, moralmente ou no campo das idéias, do que pretendendo ser médiuns sem o serem. Falamos aqui da mediunidade tarefa, quando o ser reencarna com uma finalidade específica no campo mediúnico.
Muitas vezes meus irmãos querem ser médiuns a qualquer custo e ignoram belos projetos que foram traçados no Mundo Maior em relação a si mesmos. Deixam de lado excelentes oportunidades de progresso, quando poderiam contribuir imensamente com a difusão do pensamento espiritualista, obcecados com a idéia de serem médiuns ou de serem reconhecidos como tais.
Existem também aqueles que são portadores de uma faculdade real, e não do produto de tendências extremistas do seu passado espiritual, mas que deixam de lado a oportunidade concedida pelo Alto. Ambos os casos merecem um estudo especial e um certo tato por parte daqueles que são a referência para suas vidas no que se refere às questões espirituais, a fim de reconduzi-los ao bom senso.

Ditado pelo espírito de JOSEPH GLEBER
Livro: ALÉM DA MATÉRIA
Médium: Robson Pinheiro
Ed. Casa dos Espíritos

Aranauam

Na Umbanda ou no Espiritismo, sede perfeitos!

É engraçado quando estamos em uma roda de amigos cuja religião em comum é a umbanda ou o espiritismo.

Ouço as mais escabrosas considerações principalmente acerca da umbanda. Talvez por ser uma religião ainda cheia de rituais. Mas também no espiritismo, tenho reparado que mais e mais pessoas abrem suas casas e sem conhecimento nenhum passam a pregar o Evangelho de Kardec.

Ora, não estudou, não tem interesse e deixam ao encargo de outros a função de dirigir o trabalho.

É preciso se preparar. Isso também é fazer a caridade. Como pretendem doutrinar um espírito se acaso não puderes confrontá-lo ao menos com conhecimento?

É aí que começa o declínio. E o tombo é forte, hein.

Tem um trecho de um ponto cantado umbandista que diz: “A Umbanda tem fundamento, é preciso preparar”. Assim também no espiritismo.

É preciso preparar, é preciso estudar.

Acender velas, colocar colares, roupa branca, andar com evangelho de baixo do braço, dizer que recebe doutor tal, professor disso, padre não sei das quantas, caboclo fulano, exu ciclano, guia forte, guia poderoso e por ai afora….

Se acaso o seu interesse seja a prática do amor e caridade, aprenda. Se tens interesse em ajudar o próximo, abra seu coração, confia no Senhor teu Deus e não queira ser mais do que ninguém. Isso não te levará a nada.

A escada que serve para te conduzir a evolução é a mesma a conduzir-te na estagnação e derrota.

Não sabemos quantas encarnações ainda temos nesse planeta. O tempo está muito curto.

Nosso amigo espiritual Emmanuel nos elucida a respeito das religiões num pequeno trecho retirado do livro Palavras de Emmanuel:

“A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem.”
Preciso dizer mais alguma coisa?

São palavras psicografadas por Chico Xavier a mais de 40 anos, e pasmem ainda nos serve e servirá a muitas gerações se acaso não trabalharmos na reconstrução e do fortalecimento da palavra de Deus, seja pregando ou ensinando a verdadeira Umbanda (sem sacrifícios e sem comércio) seja pregando o espiritismo codificado por Kardec.

Unamos nossas forças na seara do bem. Deixemos para nossos filhos e netos os ditames de Cristo que a tantos de nós consolou.

Sejamos suas mãos no trabalho fortuito e sua voz na condução dos cegos.

E vivamos o Presente como quem recebe um Presente, com felicidade, com amor, compaixão e responsabilidade.

Que a paz do Senhor encha todos os vossos corações.

Dani Machado.

 

Fonte: http://religiaoespirita.com/

 

Aranauam

NÃO SOU MESTRE DE NINGUÉM

Não sou mestre de ninguém.
Ninguém é discípulo meu.
Sou como a flecha na encruzilhada,
Cuja missão é apontar o caminho certo,
E depois ser abandonada…
Se o viandante não ultrapassar a seta,
Não cumpre o desejo da mesma.
Ai de mim se eu não for abandonado!
Se o viandante parar diante de mim,
Contemplando a minha forma e cores.
Se, em vez de demandar a invisível longinqüidade,
Se enamorar da minha visível propinqüidade,
E não compreender a minha mensagem,
Que aponta para além de mim,
Rumo ao Infinito. .
Ai de mim, se eu for espelho,
Perante o qual os homens parem
Para se contemplarem a si mesmos,
Em mortífero narcisismo!
Feliz de mim, se eu for janela aberta,
Que permita visão de horizontes longínquos,
Passagem franca para o Infinito!
Não sou mestre de ninguém,
Ninguém é discípulo meu!
Indico a todos, o Mestre invisível,
Que habita na alma de cada um,
E para além de todos os mundos.
Sinto-me feliz, quando o viajor,
Orientado pela legenda da minha seta,
Abandona-me e vai em demanda
Da indigitada meta,
Em espontânea liberdade,
Rumo à longínqua felicidade…

Autor: Huberto Rohden

Fonte: http://www.ippb.org.br/

Aranauam

Enraizando a consciência

A busca espiritual em geral se inicia pelo anseio por descobrir uma nova maneira de viver, e só surge quando as circunstâncias da existência se tornaram insuportáveis e uma necessidade premente de mudança se instala em nosso interior.

O sofrimento é a motivação, pois ninguém se torna um buscador se ele não estiver presente em algum momento. Aquele que já encontrou a fonte original do Ser encontra-se desfrutando a vida e não pode ser abalado por nenhuma circunstância exterior. Ele se mantém o tempo todo enraizado na consciência.

Mas os que ainda não alcançaram este estado sentirão em si o peso dessa inconsciência, pois o ego se alimenta de conflitos, dúvidas, medos e todo tipo de miséria emocional que a vida inconsciente pode gerar.

Na medida em que iniciam a jornada, muitas vezes as dificuldades parecerão ainda maiores, pois os desafios não poderão mais ser resolvidos com os velhos esquemas da mente. Alguma centelha de luz já começou a surgir e a consciência de que uma nova forma de reagir é possível, tem início.

Nessa caminhada, é importante buscar o apoio daqueles que já se encontram no Caminho, pois eles serão uma luz, um importante apoio nos primeiros passos na jornada. Porém, é essencial manter a firme decisão de, em algum momento, abandonar esse ponto de sustentação, para que ele não se transforme num obstáculo.

Guiar-se pela fonte de amor e sabedoria que habita em seu interior é a meta final de todo buscador. Nesse processo, aprender a dominar a mente e os esquemas ilusórios que ela impõe, levando à repetição de velhos padrões, é o único meio de se alcançar a Verdade.

Autor: Elisabeth Cavalcante

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/

Aranauam

Profissão e Religião: Qual o limite?

Assunto complicado é o de separar o trabalho da nossa vida, principalmente quando falamos de religião

É sempre muito delicado falar de religião, porque cada um possui a sua e a defende com unhas e dentes, no sentido figurado, claro. Todos nós temos a nossa fé, aquela a quem recorremos nos nossos momentos de angústia ou dúvida, para agradecer por uma meta alcançada que julgávamos impossível de realizar ou pedir pela saúde de um ente querido, mas precisamos ter em mente que no trabalho, no nosso ambiente de produção, é o momento de estar focado no objetivo, no cumprimento da nossa meta, acima de qualquer outro tema.

Muitas vezes por ter em mente seus ensinamentos de fé, algumas pessoas podem ter seu julgamento afetado devido ao fato de um colega de trabalho fazer parte de uma religião diferente daquela que eles seguem e não se deve excluir ou desmerecer um indivíduo baseado na divergência teológica, porque ele pode ser um grande profissional ou pessoa de grande caráter e que virá a contribuir muito para a equipe.

Vivemos em um país de grande variedade de religiões, de espíritas a católicos, de umbandistas a evangélicos passando por judeus, budistas e por aí vai, baseado nisso é que devemos exercer ao máximo a compreensão, aceitação e respeito para com aqueles que têm crenças diferentes das nossas. E se queremos que respeitem nossa crença, devemos respeitar as outras também.

É bom durante uma entrevista de emprego, citar discretamente sua religião para medir a aceitação da futura empresa sobre a sua fé, isso lhe dará uma idéia do nível cultural da instituição e você saberá se, caso seja aceito para trabalhar, o quanto poderá ficar a vontade para falar sobre o assunto com seus colegas, poder usar algum símbolo sem se sentir criticado ou ter um momento que poderá exercer uma reflexão ou oração do modo que está acostumado.

Vou citar um caso que aconteceu em uma empresa que trabalhei uma vez: Uma jovem do setor de produção estava passando por um problema de saúde e era necessário operar, o que gerou vários debates entre nós, seus colegas de trabalho, foi o fato de que sua religião não permitiria que ela fizesse uma transfusão de sangue, mesmo que fosse altamente necessário, a ponto de sua vida depender disso. Claro que nenhum de nós tinha o direito de dizer a ela que renegasse sua crença ou enfrentasse sua família baseado no fato que colocaria sua própria vida em risco pela sua fé. Tudo o que pudemos fazer foi pedir a ela que pensasse na falta que faria como pessoa e profissional para nossa empresa e respeitar sua decisão. Fico feliz em dizer que tudo correu bem na operação dela.

Tudo que somos se baseia na nossa fé, na religião que nos guia na delicada arte de lidarmos com as dificuldades do dia-a-dia, seja entre amigos, seja no trabalho fazendo, na maioria das vezes, esforços para ter em mente os mandamentos de união, solidariedade e companheirismo que ela nos ensina. E não precisa fazer do seu trabalho a sua religião, tudo tem seu lugar certo, saber separar as coisas é fundamental para vivermos bem em sociedade e evita nos isolar em uma atmosfera carregada de preconceitos morais que só faz mal a nós mesmos.

Fé é importante, profissionalismo é importante e o mais importante é termos todos eles em equilíbrio nas nossas vidas. Saiba construir os limites.

PEDRO FAGUNDES AZEVEDO

Fonte: http://www.administradores.com.br/

Aranauam

É verdade que os animais nos protegem?

