Geoterapia

A Geoterapia é um tratamento holístico e natural com frutos da terra. Ela utiliza-se de argila, barro, pedras e cristais, como ferramentas reequilibrantes. Todos os antigos povos do oriente e do ocidente usavam a geoterapia para amenizar e cuidar de desequilíbrios físicos e emocionais. Atualmente os países como Alemanha, França, Suíça, Escandinávia, Austrália, usam e aplicam as técnicas geoterápicas na terapia holística. As propriedades terapêuticas da geoterapia fundamentam-se no poder regenerador que tem a Terra. Universalmente, a terra é a matriz que concebe as fontes, os minerais, os metais, além de ser fonte de água e alimento.

O poder curativo da terra ocorre devido à existência de uma determinada composição química e geológica que, logicamente, varia de um lugar para o outro. Mas para explicar as qualidades terapêuticas da argila, barro, pedras e cristais existe um motivo muito mais importante para que a Terra constitua um agente terapêutico: a energia que eles contêm.

Tipos
Há diferentes tipos de energia nesses elementos. A energia dos raios solares ativa os cristais e os elementos desencadeando um processo dinâmico e vitalizador capaz de beneficiar o corpo humano.

Outro tipo de energia é aquela determinada pelo campo magnético vibratório do planeta, que deixa a terra impregnada de uma força surpreendente – mesmo a argila seca ou o barro contém essa energia. E por fim, energia estrutural derivada da própria terra e de seus componentes – região, tipo de solo, formações geológicas, clima, etc.

Atualmente, nas clínicas naturalistas, a argila tem sido amplamente utilizada, sozinha ou associada a outros elementos. No caso da geoterapia estética, a máscara de argila é aplicada para promover a estimulação das células quando seca. O tratamento deve ser acompanhado do uso de hidratante neutro e é necessário usar filtro solar no corpo em qualquer época do ano.

A geoterapia também se utiliza de pedras e cristais como ferramentas reequilibrantes. Equilibra os centros energéticos e meridianos dos corpo, facilita o contato com o Eu Interior e trabalha terapeuticamente as zonas reflexológicas.

Há milênios a humanidade é atraída pelos cristais e pedras preciosas e semipreciosas. Isso porque elas já carregam seus símbolos, suas histórias e emanam características próprias.

A terapia holística utiliza um somatório de técnicas milenares e modernas, e a utilização das pedras e cristais como estímulos nessas técnicas busca torná-las, ainda mais eficientes, suaves e naturais, para a busca de autoconhecimento e equilíbrio, e no aumento da capacidade de superar obstáculos, alcançando a harmonia e realização interior.

Técnicas como: massagem com pedras e cristais, harmonização e equilíbrio dos chakras, cristalopuntura, auriculoterapia, reflexologia (podal, quiro e auricular) e visualizações criativas, em conjunto com a energia e capacidade de harmonização das pedras e cristais, procura uma forma eficiente e natural de busca do bem-estar e qualidade de vida.”

Noronha, S.K.; “pedras e cristais: Em busca do equilíbrio”; Ed.Sinte, 2003

Fonte: Wikipédia

Aranauam

Campanha da Mamografia Digital Gratuita

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http://www.cancerdemama.com.br

Vamos colaborar.

Aranauam

10 Passos Importantes Para Vencer a Depressão

Todas as vezes que você passar por problemas difíceis e continuados se não tomar muito cuidado pode entrar num “ciclo de angústias”. Uma rotina de sofrimento terrível. Também conhecida como “Gostar de sofrer”. E o estado depressivo é justamente a acomodação neste ciclo. Em minhas palestras pelo Brasil já fiz muitas referências aos meus tempos de dificuldades (que às vezes ainda voltam), passando apertos financeiros, dilemas familiares e necessidades em diversos níveis; sei também de outras pessoas que passaram ou estão passando por graves problemas de saúde, familiares, profissionais , sentimentais. Pode ser que você, neste momento, esteja bem no meio de uma turbulência, e seria muito egoísmo de minha parte não compartilhar com você um pouco das ajudas que recebi e das atitudes que tomei para enfrentar aqueles difíceis anos de tendências à me entregar à tristeza e a depressão. Os meus 10 passos estão misturados e destacados à minha narrativa.