Por toda a existência humana, o homem sempre buscou uma presença animal como forma de ajuda, proteção ou simplesmente companheirismo. Se voltarmos no tempo, veremos que os cães foram os primeiros animais de estimação do homem; que os egípcios contemplavam os gatos por eles protegerem contra os maus espíritos; que há estudos científicos em que comprovam o uso benéfico de animais como forma de tratamento a pacientes debilitados.

Os animais de estimação, se pensarmos bem, fazem parte de nós – como a ideia de muitos dizerem que seu bichinho é seu “filho”. É muito bom termos um em casa, de gato a peixe, pois eles nos protegem, involuntariamente, de energias negativas. Na filosofia aquantarista, estudamos que os animais servem de “escudo” aos seus donos. Isso ocorre porque, na prática, os animais são, teoricamente, mais “fracos” que nós, humanos.

Quando passamos por algum tipo de “ataque” – entendemos isso como alguma energia desfavorável que nos ataca, como inveja, olho gordo, etc –, os primeiros a serem atingidos são os animais. Por isso da importância de se ter um animal em casa. Eles nos protegem das mazelas espirituais. Além disso, eles também exercem a função de limpeza do ambiente e das pessoas que lá estão. Já reparou como o gato gosta de andar de um lado a outro, roçando nas pernas do dono? Ou então, já presenciou um cão latir ao nada, como se ele estivesse vendo algo em que os olhos humanos não conseguem enxergar? Tudo isso é indício de que eles estão nos ajudando – seja na limpeza ou na proteção.

Reparou que seu animalzinho está doente? Pois bem, ele está exercendo o papel de “escudo”, ou seja, protegendo seu dono e todos que na casa vivem. Mas não fique preocupado se seu animal de estimação ficar mal, ajude-o no que for preciso no momento – levando-o ao veterinário –, que logo ele melhorará.

Fonte: http://www.aquantarium.com.br/

Aranauam

Os cães podem ver espíritos?

O fato narrado é absolutamente natural e até muito comum. Os Espíritos ensinam que nos animais há uma inteligência, porém, limitada (questão 593). Comentando a questão, Kardec afirma que “há neles uma espécie de inteligência, mas cujo exercício quase que se circunscreve à utilização dos meios de satisfazerem às suas necessidades físicas e de proverem à conservação própria”. Mais adiante, na questão 597, ensinam os Espíritos que há nos animais uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. “É também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus”.

Na questão 606, afirmam os Espíritos que o princípio inteligente dos animais é tirado do elemento inteligente universal, assim como o do homem, sendo que no homem passou por uma elaboração que o coloca acima da que existe no animal. É uma fase de preparação para alçar vôos mais altos. Uma espécie de germinação, que vai propiciar a esse princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito (questão 607). O reino animal, desse modo, é uma espécie de germinação, que vai propiciar ao princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito, entrando, então, a partir daí, no período de humanização. Há nos animais aptidões diversas, comuns aos seres humanos, tais como certos sentimentos, certas paixões e faculdades espirituais outras que estão em desenvolvimento.

Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, transcreve uma mensagem de Erasto, em que ele explica que “é certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais. Ainda com mais freqüência vedes cavalos que se negam a avançar ou a recuar, ou que empinam diante de um obstáculo imaginário. Pois bem! tende como certo que o obstáculo imaginário é quase sempre um Espírito ou um grupo de Espíritos que se comprazem em impedi-los de mover-se. Lembrai-vos da mula de Balaão que, vendo um anjo diante de si e temendo-lhe a, espada flamejante, se obstinava em não dar um passo. E que, antes de se manifestar visivelmente a Balaão, o anjo quisera tornar-se visível somente para o animal.”

Portanto, o que pode estar ocorrendo com seu cachorro é que ele está tendo a visão de algum espírito que lhe está aparecendo, causando-lhe susto e, em conseqüência, latidos. Os animais, como vimos da explicação do espírito Erasto, têm capacidade para perceberem o plano espiritual, embora, evidentemente, não possam servir como médiuns, pois sua inteligência não está o suficiente desenvolvida para tanto. Procure melhorar a ambiência espiritual de sua residência, para evitar que espíritos perturbadores encontrem as vibrações de que necessitam para se aproximarem. Continue orando e, se ainda não o faz, comece a fazer a Reunião do Evangelho no Lar, para que, não somente você, mas todos da família e auxiliares possam receber os seus benefícios, que envolvem todo o ambiente doméstico.

Janela Espírita

Fonte: CVDEE

Retirado do site: http://animaiseoespiritismo.blogspot.com.br/

Aranauam

 

Prudência na Atualidade

Mensagem mediúnica recebida na Federação Espírita Brasileira em 10/05/2014

 

Prudência

Aquietemo-nos! Relembram os Instrutores Espirituais.

A transição recomenda prudência.

A Pátria do Cruzeiro, com a responsabilidade de representar a fraternidade na Terra, está diante dos olhos do Mundo que aproveitando a ocasião dos jogos redescobre o Brasil.

Colocamo-nos, nesse momento, à disposição dos benfeitores, para pedir as bênçãos para nossa gente, para nossa terra, para nosso torrão Natal. E percebemos o cuidado dos Espíritos Nobres que representam os Pais da Pátria, para zelar pelo equilíbrio, pela prudência e pela ordem.

Os benfeitores nos recomendam prudência. Aquietarmos antes de acelerarmos; paciência, antes que a preocupação maior; oração, antes que o receio.

Os nossos Amigos Maiores pedem que nos habituemos nesses dias: amanhecer orando pela Pátria; durante o dia, mentalizar a paz na Pátria; ao adormecer, orar pelo equilibro da Pátria, porque o mundo espiritual nobre, certamente, cuidando de nós, cria as condições de defesa para que os acontecimentos ocorram com equilíbrio, para que a ordem não se deixe vencer pela desordem, para que a prudência nos conduza com equilíbrio à condução do processo das mudanças necessárias.

Os irmãos infelizes, acostumados à balburdia, à desordem no mundo espiritual inferior, querem aproveitar, também, no seu trabalho organizado, chamar atenção do mundo, para desmoralizar o grande Programa de Jesus para o Brasil.

Por isso, em nome deles, nós queremos pedir aos nossos companheiros o hábito da oração em favor da paz.

Teremos, certamente, preocupações graves que devem esperar de nós e receber das nossas orações o testemunho do equilíbrio, para que as forças do mal não encontrem espaço também em nós.

Os espíritas conhecedores desses acontecimentos, da ação dessas criaturas infelizes, nossos irmãos, devemos estar conscientes de que representamos elos da grande corrente da Bondade que protege o grande programa que o Cristo de Deus colocou nas mãos do povo Brasileiro.

Estejamos, pois, meus irmãos, atentos, não sejamos aqueles que multipliquem as más informações e notícias, mas asserenados, aquietados, nos liguemos aos benfeitores, nesse momento importante, para que possamos transmitir para o Mundo inteiro a nossa gente tão boa, a expectativa de um ambiente de paz e de um povo ordeiro e generoso, e sobretudo Cristão.

Orando juntos, estaremos ligando as forças vivas da bondade, que emana do coração do nosso mestre, o Cristo de Deus, estaremos oferecendo aos nossos dirigentes encarnados, aqueles homens e mulheres que têm a incumbência de zelar pelo equilíbrio e pela orientação política, econômica, social do Brasil, para que os acontecimentos, que possam ocorrer, não perturbem a

generalidade da Nação, e para que o programa do Cristo se faça maior do que os transtornos, e para que, de um modo geral, todos nós contribuamos para a paz.

Mantenhamo-nos aquietados, confiantes, vigilantes e orando, entregando-nos às mãos santíssimas de Jesus de Nazaré.

O Anjo Ismael, aqui, na Federação Espírita Brasileira, organizou programa de trabalho intenso, com os espíritos que representam os dirigentes espirituais do Brasil, para estabelecer nos pontos estratégicos, em Brasília, nas demais cidades importantes do País, as defesas geradas, necessárias para a vigilância e para que a ordem não se perturbe.

Não tenhamos receios, confiemos atentos.

Os momentos políticos que vive o planeta não têm como não refletir no Brasil, e representando o foco do Mundo nesses dias é importante que estejamos aqui na nossa Casa, oferecendo o melhor ambiente vibratório de beleza espiritual, para que o Anjo Ismael possa cumprir, com o apoio dos Espíritos Nobres, o programa de Jesus.

Os momentos recomendam prudência, como dizíamos, e cuidado.

Oremos meus irmãos e mantenhamo-nos em paz.

Que Jesus abençoe a Pátria que amamos, que o Cristo de Deus ilumine as consciências das nossas autoridades, que os ambientes dos jogos sejam protegidos pelas forças da luz, e que a nossa certeza na condução dessas energias nobres faça de nós também instrumento da paz.

Que o Cristo de Deus nos abençoe, abençoe a Federação Espírita Brasileira, abençoe o nosso País, e nos inclua no grande programa dos trabalhadores do Bem.

Abraço-vos, fraternalmente,

José do Patrocínio.

(Degravação de psicofonia pelo médium João Pinto Rabelo, na reunião do Grupo de Assistência e Apoio aos Povos da África, na sede da FEB, no dia 10 de maio de 2014)
Fonte: http://www.febnet.org.br
Publicado Por: Raul Ventura

Retirado do site: http://180graus.com/

 

Aranauam

Dicas para formar a espiritualidade na família

Que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como pretende transmiti-la a eles?

 

espiritualidade na vida familiar é uma grande ferramenta para viver com maior plenitude e dar à vida um sentido transcendente.

Apresentamos, a seguir, uma série de dicas muito concretas e práticas que podem servir de apoio para os pais de família, educadores, catequistas e para todas as pessoas envolvidas na formação integral, precisamente para “formar” esta espiritualidade em todos os membros da família:

1. Revise suas próprias crenças. Pergunte-se quão convencido você está daquilo em que crê, do que professa e em que grau você o pratica. Pergunte-se que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como lhes dará isso. Lembre-se que o exemplo e o que os seus filhos veem são os fatores que mais educam. Você vai à Missa aos domingos? Reza com frequência? Vive constantemente na presença de Deus?

2. Inclua a espiritualidade na vida dos seus filhos desde cedo. As crianças muito pequenas não compreendem quem é Deus, mas se você lhes falar dele, começarão a se familiarizar e a conhecê-lo. Conte-lhes a história sagrada em forma de conto; fale da vida dos santos; reze com os seusfilhos.

3. Aproveite as atividades da vida cotidiana para ensiná-los a viver umaespiritualidade natural e espontânea. Ensine-os a agradecer por tudo o que têm: pais, amigos, avós, cachorro, talentos… Ensine-os a dar aos que têm menos, a compartilhar, a amar.

4. Dê aos eventos sagrados toda a importância que merecem: Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação… Destaque a grandeza que eles merecem, ensine que o mais importante é receber a graça de Deus e que é por isso que preparam um evento bonito, alegre, com todos os amigos e familiares. Mostre que tais momentos precisam de preparação e alegria, porque Jesus é o melhor que há. Você, como pai ou mãe, precisa estar convencido(a) disso para poder transmitir essa alegria, esse amor, essa importância.

5. Apoie-se em instituições, pessoas ou catequistas que possam colaborar com você nesta formação espiritual. Recorra à sua paróquia, onde certamente haverá algum movimento bem estabelecido que lhe dê todos os elementos para alcançar isso com maior facilidade, conseguindo torná-lo interessante.

6. Faça que tudo isso seja divertido, atraente. Que realmente gostem. Adapte a informação e a formação à idade dos seus filhos. Atualize-se: que seus comentários e exemplos se adaptem ao que eles vivem, escutam, percebem… Que não vejam a espiritualidade como algo do passado, coisa de velhinhos, que não tem relação nenhuma com sua vida. Pelo contrário: que a vejam como a arma maravilhosa que dá sentido às suas vidas.

7. Ensine-os uma forma simples de orar. Que conversem com Deus como conversam com um amigo. Que vejam Jesus como seu confidente, seu melhor amigo. Que reconheçam que Jesus pode escutá-los, ajudá-los, levá-los a ser melhores.

8. Confira um caráter “espiritual” a todas as festividades religiosas. Procure fazer um contrapeso com tanto materialismo e comercialização apresentados pela sociedade. O Natal é importante porque é o nascimento de Jesus. A Páscoa é importante porque Jesus ressuscita… E assim em cada festividade: preencha-as de conteúdo espiritual, sem tirar os presentes, a diversão. Que seus filhos entendam que é tudo bonito porque se tem Deus.

9. Com os jovens, aproveite suas inquietudes intelectuais, sua capacidade crítica, seu comportamento rebelde, para que estudem, aprofundem, pesquisem e finalmente se convençam da grandeza de Cristo. É preciso desafiá-los para que percebam que Jesus é quem dará sentido às suas vidas.

10. Tudo isso com um grande amor e respeito pelos nossos filhos, porque eles são merecedores do grande amor de Deus. Precisam conhecê-lo, senti-lo, amá-lo. Como pais católicos, este é o nosso dever e nosso compromisso com Deus.

(Artigo publicado originalmente por Desde la Fe)

Fonte: http://www.aleteia.org/

 

Aranauam

Os sete corpos ou níveis de consciência

Imagem sem título

1 – Corpo Físico
2 – Corpo Etérico
3 – Corpo Astral
4 – Corpo Mental Inferior
5 – Corpo Mental Superior
6 – Corpo Búdico
7 – Corpo Átmico

2.    0s Corpos Espirituais

Os corpos espirituais, corpos ou dimensões psíquicas, níveis mentais ou consciências, são termos que vem sendo usados
para expressar a constituição do Homem em sua plenitude. Esta terminologia é adotada pela Teosofia, Esoterismo, outros ramos do
ocultismo e algumas religiões orientais. O Espiritismo considera o homem como uma trilogia:
Corpo somático ou físico, perispírito e espírito.
Para KARDEC alma e espírito são sinônimos.
Para os Católicos e Protestantes existem apenas alma e corpo físico.

 

corpos

2.1 Corpo Físico

É objeto de estudo das Ciências biológicas.
Para os  espiritualistas  reencarnacionistas  (espíritas,  teosofistas,  esotéricos,  umbandistas,  budistas,  hinduísta,  e outros),  o  corpo
físico é o instrumento para manifestação, experimentação e aprendizagem no mundo físico.
Corpo e meio físico pertencem à mesma dimensão eletromagnética.
Carcaça de carne, algo semelhante a um escafandro, pesado e quase incômodo, é constituído de compostos químicos habilmente
manipulados pelo fenômeno chamado vida. O único estudado e relativamente conhecido pela ciência oficial. Nele, somatizam-se os
impulsos  desarmônicos  originados  nos  demais  corpos,  níveis  ou  subníveis  da consciência,  em forma de doenças,  desajustes  ou
desarmonias, que são simples efeitos e não causa.

2.2 Corpo Etérico

Envolve o  corpo  físico,  tem estrutura extremamente  tênue,  invisível  ao  olho  humano,  de natureza eletromagnética e
comprimento  de onda superior  ao  ultravioleta,  razão  porque é dissociado  por  esta.  Quando  exalado  de sensitivos  ou  médiuns
proporciona os  fenômenos  espirituais  que envolvem manifestações  de ordem física como  “materializações”,  teletransporte,
dissolução  de objetos e outros. O material exalado é conhecido por ectoplasma. Fragmentos deste material foram analisados em
laboratórios e mostraram-se predominantemente, constituídos por elementos protéicos.
O duplo etérico tem a função de estabelecer a saúde, automaticamente, sem a interferência da consciência. Funciona como
mediador plástico entre o corpo astral e o corpo físico. Possui individualidade própria, mas não tem consciência. Promove a ação de
atos volitivos (frutos da vontade), desejo, emoções, etc., nascidos na “Consciência Superior”, sobre o corpo físico ou cérebro carnal.
A maioria das enfermidades atinge antes o duplo etérico. As chamadas cirurgias astrais, via de regra, são realizadas neste corpo.
O duplo  etérico  pode ser  exteriorizado  ou  afastado  do  corpo  físico  através  de  passes  magnéticos.  É  facilmente  visto  por
sensitivos treinados. Dissocia-se do corpo físico logo após a morte e, a seguir, dissolve-se em questão de horas.
Alma Vital,  vitalidade prânica,  reproduz  o  talhe (formato) do  corpo  físico,  estrutura tênue,  invisível,  de natureza
eletromagnética densa,  mas  de comprimento  de onda  inferior  ao  da  luz  ultravioleta,  quase imaterial.  Distribui  as  energias
vitalizantes pelo Corpo Físico, promovendo sua harmonia.  Essas ligações acontecem ou se fazem por cordões ligados aos centros de
força. Pode-se dizer que se trata da matéria mais pura, beirando a imaterialidade.
O corpo  etérico  (a palavra vem do  “éter”,  estado  intermediário  entre a  energia e  a matéria)  compõe-se de minúsculas
linhas de energia, parecidas com as linhas numa tela de televisão. Tem a mesma estrutura do corpo físico e inclui todas as partes
anatômicas e todos os órgãos. Os tecidos do corpo só existem como tais por causa do campo vital que os sustenta. A estrutura do
corpo etérico, semelhante a uma teia, está em constante movimento. Para a visão dos clarividentes, faíscas de luz branco-azulada
movem-se ao longo das linhas de energia por todo o denso corpo físico.

 

2.3 Corpo Astral

Tem a forma humana. Invólucro espiritual mais próximo da matéria, que podem ser vistos pelos médiuns clarividentes.
Esta estrutura corpórea sutil, todos os espíritos a possuem. Assim como o corpo para os humanos é tão necessário, para os espíritos
é também necessária para a sua manifestação, na dimensão em que se encontram no Astral. O corpo astral não possui a mesma
densidade em todas as criaturas humanas.
Quando  as  pessoas  se apaixonam,  podem se ver  belos  arcos  de luz  rósea  entre os  seus  corações,  e uma bela cor  rósea
adiciona-se às pulsações áureas normais na pituitária. Quando as pessoas estabelecem relações umas com as outras, criam cordões,
a partir dos chakras, que se ligam. Quanto mais longa e profunda for à relação, tanto mais numerosos e fortes serão os cordões.
Quando as relações terminam esses cordões se dilaceram, causando grande sofrimento.
A sua forma pode ser  modificada pela vontade ou  pela ação  de energias  negativas  auto-induzidas.  A maioria das
manifestações  mediúnicas,  ditas  de incorporação,  processa-se através  do  corpo  astral,  o  qual  é  dotado  de emoções,  sensações,
desejos, etc, em maior ou menor grau, em função da evolução espiritual.
O corpo  astral  sofre moléstias  e deformações  decorrentes  de viciações,  sexo  desregrado,  prática persistente do  mal  e
outras  ações  “pecaminosas”.  Separa-se,  facilmente,  durante o  sono  natural  ou  induzido,  pela ação  de traumatismos  ou  fortes
comoções, bem como pela vontade da mente.
Luminosidade variável, branca argêntea, azulada etc. É o MOB (Modelo Organizador Biológico), é o molde que estrutura o
Corpo Físico. Observável por fotografias, vidência, moldagens, impressões digitais, tácteis e aparições fantasmagóricas.
Este corpo  é utilizado  no  mundo  espiritual  para incorporar  espíritos  já desprovidos  dele,  tal  como  nossas  incorporações
mediúnicas.
O Corpo  Astral  pode desencaixar  (desdobrar) do  Físico  por  anestesia,  coma alcoólico,  droga,  choque emotivo  ou
desdobramento  apométrico  da mesma forma que o  Duplo  Etérico.  É  com ele que,  nos  trabalhos  com a  técnica  da Apometria,
projeções astrais conscientes ou por sonho, viajamos e atuamos no tempo e no espaço.