UM FATO DETERMINANTE, Enquanto estamos lutando contra a depressão, (1) o que você pensa é o que determina a qualidade do seu dia. Você decide se vai ou não usar, naquele dia, a sua mente com pensamentos bons ou ruins. Você não percebe, mas acha que todo pensamento é inevitável. Mas não é. Não é mesmo.
(2) Temos que tomar o controle de nossos pensamentos, ou seja, pensamos aquilo que queremos. Deixamos fluir apenas aquilo que nos interesse. Mantemos na mente apenas aquilo que, por uma análise rápida, consideramos benéfico. Lembro-me de um dia muito interessante em meu processo de luta contra a depressão: A Companhia de energia havia cortado minha luz. Levaram inclusiva o relógio (dias antes eu havia religado a energia por conta própria, revoltado com a situação), Tive naquele momento duas alternativas: 1. Me revoltar novamente e alimentar sentimentos de rancor, angústia e vingança; 2. Planejar um jantar a luz de velas e demonstrar à minha família as vantagens do banho gelado. (Engraçado não é?) Pois é, mas foi o que eu fiz, (3) me decidi pela segunda alternativa (FAÇA ISSO VOCÊ TAMBÉM), tomamos banho gelado e fizemos um jantar à luz de velas. Cantamos, contamos histórias e fomos dormir como uma família.

O DIA SEGUINTE: Pensei com calma em alternativas para o problema, busquei conselhos e em 48 horas estava com minha energia religada. As decisões do dia anterior deixaram minha mente pronta para decidir de forma produtiva e objetiva no dia seguinte.

SUA MANEIRA DE ENXERGAR AS SITUAÇÕES, DETERMINA O QUANTO AQUELA EXPERIÊNCIA VAI INFLUENCIAR SUA VIDA. POSITIVA OU NEGATIVAMENTE!

VIGIAR OS PENSAMENTOS, COLOCAR UM ALARME CONTRA PENSAMENTOS INÚTEIS OU DESTRUTIVOS.

(4) Você deve também pensar que há muitas pessoas que estão passando pelos mesmos problemas que você, e até bem maiores, portanto não você está sozinha(o) nisso. Como disse, é muito importante vigiar os próprios pensamentos; quem sabe a origem da sua depressão é apenas um montinho de areia da praia. Se você olhar para seu cotidiano pode descobrir seu exato tamanho. Também pode valorizar tanto seus problemas que se tornará um “world trade center” ou um “Pão de açúcar” se destacando em meio a paisagem; Cuidado pra não “se achar” o problemático da hora.

Resistência. Pouca coisa consegue superar uma boa resistência. Já teve a experiência de não querer fazer algo? Na adolescência por exemplo? Seus Pais diziam: Faça isso; Você dizia não quero… Mas fazia. Isso pode ter durado algum tempo, mas se você se mostrou resistente durante aquele período, mesmo fazendo, certamente seus Pais cederam e você não teve que fazer mais. Falo de algo genérico. Mas de forma específica temos que demonstrar RESISTÊNCIA contra os pensamentos, desejos e ações auto-destrutivas; Resistir, dizer a si mesmo NÃO vou ceder a auto piedade. NÃO vou ceder ao rancor. NÃO vou ceder a amargura. NÃO vou ceder ao passado, NÃO vou ceder a saudade, NÃO vou ceder a tristeza e por aí vai. (5) Quais tem sido seus maiores inimigos nesta batalha? Identifique-os e RESISTA.

(6) SEJA ÚTIL, de forma muito prática e objetiva, pergunte-se: O que há de importante para se fazer por aqui? ONDE? Na família, na vizinhança, entre os amigos, no bairro, no condomínio, na cidade, no país, no planeta, em minha própria vida…
…Encontre espaços onde você pode e deve ser útil e comece algo. Torne sua vida que já é importante em uma vida cada dia mais útil; Quer uma dica pra hoje? Pense em 5 COISAS (1 para cada) que você pode fazer na semana para cooperar com:

1. Um vizinho(a);
2. Um amigo(a);
3. Um Parente;
4. Um desconhecido;
5. Você.

Pense no que fazer, como fazer, quando fazer e faça; Não quero deixar a idéia de que a depressão se combate com ativismo, mas a falta de uso de uma vida nobre (a sua) pode trazer constrangimento à sua alma.