2.4 Corpo Mental Inferior ou Mental Concreto

O terceiro corpo  da aura é o corpo mental, que se estende além do corpo emocional e se compõe de substâncias ainda
mais finas, associadas a pensamentos e processos mentais.
Esse corpo aparece geralmente como luz amarela brilhante que se irradia nas proximidades da cabeça e dos ombros e se
estende à volta do corpo. Expande-se e torna-se mais brilhante quando o seu dono se concentra em processos mentais.
O corpo mental também é estruturado. Contém a estrutura das nossas idéias. Quase todo amarelo, dentro dele podem ver-
se formas  de pensamento,  que parecem bolhas  de brilho  e formas  variáveis.  Tais  formas  de pensamentos  têm cores  adicionais,
superpostas  e que,  na realidade,  emanam do  nível  emocional.  Pensamentos  habituais  tornam-se forças  “bem-formadas” muito
poderosas, que depois exercem influência sobre a vida.
É sede das percepções simples e objetivas como de objetos, pessoas, etc. É importante veiculo de ligação e harmonização
do binômio razão-emoção. Viciações oriundas de desregramento sexual, uso de drogas e outras podem atingir, fixar-se e danificar
este corpo.  Alma inteligente,  mentalidade,  associação  de idéias,  sua aura ovalada envolve todo  o  corpo,  pode ser  registrado  por
fotografias ou percebido pela vidência. É o corpo que engloba as percepções simples, através dos cinco sentidos comuns, avaliando
o mundo através do peso, cheiro, cor, tamanho, gosto, som, etc. É o repositório do cognitivo (conhecimento). É o primeiro grande
banco de dados onde a mente física busca as informações que precisa, seu raciocínio é seletivo. Está mais relacionado com o Ego
inferior ou Personalidade encarnada.
Este corpo, quando em desequilíbrio, gera sérias dificuldades comportamentais tais como comodismo, busca desenfreada
de prazeres mundanos, vícios etc. Normalmente sua forma é ovalada, mas pode ocorrer em raros casos uma forma triangular ou
retangular, tem cores variáveis, podendo desdobrar-se em sete sub-níveis com os mesmos atributos.

2.5 Corpo Mental Superior ou Mental Abstrato

Memória criativa e pode ser percebido pela vidência. Este corpo é o segundo grande banco de dados de que dispõe o ser.
Ele elabora e estrutura princípios e idéias abstratas, buscando sínteses ou conclusões que por sua vez são geradoras de novas idéias
e assim por diante, infinitamente.
Ocupa-se de estudos e pesquisas visando o aprimoramento do ser. Por ser o equipo (local) do raciocínio criativo, é nele que
acontece a elaboração do processo responsável pelo avanço científico e tecnológico, além de todo nosso embasamento filosófico.
É o corpo que faz avaliações, formula teorias, relaciona símbolos e leis. É também conhecido como corpo causal.
Elabora princípios e idéias abstratas, realiza análise, sínteses e conclusões. É sede das virtudes e de graves defeitos.

 

O Dr. LACERDA sugere que o Corpo Mental Superior seja de natureza magnética, com freqüência muito superior a do corpo
astral. Importância deste fato:
A força da mente é poderosa e pode fazer o bem ou o mal, consoante, a intenção com que é projetada. Alguém já disse que todo
pensamento bom é uma oração e todo o pensamento mau é um feitiço. Por outro lado quem vibra em amor, constrói ao redor de si
um campo energético protetor contra a ação de mentes negativas (mau olhado, feitiço, magia negra, etc). Do mesmo modo, afins se
atraem.

2.6 Corpo Búdico ou Buddhi

É possível dizer que BUDDHI é o perispírito na acepção etimológica do termo: constitui a primeira estrutura vibratória que,
envolvendo  o  espírito,  manifesta-o  de modo  ativo.  Sendo,  este corpo,  atemporal  (como  também o  mental  superior),  usando  a
técnica de atingir essa dimensão superior das criaturas, pode-se de lá, vasculhar seu passado, conseguindo detectar vivências muito
dolorosas, sedimentadas em um Passado escondido, por vezes muito remoto, quando não remotíssimo.
Pouco se sabe sobre a forma e estrutura vibratória deste corpo que está mais próximo do espírito.  Tão distante está dos
nossos  padrões  e dos  nossos  meios  de expressão  que não  há como  descrevê-lo.  Recentemente temos  tido,  através  de médiuns
videntes  muito  treinados,  tênues  percepções  visuais  e sensoriais  relativas  a este  corpo.    Tem como  atributo  principal  o  grande
núcleo da consciência. Lá as experiências e acontecimentos ligados ao ser estão armazenadas e é de lá que partem as ordens do
reciclar permanente das experiências mal resolvidas.
Composto pelas três Almas – Moral, Intuitiva e Consciencial – veículos e instrumentos do espírito.
Alma  Moral  –  Discernimento  do  bem e do  mal  sob  o  ponto  de vista individual,  tem a forma de um sol  em chamas,  é o
veículo do espírito, que o impulsiona a obediência às leis do local onde ele está encarnado e comanda o comportamento da
entidade encarnada em relação ao meio.

Alma Intuitiva – Intuição, inspiração do gênio científico, literário e artístico. Iluminismo.
Em forma de ponta de lança triangular irradiando em torno, chamas ramificadas, animada de movimento rotatório lento,
antena captadora e registradora das informações que vibram no cosmo.
Instrumento da inspiração.

Alma Consciencial – Em forma de pequeno sol muito brilhante, radiações retilíneas, centro da individualidade espiritual.
Consciência coordenadora e diretora da vida, elo de ligação com a Centelha Divina.

De um modo geral o Corpo Búdico é pouco conhecido. Longe de nossos padrões físicos e de nossos meios de expressão, não  há
como compará-lo.
É  o  verdadeiro  perispírito,  ao  final  do  processo  evolutivo,  quando  os  demais  a ele se fundirão.  É  nele que se gravam as
ações do espírito e dele partem as notas de harmonia ou desarmonia ali impressas, ou seja, as experiências  bem significadas estão
ali arquivadas e são patrimônio do espírito. As experiências mal resolvidas são remetidas de volta à personalidade encarnada para
novas e melhores significações. E por ser, no espírito, o grande núcleo de potenciação da sua consciência cósmica, suas impulsões
terão seus efeitos visíveis e somatizados no Corpo Físico ou no psiquismo da personalidade encarnada.
Quando  em trabalho  de limpeza dos  cordões  energéticos  que ligam os  corpos,  observamos  que ao  se desbloquear  os
cordões,  intensa  e luminosa torrente de luz  multicor  jorra até os  corpos  inferiores.  Observados  pela visão  psíquica (vidência),  o
Buddhi e o Átmico formam maravilhoso e indescritível conjunto de cristal e luz girando e flutuando no espaço.

2.7 Corpo Átmico ou Espírito Essência ou Centelha Divina

O Corpo Átmico ou Espírito puro, esse eu cósmico constitui a Essência Divina em cada ser criado.
Disse JESUS: “Vos sois Deuses”, pois somos idênticos a DEUS pelo ser (essência), mas diferente dele pelo existir, pois DEUS é
eternamente presente. O Absoluto, o Universal, manifesta-se em cada um dos seres individualizados, por menores que sejam.
O evoluir  do  Homem  consiste em viver  e experienciar  em todos  os  níveis  da criação,  desde o  físico  até o  Divino  ou
Espiritual,  para,  desta experiência,  recolher  conhecimento  e  percepções  que  propiciam o  desenvolvimento  harmonioso  de seu
intelecto  e  sensibilidade de  maneira a tornarem-no  sábio  e  feliz.  Ao  longo  de sua  jornada evolutiva a  criatura  humana  sofre
sucessivas  “mortes” e vai  perdendo  seus  corpos,  sem perder  os  “valores” inerentes  a cada um deles.  É  como  a flor  que na sua
expressão de beleza pura, contém a essência do vegetal por inteiro.

Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade – PROSER

Finalmente a medicina/ciência está acordando para nossa realidade espiritual e deixando de lado sua visão materialista, espero que surjam mais profissionais dispostos a criar e participar de programas que unem o físico e o espiritual.
Wanderley Donaire Maganha
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
“Negligenciar a dimensão espiritual é como ignorar o aspecto social ou psicológico do paciente e resulta em falha ao tratar a pessoa integralmente.”
Harold Koenig em Espiritualidade no cuidado com o paciente.
O ProSER é um grupo de profissionais da área da saúde que visa dar assistência terapêutica, estudar, pesquisar, investigar e gerar informações a respeito da relação entre saúde, espiritualidade e religiosidade. O ProSER respeita os diferentes credos e adota uma postura desvinculada de religiões.
Mais especificamente o PROSER busca:
•Investigar o impacto da espiritualidade e religiosidade em saúde mental de pacientes internados no IPq.
•Promover atividades terapêuticas que investiguem e promovam o contato com a espiritualidade e religiosidade, com foco em saúde mental.
•Promover assistência às necessidades e conflitos espirituais e religiosos na interface da saúde mental.
•Incentivar e criar “banco de ideias” em pesquisa na interface entre saúde mental e espiritualidade/religiosidade.
•Promover ensino a alunos residentes e profissionais da área de saúde sobre a relação saúde e espiritualidade.
Definições de religiosidade e espiritualidade:
O ProSER baseia-se nos estudos já realizados por diversos pesquisadores americanos, europeus e brasileiros. Existem diversas definições, citamos aqui duas delas que auxiliam na compreensão geral do tema, encontradas em Koenig (2008):
“Religiosidade é a prática de uma religião, que é definida como um sistema  de crenças e práticas realizados por uma comunidade, com suporte em rituais que reconhecem, veneram e se comunicam com o Sagrado, o Divino, Deus, a Verdade Última, a Realidade ou o Nirvana.”
“Espiritualidade é busca individual de significado e propósito para a vida, através da participação em uma religião, da crença em Deus,da família, no naturalismo, no humanismo e nas artes.”
Porque incluir espiritualidade/religiosidade na saúde ?
1.Muitos pacientes são religiosos e crenças espirituais/religiosas ajudam a lidar com muitos aspectos da vida.
2.Crenças espirituais e religiosas influenciam decisões médicas, especialmente quando os pacientes estão seriamente doentes.
3.Atividades e crenças espirituais e religiosas estão relacionadas a uma saúde melhor e à qualidade de vida.
4.Muitos pacientes gostariam que os médicos comentassem suas necessidades espirituais.
Como isso ajuda o paciente ?
Nos momentos difíceis da vida as pessoas precisam de todo suporte que puderem encontrar para se tornarem fortes e capazes de lidar com a situação. Em caso de doença, a espiritualidade e religiosidade podem dar ao paciente motivação para enfrentar a situação, auxiliando no tratamento médico.
Algumas questões abordadas pelo ProSER:
Busca de sentido para a vida/existência
Conflitos entre fé e transtornos psiquiátricos
Conflitos religiosos X tratamento medicamentoso
Luto (morte/perda)
Suicídio
Coping (enfrentamento) religioso/espiritual
O que é coping religioso/espiritual?
Usamos a definição do Dr. Pargament de 1999:
“Uso da religião, espiritualidade ou fé para lidar com o estresse e as consequências negativas dos problemas de vida, por meio de um conjunto de estratégias religiosas e/ou espirituais utilizadas para manejar o estresse diário e/ou advindo de crises existenciais ou circunstanciais que ocorrem ao longo da vida.”
O coping pode ser positivo ou negativo, conforme as estratégias proporcionem consequências benéficas ou prejudiciais ao paciente. Por exemplo, se o paciente sente que resolve seus problemas com a colaboração de Deus, está em coping positivo; se ele acredita que seus problemas sejam um castigo de Deus está em coping negativo.
Quando o PROSER começou suas atividades?
O PROSER é a continuação do trabalho iniciado com o NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos em 2000. Desde 2008 vem intensificando suas atividades e ampliando o grupo de pesquisadores, estudiosos e voluntários de assistência.
Quem são os responsáveis pelo PROSER?
Atualmente são responsáveis pelas atividades do PROSER:
Dr. Frederico Camelo Leão
Dr. Francisco Lotufo Neto
Dr. Sergio Paulo Rigonatti
Dr. Homero Vallada
Katya Sibele Stübing
Atividades
A assistência terapêutica visa, em primeiro lugar, investigar como a espiritualidade/religiosidade do paciente gera impacto em sua saúde mental, no seu diagnóstico e no tratamento psiquiátrico. Os objetivos das atividades terapêuticas são melhorar o enfrentamento (coping) religioso/espiritual, autoconhecimento, busca por sentido, busca e descoberta de valores positivos individuais, entre outros.
Assistência:
1) Anamnese Espiritual: questionário semi-estruturado desenvolvido pela equipe do ProSER para avaliar a relação entre espiritualidade/religiosidade e saúde, com função terapêutica. Permite que o paciente reflita sobre estes aspectos, assim como abra um canal de comunicação com os profissionais de saúde sobre este tema, o qual representa um dos maiores fatores de enfrentamento da doença. Realizada em pacientes internados no Instituo de Psiquiatria. Todos os profissionais credenciados do ProSER são treinados e capacitados para realizar a anamnese espiritual.
2) Meditação Mindfulness: realizado semanalmente para pacientes ambulatoriais que já tenham passado pela anamnese espiritual. Coordenada por: Katya Sibele Stübing.
O projeto de assistência com meditação do ProSER se apoia no efeito terapêutico positivo da prática meditativa encontrado na grande maioria das pesquisas sobre o tema (Arias et al, 2006; Rubia, 2009; Mars & Abbey, 2010). Utilizando técnicas de meditação mindfulness (também conhecido como atenção plena), o programa segue o protocolo de oito semanas de intervenção, com uma hora de prática semanal em grupo, incentivo de prática diária de pelo menos dez minutos e a manutenção de um diário de anotações. É fornecido um CD para cada participante e é possível continuar na atividade após as 8 sessões iniciais.
A meditação tem sido conceituada como um treino mental com o objetivo de acalmar a mente, diminuir os processos ruminativos e as características obsessivas do fluxo caótico dos pensamentos (Rubia, 2009; Fortney & Taylor, 2010), além de promover o controle voluntário do foco de atenção (MacLean et al, 2010). Conquanto na prática secular o principal objetivo é o desenvolvimento da auto-observação e autorregulação, a meditação também serve como uma milenar via para o desenvolvimento da espiritualidade. Por ter suas raízes em tradições religiosas, a meditação mantém suas características de promover o contato com a dimensão espiritual e transcendente, favorecendo o desenvolvimento de características positivas de personalidade (Osiset al, 1973; Pargament & Wachholtz, 2005).
3) Oficina de Contos: atividade orientada pela Antroposofia e realizada dentro de enfermarias do Instituto de Psiquiatria. Coordenada por: Dra.Terezinha Salles Machado, Juliana Martins.
A Antroposofia é um caminho de conhecimento cujo método pretende levar o ser humano à consciência da dimensão espiritual, em si mesmo e no mundo. Foi fundada por Rudolf Steiner (1861 – 1925), que se dedicou à pesquisa e ao desenvolvimento da filosofia antroposófica com grande atuação em diversas áreas (pedagogia, medicina, agricultura, farmacologia, etc).
A visão do ser humano é constituída pela dimensão física, vital, anímica e espiritual. Segundo Steiner, os contos de fadas são os guias, as instruções para que os quatro corpos da entidade humana se mantenham em equilíbrio, instalando forças na alma humana. São registros originários dessa própria alma.
No PROSER a oficina de contos ocorre através da narrativa das histórias, aliada às atividades artísticas que estimulam forças curativas próprias de cada um, que podem levar a vivências do próprio ser e ao seu desenvolvimento espiritual.
4) Psicoterapia Transpessoal: atividade realizada dentro de enfermarias do Instituto de Psiquiatria, utilizando técnicas da Abordagem Integrativa Transpessoal. Coordenada por: Manoel Simão e Ligia Splendore.
A Transpessoal é a linha da psicologia que inclui a espiritualidade na sua visão de homem. Segundo esta linha, o homem é um ser biológico, psicológico, social e espiritual – a inclusão da dimensão espiritual diferencia a Transpessoal das outras linhas da Psicologia, especialmente as Racionalistas. A espiritualidade é, então, incluída como característica inerente ao ser humano; ela é considerada a essência que nos faz buscar sentido para a vida, que nos faz almejar transcender, acreditar e buscar o que está além do que podemos perceber através dos cinco sentidos (Maslow, 1969). Entre os conceitos da Transpessoal, há o princípio de transcendência, que “indica um impulso em direção ao despertar espiritual por meio da própria humanidade do ser, da pulsão de vida, morte e para além delas” (Saldanha, 2008. p. 145). A pulsão de transcendência está ligada ao sentido da vida, a uma ética natural e à união do homem ao sagrado.
No processo terapêutico são utilizados o diálogo, a imaginação ativa, o relaxamento, o grafismo, entre outros recursos.
5) Yoga/Sati
O Projeto de assistência e pesquisa Yoga-Sati, coordenado pelo psicólogo Vinícius Farkas e pelo médico Cesar Deveza é aplicado nas dependências do Instituto de Psiquiatria (Ipq) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e direcionado a funcionários do Complexo Hospitalar do Hospital das Clínicas de ambos os sexos e sem restrição de idade. São utilizadas técnicas do Yoga Clássico ou Raja Yoga, compostas de posturas físicas (asanas), de exercícios respiratórios (pranayamas) e de concentração (dharana) associados à meditação de plena atenção (sati/mindfullness). As aulas semanais incluem a exposição de conhecimento sobre as bases e textos em que se apoiam essas técnicas e a prática de alongamentos de grupos musculares específicos, práticas respiratórias, concentração e meditação, consagradas pelo uso milenar e extensamente descritas em textos clássicos e em pesquisas modernas. O viés desse trabalho é puramente filosófico e prático, sem nenhum vínculo proselitista, ritualista, religioso ou dogmático.
O Yoga é um sistema milenar de filosofia e de práticas psicofísicas de origem indiana que busca a aquisição de estados de profunda concentração e a interação entre mente, corpo e espírito, através de técnicas desenvolvidas para controle total dos pensamentos, para uma perfeita saúde.
A palavra “sati” da língua Pali, uma das línguas indianas antigas, significa existência, o que remete à ideia de estarmos conscientes de nós mesmos, se possível, o tempo todo, em todas as nossas ações; é a consciência do momento presente, a mente focada no agora, nem no passado, nem no futuro. O propósito das meditações de Sati/Mindfullness é promover ao praticante uma postura direta de experimentação dos fenômenos físicos e psíquicos sem a lente do julgamento, contemplando-os assim, exatamente como eles se oferecem ao observador no agora, sem que ele reaja a esses fenômenos, recondicionando a mente de forma mais saudável. A palavra sati deriva também da palavra “smrti” da língua sânscrita que significa memória. O treinamento em observar apenas o agora nos isenta da influência negativa das memórias, que quando são positivas geram apego e quando negativas, medo e angústia.
6) Pesquisa:
Diversas pesquisas em andamento, entre elas:
“Uma Intervenção com Meditação para Pacientes com Transtorno Alimentar.”
Pesquisador Responsável: Dr. Francisco Lotufo Neto.
Pesquisador Executante: Katya Sibele Stübing.
Qual a diferença entre o CARE-Comitê de Assistência Religiosa do Hospital das Clínicas (“Capelania”) e o PROSER?
O CARE-HC-FMUSP é um serviço religioso, composto por Capelães e voluntários religiosos (católicos, evangélicos e espíritas) atuantes em todo complexo HC. Não é do âmbito do PROSER realizar atividades religiosas com os pacientes, como orar, ler textos religiosos, entre outros, sendo tarefas exclusivas do CARE.
A abordagem da religião e crenças específicas são pesquisadas pelo PROSER com fins de compreensão da interface e do impacto na saúde mental do indivíduo.
Nos casos atendidos pelo PROSER, com necessidade de atuação religiosa expressa pelo paciente, é solicitada a assistência do CARE.
Todos os pacientes internados são avaliados?
Não. Os pacientes devem estar em condições psíquicas mínimas para uma participação adequada a anamnese e já terem sido avaliados pela equipe médica. São excluídos pacientes com sintomas psicóticos agudos, agitação psicomotora, déficit cognitivo grave e os que se negam a participar.
O que é a Interconsulta do PROSER?
É uma nova atividade, tendo como responsáveis o Dr. Frederico Camelo Leão, Dr. Sérgio P. Rigonatti.
É um espaço, onde as equipes de Enfermaria, ou de outros grupos de Ambulatório do IPq, podem discutir casos clínicos onde exista problemas nesta interface religiosidade/ espiritualidade e Saúde Mental.
É necessário discutir o caso com os responsáveis, para avaliação pelo PROSER, discussão em grupo transdisciplinar do PROSER e possível conduta ou orientação.
Lembrando que o PROSER é um grupo inovador, que busca uma nova expertise neste tema. Já existem pesquisas robustas na área, justificando a presença deste grupo e a importância da abordagem. No entanto são poucas pesquisas de como, quando e onde abordar este tema, sendo crucial a colaboração de outros grupos do IPq,  profissionais de diferentes áreas e voluntários para o projeto. Estamos abertos a parcerias na área de pesquisa e assistencial.
Equipe PROSER
Mais informações e Referências do Tema:
ARIAS, A.J.; STEINBERG, K.; BANGA, A.; TRESTMAN, R.L. (2006). Systematic Review of the Efficacy of Meditation Techniques as Treatments for Medical Illness. The Journal of Alternative and Complementary Medicine, Volume 12, Number 8, 2006, pp. 817–832.
FORTNEY, L.; TAYLOR, M. (2010). Meditation in Medical Practice: a Review of the Evidence and Practice. Primary Care Clin Office Pract, No 37: 81-89.
INCONTRI, D. (org.) (2010). Educação e espitirualidade. Interfaces e perspectivas. Bragança Pauista, SP: Comenius.
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MACLEAN, K.A.; FERRER, E.; AICHELE, S.R.; ET AL. (2010). Intensive Meditation Training Improves perceptual Discrimination and Sustained Attention. Psychological Science, 21(6): 829-839.
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SALDANHA, V. (2008) Psicologia Transpessoal: Abordagem Integrativa – um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí: Unijuí.
Aranauam