(7) MUDE SUA MANEIRA DE ENCARAR A VIDA, Como você tem vista a vida até agora? Um perde e ganha? Um campo de batalha? Lutando pelo que? Por sua vontade? Por seus instintos? Pela submissão dos outros? Pela apreciação dos outros? Pra ser ouvido? Pra fazer e fazer? COMO VOCÊ ENCARA A VIDA? Centrada em uma ou algumas pequenas batalhas, como acima mencionadas? OU a Vida é tudo isso e muito mais. Perceba as áreas de sua vida que ficaram esquecidas. Pare e pense sobre isso, encontre essas áreas e comece a investir nelas, se decidir que vale a pena;

(8) Exercite a mente, comece uma empreitada para aprender. Sim, aprender é uma das atividades mais saudáveis que existe e um dos maiores remédios contra a depressão e a sensação de vazio. Quando aprendemos começamos a enxergar a vida sob outros prismas. Aprender nos ajuda a alcançar nossos horizontes. Estimula nossa criatividade. Nos coloca em condições de agir. Escolha um tema, um livro ou quem sabe um curso. Aprenda. Decida ter o aprendizado como uma de suas atividades frequentes. Na minha luta, nos tempos mais difíceis, todo mundo podia me ver com um livro nas mãos. Estava sempre lendo. Uma das coisas que aprendi foi desenvolver site (nada excepcional) mas aprendi os segredos. Aprimorei meu Inglês. Fiz um curso de Instrutor de Trânsito (Bom demais), Li muito sobre psicologia. Fiz novos estudos sobre a Programação Neurolinguística…

Muito deste aprendizado tenho utilizado em minha vida e em minha profissão até os dias de hoje. E repito a dose com frequência. Tornei-me um estudioso frequente. Exercito minha mente diariamente. Tento aprender algo novo a cada dia. Isso tem sido uma verdadeira fortaleza mental pra mim e para os que me cercam. Também tenho tomado o cuidado de não me transformar em um “sabe tudo”. Aquele cara chato que tem respostas pra tudo, que já fez de tudo, que conhece tudo. Isso é deprimente. Mas tento ser útil com o que aprendo. Só isso.

(9) Receba os traumas da vida como situações “Naturais e inevitáveis” pois a vida é assim mesmo. Os adeptos do “Não sofrimento” na verdade demonstram um grau muito grande de imaturidade e covardia. Não existe vida sem processos. E todo processo traz mudanças, sofrimentos e resultados. O Seu processo está acontecendo agora. O do outro já passou ou ainda virão outros. A questão é entender nosso processo de crescimento. Se livrar das situações difíceis da vida quando for possível, é bom, mas melhor ainda é reconhecer que estas são inevitáveis e que o grande segredo da felicidade está em aprender a lidar com as situações. Receba esta oportunidade de crescer e depois que o temporal passar analise o que aprendeu e como poderá usar para a felicidade dos outros e a sua própria.

A experiência da depressão é uma das mais ricas que o ser humano pode passar. Não aconselho que entre nela. Mas se já entrou, comece o caminho de volta, traga algumas impressões encontradas no fundo do poço. Suba devagar pra não escorregar. Ignore os ecos da subida, são apenas ecos. Segure-se firme nas 9 (nove) cordas que te lancei (ou outras mais que possa conseguir), ao encontrar outros na subida, compartilhe algumas cordas e ajude-os, não se esqueça de olhar pra cima, existe luz na entrada do poço, ela está sempre encima porque é de lá que as mãos mais poderosas do mundo estão te segurando. Você sabe quem, não é? (10) Então confie, acredite, tenha fé!

Múcio Morais
Palestrante Motivacional
E-mail: contato@muciomorais.com

Fonte: http://www.artigos.com/

 

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Cura Real

Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta.
A cura real somente acontece do interior para o exterior …..

Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.

Não querem mudar de vida.

Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.

Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.

Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.

Toda cura é sempre uma autocura e o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro.

Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição.
Quando nos decidiremos?

Por José Carlos De Lucca do Livro: O Médico Jesus

Fonte: https://bemviverapometria.wordpress.com

 

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Chi Kung

O Chi Kung (Qi Gong) é uma disciplina da Medicina Tradicional Chinesa, e tal como esta evoluiu através dos tempos. O Chi Kung (Qi Gong) é uma técnica milenar Chinesa de treino interior, objectivando o equilíbrio do indivíduo como um todo: físico, mental e espiritual. Ele resulta de milhares de anos de experiência dos chineses no uso da energia (Qi) para tratar doenças, promover a saúde e longevidade, expandir a mente, alcançar diferentes níveis de consciência e desenvolver a espiritualidade. No entanto, para se obter os benefícios que esta prática proporciona, é necessário vários treinos regulares, disciplina e aplicação prática da sua filosofia no dia-a-dia.

A maioria dos praticantes de Chi Kung, ao final de algum tempo de prática, começam a sentir os seus efeitos, é sem dúvida uma técnica destinada a todos que procuram a saúde e o equilíbrio segundo o Tao e pode ser praticado por pessoas de qualquer faixa etária. O Chi Kung beneficia o metabolismo e previne a maioria das chamadas doenças da meia-idade, tais como o endurecimento das artérias e articulações. Quando é praticado por um certo tempo e regularmente, beneficia especialmente o sistema nervoso central, o praticante ao aprender a controlar a mente, tem maior capacidade de projectar imagens positivas (concentração e contemplação) que trazem paz e tranquilidade a todo o ser, revigorando e estimulando o cérebro, desenvolvendo assim mais capacidade de concentração.

Derivado de técnicas milenares conhecidas como Dao (Tao) Yin, o Chi Kung, como é conhecido nos nossos dias, remonta á época da Dinastia Han (206-220 d.C.) altura em que começou a ser sistematizado. O termo Chi Kung, é um nome relativamente recente, data do início do século XX, sendo esse o nome utilizado actualmente para se referir a múltiplos exercícios destinados a desenvolver a força (física, energética, mental ou espiritual) ou para fins terapêuticos, mediante a utilização da Energia Vital – Chi ou Qi.

Apesar de ainda ser uma prática vista com cepticismo por muitos membros da comunidade médica no Ocidente, a Organização Mundial da Saúde (OMS), incluiu-a dentro da Medicina Tradicional Chinesa. Diversos estudos científicos sobre a eficiência das práticas de Chi Kung e os seus princípios estão a ser realizados actualmente um pouco por todo o mundo, especialmente na China, no hospital da Cruz Vermelha de Beijing e outros, estão a ser conduzidos experiências em áreas como o cancro e hipertensão, etc.

Algumas formas de Chi Kung são utilizadas não apenas como uma forma terapêutica de melhorar a saúde do praticante, mas também como um instrumento para tratar da saúde de outras pessoas. A forma mais comum utiliza a imposição das mãos e a intenção terapêutica de canalizar ou transmitir a energia (chi) ao paciente, estudos demonstram que o REIKI (terapia Japonesa de canalização ou transmissão de energia) tem como base o Chi Kung, pois o seu fundador, o Mestre Usui era praticante de Chi Kung.

Existem diferentes tipos de escolas de ensino do Chi Kung, mas todas as escolas existentes actualmente são derivadas das cinco principais escolas tendo cada uma delas, objectivos e propósitos concretos tais como:

– Escola Marcial (Wu Jia) objectiva o fortalecimento do corpo e da mente e o desenvolvimento de habilidades marciais;

– Escola Taoista (Tao Jia): tem como principal objectivo o desenvolvimento espiritual, através do controle da respiração e da visualização;

– Escola Budista (Fo Jia): objectiva principalmente o desenvolvimento espiritual através da meditação;

– Escola Confucionista (Ru Jia): o seu objectivo principal é o desenvolvimento mental / intelectual.

Entre os sistemas de Chi Kung mais conhecidos actualmente podem ser destacadas as seguintes práticas:
– As oito peças de brocado;
– A palma dos 5 elementos (ou movimentos)
– O jogo dos cinco animais;
– Permanecer quieto como uma árvore;
– Renovação dos músculos e tendões.

O Chi Kung também está associado a diversas artes marciais chinesas tais como: o Tai Chi Chuan. Neste contexto, além de ser uma forma de aprimorar a saúde do praticante, o Chi Kung também pode ser empregue como método de defesa ou de ataque.

Nos hospitais de Medicina Tradicional Chinesa, na China, o Chi Kung é uma prática terapêutica de rotina sendo utilizada complementarmente com outros especialidades de Medicina Chinesa ou Ocidental, também é disciplina obrigatória nos Cursos Universitários de MTC.

 

Fonte: http://www.medicinachinesapt.com/

 

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Metafísica

A metafísica (do grego antigo μετα (metà) = depois de, além de; e Φυσις [physis] = natureza ou física) é uma das disciplinas fundamentais da filosofia. Os sistemas metafísicos, em sua forma clássica, tratam de problemas centrais da filosofia teórica: são tentativas de descrever os fundamentos, as condições, as leis, a estrutura básica, as causas ou princípios, bem como o sentido e a finalidade da realidade como um todo ou dos seres em geral.

Um ramo central da metafísica é a ontologia, a investigação sobre as categorias básicas do ser e como elas se relacionam umas com as outras. Outro ramo central da metafísica é a cosmologia, o estudo da totalidade de todos os fenômenos no universo.