SERÁ QUE NASCEMOS COM O DESTINO MARCADO?

Quando nascemos, nós não temos um destino marcado, mas temos certos carmas positivos e negativos vindos de encarnações passadas, que vão condicionar e propiciar certos acontecimentos. Mas será sempre por meio das nossas decisões na Terra, fruto do nosso livre-arbítrio que, de uma maneira geral, vamos confirmar ou alterar ultimamente esse carma, pelo menos até certo ponto. Senão seríamos como Robôs simplesmente trilhando algo marcado. O futuro está verdadeiramente nas nossas mãos. Cabe a nós criar um futuro melhor, e hoje, mais do que nunca, temos chaves para isso.No nível do caminho Espiritual, podemos ver que, dia após dia, o computador cósmico da Mente de Deus ajusta a fórmula da Senda segundo a forma como cada indivíduo vive, é e atua no cenário da vida. Cada ação tem a sua reação correspondente no cosmos – um ajuste traduzido por um acréscimo ou decréscimo da Luz em manifestação que é o resultado da aplicação individual do livre-arbítrio.Conforme as escolhas diárias de sua alma, ocorrem ajustes nos restantes ciclos de evolução. Desta forma, a equação da vida na Terra pode ser enunciada assim:
Lei + Você + Carma + Dharma (Missão) = ao seu Plano Divino manifestado circunstancialmente no Templo e no Espaço.
O contrapeso desta equação é constituído pela serva da Liberdade chamada Oportunidade. Caso queiramos preservar a identidade do nosso ser, devemos tomar decisões diárias que acelerem a realização do nosso plano divino e que nos permitam aproveitar melhor as oportunidades na nossa vida, dar o melhor de nós mesmos e até mais.
Retirado do LIVRO CHAVES PARA O SEU PROGRESSO ESPIRITUAL

ELIZABETH CLARE PROPHETSUMMIT LIGHTHOUSE DO BRASIL
Jéssica Cavalcante

Fonte: http://www.espiritualidadeemensagens.com/

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DEFESA ENERGÉTICA

Se pudéssemos viver em condições de isolamento ideal, contemplativo, convivendo apenas com a natureza, com as pessoas que gostamos e confiamos seria, de fato, muito fácil manter nossa integridade holochacral ou energética (holochacra =corpo energético =conjunto de todos os chacras). Imagine a vida tranqüila no campo, deixando a Mãe Natureza cuidar de tudo. Da mesma forma como ela cuida do verde e dos animais, por que não haveria de cuidar também do homem, seu filho mais ilustre? E as energias? Como são boas as energias da natureza, terapêuticas, revitalizadoras!

Talvez seja por este motivo que determinadas seitas místicas e ordens religiosas preferiram se isolar de tudo e de todos, trancando-se em comunidades fechadas, conventos e monastérios, separadas do resto do mundo no topo de alguma montanha inacessível. Em alguns casos, os praticantes desse tipo de isolamento nem mesmo se encontram uns com os outros, vivendo na clausura, tamanho é o medo de haver qualquer interação energética entre eles, mesmo que positiva. A desculpa é a busca de uma santidade, de uma separação maior. Esperam eles estar caminhando ao encontro da luz interior, de uma aproximação com o Todo Poderoso, ou seja, da evolução espiritual.

Entretanto, esses tipos de pessoas fogem de um inter-relacionamento pessoal maior, fundamental para qualquer ser humano enquanto animal social. Esquecem-se que a riqueza de situações oferecidas pelo dia-a-dia numa megalópole – onde há um forçoso encontro com um grande número de pessoas dotadas de todos os tipos de personalidade possíveis e imagináveis, com milhares de qualidades conscienciais e seus correspondentes defeitos – agiliza em muito o processo evolutivo da consciência. É aí que surgem os conflitos de interesse: as pessoas são forçadas a aprender a conviver com a diversidade consciencial característica da espécie humana, com todos os seus defeitos, qualidades, lados positivos e negativos, e a tirar o melhor proveito evolutivo de cada situação adversa, antendo sua integridade física, psíquica e energética.

É muito mais fácil evoluir no contrafluxo, encarando as dificuldades de frente e aprendendo a se defender energeticamente dos mais variados encontros com as mais diversas pessoas. O processo se desenvolve à semelhança do funcionamento do nosso sistema imunológico: quanto maior for o contato que tivermos com as mais diferentes bactérias, mais fortes serãos as nossas defesas orgânicas. Quem evolui mais rápido: o monge que vive isolado numa vida contemplativa, previsível, rotineira, sem maiores desafios dentro de um monastério, ou o homem autoconsciente que enfrenta as imprevisíveis situações físicas e energéticas, em casa, no trabalho, no shopping, no ônibus, esforçando-se para manter sua integridade física, mental, moral, psicológica e energética? Qual deles possui
mais desenvoltura para resolver os problemas do dia-a-dia?

O que se deve ter em vista é que dificilmente conseguimos manter o nosso status quo energético nos encontros interconscien ciais. Tem sempre alguém recebendo (consciente ou não) e alguém doando (consciente ou não) energias conscienciais (nosso cartão de visita). A tendência é sempre pelo equilíbrio; quem tem mais doa, quem tem
menos recebe. Quando o indivíduo adquire lucidez para o processo energético, passa a estudar e praticar determinadas técnicas que lhe permitirão um maior controle do procedimento, evitando, assim, a inoportuna perda de energias pessoais, bem como a entrada de outras energias que ele venha a considerar como nocivas para si próprio.

Envolvendo o nosso corpo energético, temos a aura, que é um invólucro vaporoso e luminoso; uma forma ovóide de energia que se contrai ou dilata conforme as circunstâncias e emoções. As auras humanas interagem umas com as outras, tanto do ponto de vista positivo quanto negativo, criando atrações, repulsões, acoplamentos, fazendo com que as pessoas atuem na condição de receptoras ou doadoras de energias pessoais. A aura tem mais ou menos dois metros de diâmetro, distância a partir da qual começam as interações energéticas. Isto não quer dizer que você agora passe a andar com um bastão, evitando que as pessoas se aproximem muito.

Como seria dentro do ônibus? Na escola? No ambiente de trabalho? No teatro? No cinema? No estádio de futebol? No comício político? Em qualquer lugar onde há um obrigatório ajuntamento de pessoas? O que ocorre nesses casos é o que chamamos de acoplamento áurico, que pode ser fisiológico – quando se dá entre pessoas amigas, casal
apaixonado, galinha-pintinhos, gêmeos univitelinos, gestante-feto, cavalo-cavaleiro, mãe-filho, médico-paciente, professor-aluno, vendedor-freguês, psicólogo-paciente – ou patológico – quando ocorre entre grupos de enfermos; histerias grupais, coletivas; multidão em linchamento/quebra-quebra; pessoas amotinadas (navio, comícios); dupla
assediado-assediador. O acoplamento também pode ocorrer através de uma consciência extrafísica (positiva ou não) que se aproxime da aura da pessoa.

Isto acontece em virtude da afinização de pensamentos, sentimentos, energias. Um exemplo de caso negativo, é o assediador extrafísico alcoólatra ou fumante inveterado, que provavelmente morreu de câncer
ou cirrose hepática, que acopla pela primeira vez em determinada pessoa ainda viva, porém viciada em álcool e tabagista, quando esta toma uma dose daquela cachaça purinha ou acende um cigarro ou baseado. Depois, passa a acoplar no infeliz sempre que estiver com vontade de sentir o gostinho da cachaça ou o sabor do alcatrão, ou
ainda a lombra da maconha, induzindo-o a beber e fumar mais. Isto significa um círculo vicioso, assediado-assediador, cada um em sua própria dimensão. Um exemplo de caso positivo, é o terapeuta
acupunturista que recebe, consciente ou não, o acoplamento de uma consciência extrafísica com larga experiência em medicina oriental sempre que trata determinado paciente.

Quando o acoplamento ocorre em número superior a três pessoas, tende a ser negativo, pois o homem perde a sua individualidade, a capacidade de raciocinar, a escolha moral, em virtude da intoxicação energética do grupo, tornando-o sujeito a crises, ataques súbitos e violentos de ira, entusiasmo, violência, pânico. Embriagado sem ter
tomado qualquer bebida alcoólica.