Concretamente, isso significa que a metafísica clássica ocupa-se das “questões últimas” da filosofia, tais como: há um sentido último para a existência do mundo? A organização do mundo é necessariamente essa com que deparamos, ou seriam possíveis outros mundos? Existe um Deus? Se existe, como podemos conhecê-lo? Existe algo como um “espírito”? Há uma diferença fundamental entre mente e matéria? Os seres humanos são dotados de almas imortais? São dotados de livre-arbítrio? Tudo está em permanente mudança, ou há coisas e relações que, a despeito de todas as mudanças aparentes, permanecem sempre idênticas?

O que diferencia a metafísica das ciências particulares é que a metafísica considera o “inteiro” do ser enquanto as ciências particulares estudam apenas “partes” específicas do ser. A metafísica distingue-se das ciências particulares por conta do objeto a respeito do qual está preocupada, o ser total, e por ser uma investigação a priori. Por isso, a diferença entre os métodos da metafísica e das ciências particulares decorre da diferença entre os objetos estudados. Devemos lembrar-nos de que as categorias que valem para as partes não podem ser estendidas ao inteiro.

No quarto livro da Metafísica, Aristóteles nos informa que a filosofia primeira “não se identifica com nenhuma ciência particular, pois nenhuma outra ciência considera o ser enquanto ser em geral, mas, depois de ter delimitado uma parte dele, cada uma estuda as características dessa parte”(1003a 21-25). Por vezes, Aristóteles parece tornar a metafísica uma ciência particular ao nos dizer que ela estuda as causas primeiras de todas as coisas, mas, na maior parte do tempo, a trata como a ciência do geral.

É muito comum imaginar que a metafísica lida com a transcendência, mas isso é um erro (cometido por exemplo por Nietzsche). Alguns tipos de pensamento metafísico centram-se no conceito de transcendência, mas não todos. Como já dito, o que caracteriza a Metafísica é a problemática do inteiro, por isso, são metafísicos “tanto os que afirmam que o inteiro envolve o ser supra-sensível e transcendente considerado como origem de todas as coisas, quanto os que afirmam que o inteiro não inclui nenhuma transcendência e, consequentemente, fazem a discussão da problemática do inteiro coincidir com a do sensível” . Por exemplo, se se considera que só exista o mundo sensível e que esse mundo seja totalmente material, então assume-se uma posição metafísica.

Origem da palavra “metafísica”

“Metafísica” é o título de uma obra de Aristóteles composta por quatorze livros sobre filosofia geral. Uma hipótese bastante difundida atribui ao peripatético Andrônico de Rodes (século I a.C.) a iniciativa de chamar esse conjunto de escritos de “Metafísica”. Ao realizar a primeira compilação e sistematização dos escritos de Aristóteles, Andrônico o elencou depois dos oito livros que tratavam da Física, e os chamou de tà metà tà physiká, ou seja, “os que estão depois da física”. Desse modo, o título faria referência, sobretudo, à posição daqueles quatorze livros na classificação das obras de Aristóteles realizada por Andrônico.

Todavia, em vez de empregar o termo “metafísica”, Aristóteles usava geralmente a expressão “filosofia primeira” ou “teologia” (por contraste com “filosofia segunda” ou “física”) para fazer referência ao estudo do ser em geral. No entanto, a palavra “metafísica” acabou por se impor como denominação da ciência que, em conformidade com a filosofia primeira de Aristóteles, ocupa-se das características mais gerais do seres ou da natureza da realidade.

Metafísica da saúde

A metafísica da saúde consiste em um recurso de autoajuda, que determina que muitas das doenças vividas pelas pessoas resultam de determinados padrões de comportamento e pensamento. A metafísica da saúde não se trata de adivinhação, mas é fruto de estudos e pesquisas para designação das doenças causadas por desequilíbrios emocionais.

Existe uma coleção de livros intitulada “Metafísica da Saúde”, da autoria de Valcapelli e Gasparetto.

 

Fontes: http://pt.wikipedia.org/

http://www.significados.com.br/

 

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Alguns chakras menos conhecidos, porém, muito importantes

Temos milhares de centros energéticos espalhados pelo nosso corpo físico. Os maiores e principais são chamados de Chakras. Os Vedas (textos sagrados do Hinduismo, escritos há aproximadamente 1.500 a.c) já descreviam os Chakras e suas características principais. Para entender melhor imagine que esses centros são como portas de vai-e-vem pelas quais enviamos nossa energia para ambientes e pessoas – ou vice-versa. Neste artigo abordamos os significados dos sete Chakras principais e agora falaremos dos secundários.

Dos Chakras principais partem alguns caminhos, como se fossem riachos de energia, distribuindo-a pelos centros secundários. Se o Chakra principal estiver desequilibrado, os secundários ligados a ele também estarão em desequilíbrio. Então, para harmonizar os centros de energia do corpo, a pessoa sempre pode começar pelos sete principais. Para isso, podemos utilizar várias ferramentas terapêuticas, como Meditação, visualização criativa e cristais. Esses recursos ampliam a nossa energia e nos beneficiam com as características vibracionais do estímulo escolhido, como cores, mandalas e pedras.

No nosso dia a dia, esses desequilíbrios energéticos podem ser percebidos como insatisfações, preocupações excessivas, alteração no sono, excesso de impulsividade, infelicidade, ou seja, tudo que nos tira do equilíbrio. Normalmente o que nos faz sofrer, de um jeito ou de outro (pelo excesso ou pela falta), é o que precisamos equilibrar.”Normalmente o que nos faz sofrer, de um jeito ou de outro (pelo excesso ou pela falta), é o que precisamos equilibrar.”

Na Terapia Holística, enxergamos o negativo e a crise como parte de um processo, o início de um movimento de aperfeiçoamento. Isso significa que o desequilíbrio não é de todo ruim, já que sinaliza onde temos e podemos melhorar.

A maneira ideal de saber como estão nossos Chakras é por meio do autoconhecimento. Mas para quem acha a autoanálise um exercício difícil, existem algumas ferramentas que ajudam a perceber esses desequilíbrios e podem ser colocadas em prática na consulta com um terapeuta holístico: a interpretação energética por meio de questionário e conversa sobre a situação, assim como a medição dos Chakras pela radiestesia, pode ser muito eficiente, dentre várias outras formas. Esses métodos mapeiam o que não está em harmonia.

Conheça abaixo seis Chakras secundários, descubra onde estão localizados e confira dicas para harmonizá-los.

CHAKRA DAS MÃOS

Localizado no centro das palmas das mãos, não tem cor específica e é o mais fácil de ser desenvolvido. Apesar de secundário, é um Chakra importantíssimo, como podemos ver em técnicas de energização e equilíbrio como o Reiki – técnica japonesa de canalização de energia, passada através da imposição das mãos. Coordenado pelas emoções e intenções, é um canal direto através do qual podemos passar energia consciente.

Para ativar este Chakra com a energia cósmica, basta esfregar as palmas das mãos uma na outra. No momento em que fazemos isso, sentimos um calor ou um formigamento no local. Podemos fazer este gesto para buscar o bem-estar do outro ou o nosso próprio, assim como para aliviar uma dor ou angústia. Em todos esses casos, mentalize sua intenção enquanto ativa este Chakra.

Lembrete: sempre que mentalizar intenções para outra pessoa, depois de enviar a energia a ela, lave bem as mãos com água e sabão para desconectar sua energia do outro.

CHAKRA DOS PÉS

Está localizado nas solas dos pés e sua finalidade principal é descarregar o excesso energético gerado no nosso dia a dia, como também a absorção da energia de aterramento – que faz a gente se sentir enraizado e seguro. Tem relação com a “mãe terra” e a estabilidade em geral.

O Chakra dos pés tem ligação com o Chakra Básico (localizado na altura dos órgãos genitais) e todo o conceito de sobrevivência, segurança e força. Uma boa dica para equilibrar os Chakras dos pés é ter contato com a natureza, andando descalço na terra, grama ou areia.

CHAKRA DOS JOELHOS

Atua como um transformador, regulando a quantidade de energia telúrica (da Terra) que deve entrar no corpo. Regula nossa forma de lidar com a flexibilidade e com grandes quantidades de energia.

E nada é melhor para lidar com a flexibilidade do que alongar-se. Sendo assim, para equilibrar esse Chakra é essencial praticar alongamento.

CHAKRA DOS TORNOZELOS

Lida com a nossa flexibilidade de ficarmos centrados durante as mudanças na vida e nos ajuda mais especificamente a desenvolver o “jogo de cintura” necessário para “ganhar” a vida.

Para harmonizar esse Chakra, além de fazer alongamento (também indicado para equilibrar os Chakras dos joelhos), é preciso focar também no senso de equilíbrio.

CHAKRAS YIN/YANG

Estão localizados no centro de cada ombro e posicionados para que as energias sejam corretamente direcionadas. São Chakras de energias cooperativas, complementares e correlatas: energia ascendente (Yang) e energia descendente (Yin), acumulação de substância (Yin) e processamento dessas substâncias por meio da atividade corporal (Yang).