Existem também os vampiros energéticos. Pessoas portadoras de uma patologia do corpo energético que impede a retenção de energias conscienciais, de forma que estão sempre carentes, sempre necessitando absorver mais. São verdadeiros buracos negros energéticos. Certamente, todos já tivemos oportunidade de entrar em contato com pessoas assim. É o conhecido desmancha-rodas, aquele sujeito que quando se aproxima todos se afastam numa reação defensiva instintiva, ou então aquele outro que quando começa a falar dá sono nos ouvintes à proporção que ele fica cada vez mais ativo e alerta. Ele nunca passa despercebido. Todos sabem quem são os vampiros
energéticos nos círculos que freqüentam, até mesmo os animais se afastam. Não existe heterocura para o vampirismo energético. É necessário que a pessoa se autoconscientize de sua condição para, a partir daí, buscar a autocura através da satisfação de suas carências afetivas e sexuais, compensando seus chacras e reequilibrando o corpo energético.

Técnicas bioenergéticas

Para mantermos a integridade energética independente da situacão em que nos encontramos, é necessário a utilização de quatro manobras básicas, mas não necessariamente nesta ordem:

– Absorção de energias: É o ato através do qual a pessoa absorve pela força da vontade energias imanentes (cósmica), energias da natureza (florestas, rios, oceanos, árvores, pedras, montanhas, flores ), energias de outras pessoas e energias telúricas (do planeta Terra). Essa absorção é feita através dos chacras que compõem o corpo
energético. Outra forma de absorver energias é através da respiração – prana -, e a este respeito os yogues possuem técnicas avançadíssimas que valem a pena ser estudadas. Também temos a absorção através da alimentação. Todos os alimentos possuem energia, uns mais densos, outros menos. O pesquisador deve procurar se alimentar de acordo com as necessidades e o consumo energético do seu corpo. Para um grande número de pessoas, o consumo de carne vermelha é essencial para reabastecer o corpo com as energias mais densas do animal, já outros
não sentem tanta falta assim, dando-se por satisfeitos com uma dieta alternativa. Podemos absorver energias telúricas através do simples ato de caminhar descalços sobre a superfície (solo) do planeta; neste
caso, o que funciona são os chacras plantares (situados na sola de cada pé).

Todas as noites, depois que dormimos, nosso corpo astral afasta-se do físico e absorve energias cósmicas através dos chacras, principalmente pelo esplênico chacra, sendo esta a quinta forma de absorção de energias depois da alimentação, da respiração, da absorção de energias por vontade própria e do sono natural. O sono permite duas formas de absorção de energias: uma menor, quando o corpo astral se desloca, porém continua muito perto do físico; e outra maior, quando ocorre grande distanciamento entre esses dois veículos de manifestação do ego, numa experiência fora do corpo (EFC). A reposição de energias é responsável em muitos casos pela recuperação
da saúde física e mental do praticante.

– Circulação de energias: Trata-se de controlar conscientemente o fluxo e a direção das energias dentro de você mesmo, da cabeça para os pés, passando pelo pescoço, tórax, braços, mãos, abdômen, quadril, pernas, pés e vice-versa. A velocidade, duração e intensidade devem variar de acordo com a vontade do praticante. Como benefícios,
podemos citar a aquisição de uma autoconfiança maior no uso de suas próprias energias conscienciais, aumentando a sensibilidade do praticante, de forma que tenha meios de identificar com maior precisão as energias externas que lhe forem dirigidas. O ato de circular as energias depois de uma refeição facilita também o processo digestivo, previne minidoenças, pequenos distúrbios orgânicos e indisposições.

Deve ser praticada da seguinte forma: primeiro, o praticante se coloca na posição de pé, com os braços estendidos ao longo do corpo e os pés ligeiramente separados um do outro. Utilizando tão somente a força da vontade, dirija o fluxo de energias da cabeça para os pés, procurando sentir a energia passando pelo corpo e atingindo os
membros, tanto superiores quanto inferiores. Se na primeira vez a pessoa não sentir nada, não deve se preocupar, pois, como foi dito acima, é a prática que trará a sensibilidade energética. Depois, redirecione o fluxo das energias no sentido inverso, dos pés para a cabeça. Repita a manobra umas 20 vezes, depois vá aos poucos aumentando a velocidade de circulação. É bem possível que o praticante, durante um trabalho de circulação de energias venha a
sentir bloqueio em determinados membros, impossibilitando o fluxo. Neste caso, ele deve forçar a passagem das energias com vontade redobrada até conseguir.

O bloqueio que impossibilita a passagem em determinado membro ou até mesmo a circulação por todo o corpo pode ser o prenúncio de algum tipo de doença que já atingiu o corpo energético e que, se não for eliminada através da circulação de energias, em breve atingirá o corpo físico. Daí se conclui que o processo de circulacão de energias
tem finalidade também preventiva. O procedimento deve ser repetido várias vezes por dia, nos mais diversos ambientes, sem qualquer tipo de problema, uma vez que não envolve o uso de qualquer músculo do corpo humano, mas apenas e tão somente a vontade.

– Circuito fechado de energias: É a circulação de energias elevada a uma velocidade intensíssima, a tal ponto que não mais se pode distinguir a direção do fluxo, tornando-se tudo uma só e grande vibração energética que forma um poderoso campo de energia. Isto esteriliza o ambiente, impede a entrada e saída de energias internas
e gera um profundo bem-estar. Para completar o sistema de autodefesa, o praticante, ao mesmo tempo em que instala o circuito fechado, produz uma bolha energética ao seu redor, que funcionará como escudo.

– Exteriorização de energias: É através da vontade que o praticante lança para fora de si as energias pessoais temporariamente guardadas dentro dos seus veículos de manifestação do ego, ou que estão transitando através dele. O procedimento pode se dar tanto aqui na dimensão física, com o praticante acordado e alerta, quanto na
dimensão extrafísica, durante uma experiência fora do corpo. Pode ser feita com finalidades assistenciais, no caso de o praticante exteriorizar energias para um enfermo, visando sua recuperação. Também é utilizada no caso de enfrentamentos entre pessoas nesta dimensão, quando alguém exterioriza suas energias, expelindo-as ao
ponto de deixar as pessoas alvo em cheque ou sem o controle da situação. Agora, como técnica de auto-higiene física-extrafísica, pode ser produzida a qualquer momento e em qualquer circunstância necessária, embora seja melhor praticar em um ambiente isolado, para alijar de si energias consideradas nocivas e prejudiciais ao seu bem-estar. O processo também pode se dar através das mãos (imposição de mãos), nos casos de exteriorização em caráter assistencial, e em outros requer a movimentação dos braços para mover as energias estagnadas do
ambiente. Podem ocorrer sensações de formigamento, adormecimento e, entre outros, pequenos choques elétricos.

Concluindo, a falta de controle do processo energético pode causar bloqueios, descompen-sações, distúrbios e doenças em qualquer pessoa despreparada e vulnerável, inclusive eu mesmo e você também. O circuito fechado é o recurso defensivo primário, insubstituível que dispomos para defesa energética. O domínio do processo energético
pode se dar, inclusive, de forma intuitiva. Existem pessoas que instalam intuitivamente o circuito fechado de energias quando estão lidando com situações críticas, antes e durante o recebimento de telefonemas importantes, encontro com pessoas-chave, etc. Mas esse controle inconsciente não se compara a aquisição de autoconsciência a
nível bioenergético, com o emprego correto, lúcido e dentro de um padrão de moral e ética universal das técnicas bioenergéticas.

Bruxos, feiticeiros, magos, com certeza, todos os que se interessam por este tipo de assunto e estão lendo este artigo agora já foram há muitos séculos, em vidas anteriores. Agora, chegou a hora do emprego
consciente e ético destas técnicas por nós desenvolvidas anteriormente, em outras existências, com o objetivo recípuo de despertar e refinar o parapsiquismo existente em cada um de nós, de forma a mantermos nossa integridade energética no desenrolar da caminhada evolutiva.

Márvio Belliard e Silva é pesquisador independente do fenômeno da experiência fora do corpo (EFC) e da evolução da consciência.

 

AUTORA: Astartê
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Relação entre Mestre e Discípulo

Babá, Babalawo, Babalorixá, Pai-de-Santo, Chefe de Terreiro, Coordenador e quantas mais, para se para se definir uma relação?

Num dado momento da vida, espontânea ou forçosamente, os seres sentem falta de algo, como se fosse um sinalizador para o seu aprendizado, quando teorias e práticas já não satisfazem os seus anseios conscientes ou inconscientes.

Tenho em mente, que o verdadeiro Mestre Espiritual de cada um, está em seu interior, acompanhando, torcendo, ensinando, protegendo, inspirando enfim, esforçando-se em conduzir-nos à novas expectativas e perspectivas de vida, nesta e em outras jornadas.

Entretanto, num dado momento, estamos com uma “cegueira espiritual”, que não nos deixa enxergar determinados princípios e valores, visto que estamos mais sensíveis às energias não positivas, quais sejam: ira, leviandade, receio, soberba, egoísmo, arrebatamento e luxúria; que por estarem mais acessíveis através da forma e que são mais facilmente percebidas pelo nosso estado de instinto, nosso “estado animal”. Apesar do nosso crescimento através do conhecimento, aquilo que mais “toca a pele”, realmente, é o que mais move ou comove. Talvez, seja aquela característica de “São Tomé”, proporcionada pelas experiências que ferem e machucam, pois para se perceber e sentir os aspectos mais sublimes, abstratos, que são sutis, só com o aprendizado da vida ou melhor, de vidas…

Se o ser está num momento em que tem dificuldade de perceber, interior e essencialmente, princípios e valores incansavelmente procurados através dos tempos, para construção de uma comunidade fraterna, bem como o desejo de compartilhar princípios construtivos, que poderão ser traduzidos através dos atributos da fortaleza, do respeito, do entendimento, da sabedoria, da justiça, do conselho e da pureza surge, para esse aprendizado de vida, o personagem do Mestre, que num dado momento é representado por um ser, que trás conhecimentos e experiências, vivenciadas nesta e em outras jornadas, para auxiliar aquele que se torna seu Discípulo, a encontrar o seu verdadeiro Mestre, o Mestre Interior.