Determinadas partes do corpo e órgãos internos correspondem ao Yin, enquanto outras se relacionam ao Yang. A parte superior do corpo, por exemplo, é considerada fundamentalmente Yang, enquanto a parte inferior é Yin. Já as extremidades são Yang e as partes internas são Yin.

Vale reforçar que Yin e Yang são formas diferentes de energia, sem a conotação de “bom” ou “ruim”. São simplesmente formas diferentes, interdependentes e complementares (não opositoras), como o dia e a noite. A mudança e o movimento são relacionados a esses Chakras. Para ativá-los, é preciso analisar em quais circunstâncias estamos sendo rígidos e resistentes às mudanças e trabalhar a aceitação. Um exercício físico ou modalidade que exija movimento e fluidez física também ajuda muito.

CHAKRA DO TIMO

Apesar de pouco conhecido, o Chakra do Timo não é considerado secundário, pois é muito importante. Ele é associado à consciência e energia de ascensão e elevação. Localiza-se entre o Chakra Cardíaco (localizado na altura do coração) e o Laríngeo (localizado na altura da garganta). Para encontrá-lo, na linha média do corpo, abra a sua mão e posicione seu polegar no meio da sua garganta e o seu dedo mínimo entre os seios. O Timo fica na altura do seu dedo médio.

Pensamentos e sentimentos negativos enfraquecem e prejudicam a imunidade física e energética deste Chakra. Em compensação, crenças e emoções positivas conseguem estimulá-lo e ativar todas as suas capacidades. Vigiar a qualidade dos pensamentos e sentimentos, mudando-os quando estão negativos, é a maneira de ativar o Chakra do Timo. Isso exige treino e prática diária, mas o resultado é recompensador.

 

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Fonte: http://templodeluxor.blogspot.com.br/

 

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Reúna os momentos felizes

Por que nossa mente insiste em colecionar lembranças ruins? Todas as experiências negativas que vivenciamos tornam-se, imediatamente, padrões recorrentes em nossa memória.

As lembranças dos acontecimentos – e as emoções que eles despertaram em nós -,são insistentemente revividos, como um alarme permanente a nos prevenir para que evitemos circunstâncias semelhantes, com a certeza de que o resultado negativo se repetirá.

A mente é a expressão do ego, e este tem como objetivo principal nos fazer evitar qualquer possibilidade de ver frustrados os nossos desejos. Se não podemos ter nossa vontade contrariada sem sofrer, naturalmente que a mente se encarregará de nos lembrar, a cada instante, da dor que vivenciamos para que ela não volte a ocorrer.

A questão é que esta suposta “proteção” que impomos a nós mesmos, não passa de ilusão, visto que é impossível, por mais que o desejemos, controlar o fluxo natural da existência.
E, na medida em que o novo se apresenta, – e ele sempre se apresenta, queiramos ou não -, passamos então a travar uma verdadeira batalha interior, entre o desejo de viver e o medo de sofrer.

A saída é não lutar com a mente e utilizar a mesma estratégia, porém no pólo oposto, ou seja, ao invés de rememorar o sofrimento, trazer de volta à lembrança os momentos felizes que experimentamos, quando o êxtase e a sensação de plenitude nos invadiram.

Quanto mais formos capazes de resgatar este sentimento, mais motivados ficaremos para nos libertar da negatividade e nos tornamos receptivos às novas oportunidades que a vida nos trouxer.

Quando você aceita a existência, a existência o aceita. Quando você rejeita, você é rejeitado. A existência é um eco do que você faz. Tudo o que fizer com ela será feito com você.

…Seja qual for a circunstância – se uma certa felicidade o invadiu, guarde com carinho esse momento e deixe um espaço para ele em seu coração, livre de todas as outras recordações. Reúna essas recordações da música bem-aventurada que você ouviu algumas vezes; isso será útil.
E uma vez que você se tornou capaz de permanecer em bem-aventurança, de permanecer na melodia, uma vez que entrou no rio, então Deus pode conversar com você diretamente.
Osho

Autor:  Elisabeth Cavalcante

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/

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É verdade que os animais nos protegem?

Por toda a existência humana, o homem sempre buscou uma presença animal como forma de ajuda, proteção ou simplesmente companheirismo. Se voltarmos no tempo, veremos que os cães foram os primeiros animais de estimação do homem; que os egípcios contemplavam os gatos por eles protegerem contra os maus espíritos; que há estudos científicos em que comprovam o uso benéfico de animais como forma de tratamento a pacientes debilitados.