A figura do Mestre, quando não compreendida na sua essência, muitas vezes trás uma conotação disforme, especialmente quando se acredita em que não se está naquela posição, se está em uma “posição inferior”. O mais impressionante é quando são formatados estereótipos que se baseiam em uma relação de domínio e submissão, consciente ou inconsciente, onde se empregam a manipulação, coerção e domínio.

Por sua vez, deve-se ter em mente, que um Mestre, nas lides espirituais, não é um deus e muito menos um ser infalível.

Também, deve-se ter em mente, que:
O Mestre, por estar na condição de ser encarnado, tem limites.

O Mestre pleno é mito.

A presença do Mestre é sempre relativa em função de momentos diferentes.

O Mestre pode ser real, um terceiro; ou aparente, o interior.

O Mestre existe até o ponto em que ele é reconhecido como tal.

O Mestre não procura Discípulos.

Logo, “para cada rebanho, haverá sempre o melhor pastor”…

Devido a heterogeneidade dos seres, a relação do Mestre com o seu Discípulo, é uma “via de mão dupla”, pois se existem vários Discípulos, existem conhecimentos, comportamentos, atitudes, experiências e vivências diversas. Portanto, o Mestre inteligente, também “tira a sua casquinha” de aprendizado. “Pondo a mão na cabeça”

Nas muitas Tradições, bem como no Movimento Umbandista, percebe-se a “filiação espiritual”, que poderá estar sendo construída através dos tempos ou atender em um momento específico as vontades superiores, concretizando uma relação, mesmo que efêmera, atendendo aos desígnios de Deus.

Quando surge a relação, Mestre e Discípulo, crê-se no início de formação de uma egrégora de realidade, onde os seres são estimulados a perceber o quê, o porquê, o como, o quando e o onde, que fazem parte indissociável de consciências, de sentimentos e de ações. Mas, infelizmente, os seres ficam mais atentos aos aspectos “mágicos”, que na realidade são da forma, do que aos aspectos não mágicos, de natureza superior, que realmente farão a diferença no futuro. Assim, em função de cada Tradição, os ritos quando não percebidos como uma perspectiva de abertura para o crescimento individual, representando um portal ou degrau, tornam-se na realidade, um símbolo de domínio e submissão, que em muitos casos chegam ao absurdo da relação “senhor e escravo”, que por desinformação, muitos acreditam ser imutável, até a mudança da vontade daquele que o fez.

“Por a mão na cabeça” não encontrará ressonância se a “cabeça não for oferecida”, pois para ambas as partes, é um ato consciente, onde se pressupõe responsabilidades mútuas. E, por assim representar, é natural que haja nos grupos afins ou seja, aquele que coordena um grupo, “põe a mão na cabeça” e aquele que quer fazer parte do grupo, “oferece a sua cabeça”. Entretanto, deve ficar claro que os termos acima são simbologias, pois existem várias formas de se proceder nesta relação, mais ou mesmos dogmáticas, mais ou menos informais, mais ou menos ritualizadas e mais ou menos rápidas. Há de se compreender que, a relação paternal ou filial, como queira, pressupõe ensinamentos e trocas de conhecimentos, comportamentos e atitudes, visando o crescimento e descoberta interior, sempre.

Então, deve ficar claro que um pequeno ato, se não houver vontade de ambas as partes, não provoca a ligação, pois como seres individualizados, exercitamos a vontade.

Em síntese, “por a mão na cabeça”, traduzindo a Relação Mestre e Discípulo, promove a uma auto-descoberta.

Como Mestre para meus Discípulos e como Discípulo para o meu Mestre, desejo que seus pensamentos, sentimentos e ações sejam iluminados.

Com votos de profunda paz nos seus pensamentos, irradiante alegria nos seus sentimentos e harmonia nas suas ações, com prosperidade, força e minha benção.

 

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THASHAMARA
O ETERNO APRENDIZ

 

Fonte: http://www.paiantonio.com.br/

 

Aranauam

O QUINTO ELEMENTO

 O termo “Quinta Essência” provavelmente foi primeiramente elaborado pelo filósofo Aristóteles, que considerava que o universo era composto de quatro elementos principais, a saber: terra, água, ar e fogo. Segundo a sua tese, além destes, deveria haver uma substância etérea que interpenetrava em todos os compostos e impedindo os corpos celestes de caírem sobre a Terra. Depois disso; muita discussão se transcorreu entre alquimistas ou não, sobre a existência, a natureza e a qualidade desse elemento primordial do qual tudo se origina e no qual tudo se mantém. Isaac Newton foi quem mais defendeu a existência dessa “quintessência” em suas teorias e discussões sobre os conceitos de matéria e energia. Muitas vezes, Newton deixou transparecer a sua crença em uma força imaterial presente nos corpos materiais e nas formas de energia. Ele admitia que matéria e luz comunicavam-se por algo desconhecido pela ciência. Em suas teorias sobre a propagação das vibrações dos corpos, chamava essa essência desconhecida pelo sugestivo nome de “espírito da matéria”.
   Hoje em dia a ciência já está quase confirmando a realidade da existência de um quinto elemento através da Física Quântica. No entanto deve-se analisar que ainda há uma grande barreira separando a ciência tradicional da grande realidade espiritual que nos cerca na Umbanda. O ceticismo da ciência é um impedimento nos caminhos para a descoberta de que há um Poder de Deus  manifestado e manifestando-se em tudo. Há raras exceções ao ceticismo acadêmico, como o próprio Isaac Newton, cientista altamente espiritualizado que como legado nos deixou um vasto conhecimento científico. Mas suas teorias nos provam que ele, além de ter adquirido grande inteligência, possuía também a sabedoria. Eis uma frase célebre de Newton que nos prova que é possível haver uma comunhão entre a ciência e o Astral:
  “Do meu telescópio eu via Deus caminhar! A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”. (Isaac Newton)
   Esperamos que a ciência atual evolua cada vez mais para curar as mazelas que afligem a humanidade. Para tanto, reconhecemos que será necessário agir com uma razão lógica absoluta que dissipe toda a superstição que possa pairar sobre a humanidade. Mas isso não significa deixar de lado aquilo que desconhecem ou são incapazes de perceber com seus aparelhos avançados porém, inapropriados para serem capazes de visualizar os aspectos mais sublimes da energia e da luz que umMestre de Umbanda pode ver. É necessário que a comunidade científica tenha a humildade para reconhecer que nem tudo pode ainda ser medido ou experimentado por seus meios e métodos de trabalho e análise. E, como Isaac Newton ou Albert Einstein, serem capazes de adquirirem conhecimento, mas não apenas isso. Também é necessário adquirir sabedoria. Aí sim, ciência e religião se unirão numa coisa só e tudo o que o homem realmente precisa para dar um salto evolutivo, aparecerá do nada, como resposta à sua capacidade de enxergar o que estava oculto à sombra de sua própria ignorância.
   Há sempre uma resposta para todas as buscas e uma solução para todas as aflições humanas. Basta apenas utilizar-se dos meios adequados para tal. Essa solução mágica que pode curar o mal está necessariamente no mesmo local de onde o mal se originou… na fonte de tudo… no Quinto Elemento. Aí está a fonte dos milagres a que a ciência deve recorrer reconhecendo que tudo é um milagre, a começar pelo próprio conhecimento adquirido através da ciência. Albert Einstein já dizia: Só existe duas formas de viver a vida. A primeira é pensando que o milagre não existe; a outra é pensando que tudo é milagre.
A busca maior do eu interior, consiste na manutenção deste Quinto Elemento, através do desenvolvimento do trabalho espiritual que visam a obtenção dessa Energia Sagrada para finalidades diversas. Quem aprende a dominar e utilizar essa força torna-se um ser preparado e iluminado. Geralmente tal situação só ocorre depois de muitos anos de estudo e meditação quando, trabalhando introspectivamente no laboratório da alma, a pessoa  compreende a simplicidade do Ser Absoluto e a sua Onipresença e Onipotência. Percebendo que tudo deriva-se dessa coisa única, passa a trabalhar em harmonia com suas Leis e Princípios e em tudo o que vê, sente, toca, consome; sente a presença viva do Divino, do astral, do Quinto Elemento.
   Quem assimila esse conhecimento torna-se capaz de realizar coisas que a ciência materialista dificilmente conseguirá em suas pesquisas simplórias, que leva em conta apenas o lado visível e paupável dos seus objetos de estudo, deixando de lado o estudo da Essência Espiritual presente em todas as coisas. O Umbandista vai além da ciência em suas pesquisas justamente quando ultrapassa em seus estudos com os orixás a análise materialista dos elementos, acrescentando o tal Quinto Elemento em seus estudos. Eis um segredo revelado: quem adquire o conhecimento sobre os quatro elementos pode fazer manipulações na matéria, quem aprende, compreende e aplica o conhecimento com base na utilização dos cinco elementos, acrescentando o Divino aos quatro anteriores e pode transmutar e mover as coisas…
   Ore e trabalhe. Eis o segredo para se canalizar cada vez mais uma porção maior do Quinto Elemento em nosso dia-a-dia.
   Por outro lado, respeito as demais correntes de pensamento que levam em conta outros aspectos nos seus estudos, já que o conhecimento pode ser adquirido por muitos caminhos. Sabemos por estudos que, mesmo muitos dos irmãos de fé iniciaram seus estudos tendo por base objetivos puramente de curiosidade. E, após anos e anos de estudos e experiências vividas, descobriram quase sem querer a energia divina presente em tudo. Debruçados diante dos livros, nos seus trabalhos em terreiros, esqueciam-se das coisas mesquinhas da vida e inconscientemente, através de suas meditações, encontravam o que em tese, nem estavam procurando: Deus; fonte de todas as coisas materiais e espirituais.
   Portanto, o quinto elemento só se manifestará e atingirá o seu objetivo através do mais puro sentimento humano que todos debatem através dos séculos. OAMOR puro e incondicional que é nos dado por Deus em sua plenitude para ser usado em harmonia com tudo e com todos, servindo-nos para nossa evolução terrena e espiritual.
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Aranauam