Os animais de estimação, se pensarmos bem, fazem parte de nós – como a ideia de muitos dizerem que seu bichinho é seu “filho”. É muito bom termos um em casa, de gato a peixe, pois eles nos protegem, involuntariamente, de energias negativas. Na filosofia aquantarista, estudamos que os animais servem de “escudo” aos seus donos. Isso ocorre porque, na prática, os animais são, teoricamente, mais “fracos” que nós, humanos.

Quando passamos por algum tipo de “ataque” – entendemos isso como alguma energia desfavorável que nos ataca, como inveja, olho gordo, etc –, os primeiros a serem atingidos são os animais. Por isso da importância de se ter um animal em casa. Eles nos protegem das mazelas espirituais. Além disso, eles também exercem a função de limpeza do ambiente e das pessoas que lá estão. Já reparou como o gato gosta de andar de um lado a outro, roçando nas pernas do dono? Ou então, já presenciou um cão latir ao nada, como se ele estivesse vendo algo em que os olhos humanos não conseguem enxergar? Tudo isso é indício de que eles estão nos ajudando – seja na limpeza ou na proteção.

Reparou que seu animalzinho está doente? Pois bem, ele está exercendo o papel de “escudo”, ou seja, protegendo seu dono e todos que na casa vivem. Mas não fique preocupado se seu animal de estimação ficar mal, ajude-o no que for preciso no momento – levando-o ao veterinário –, que logo ele melhorará.

Fonte: http://www.aquantarium.com.br/

Aranauam

BLOQUEIOS ENERGÉTICOS

 O ser humano é classificado a princípio em 3 tipos: Natural, Mental e Integrado.

NATURAL : 90% da população do Planeta Terra aproximadamente.

MENTAL: 10% da população do Planeta Terra aproximadamente.

INTEGRAL: São raros, encarnam exporádicamente no Planeta.

Ex: Cristo, Budas, Maomé, Khrisna, Confúcio e outros grandes mestres.

BLOQUEIOS ENERGÉTICOS:

– UM SÉRIO PERIGO PARA O CORPO SUTIL

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Todo organismo vivo mobiliza, metaboliza e/ou libera certo tipo e modalidade de energética, pelo menos dentro da faixa eletromagnética ou etérica. Dessa forma, os seres humanos, com suas ações, emoções e pensamentos, impregnam o meio ambiente em que estão com as já comentadas vibrações, cuja freqüência e forma de onda são função direta das causas que lhes dão origem, cada uma em seu nível correspondente. O mesmo acontece com o mundo animal e, por extensão, e com o mesmo critério, os reinos vegetal e mineral.

 

Nesta página faz-se um estudo e análise das energias ambientais encontradas em lugares típicos onde o ser humano é o fator primordial para sua geração, metabolização ou liberação. Como já se indicou, por meio dos vórtices (chacras) se produzem transferências energéticas com o plano homólogo; as energias se deslocam através do éter e podem, em sua mobilização, trasladar-se, unir-se, desagregar-se, transformar-se ou transmutar-se, ao agir e reagir frente a outra ou outras classes de energia.

 

Essas energias ambientais podem assumir variadas formas, sendo as mais comuns as que se constituem como cúmulos,vórtices ou larvas. As tonalidades dessas energias são também variáveis, de acordo com seu nível víbracional, e existe uma certa correspondência quanto à forma cor. As energias de baixo valor vibracional assumem formas mais flutuantes – amorfas, com tendência ao tipo’ “larva“.

 

Num lugar ou recinto determinado onde repetidamente se cultiva ou pratica uma certa atividade, acentua-se quantitativamente a energia ambiental existente; se nesse lugar ou recinto são muitos os indivíduos que realizam a mesma coisa, ou que se encontram no mesmo estado ou atitude, tais características energéticas se exaltam de forma multiplicada.

 

Cada lugar tem a sua energética particular

 

As energias ambientais são tão evidentes – mesmo para os que, comumente, não têm sensitividade – que se estima que todo ser, pelo menos uma ou algumas vezes, terá percebido de forma espontânea sensações diferentes, características, particulares, ao penetrar em algum meio ambiente dentre os tantos possíveis de se enumerar. Poder-se-ia falar de uma “psicologia energética”, para não dar lugar a. confusões.

Destaca-se que essa energética nada tem a ver com a forma, as cores ou a disposição do lugar ou recinto, e nem tampouco com os sons, luzes ou vapores, pois embora todas estas sejam também modalidades energéticas dado que são derivações, objetiva-se aqui assinalar a sua causa, relacionada sobretudo com a atividade ou participação humana.

 

Assim, prescindindo dos fatores acima citados, podem-se verificar particularidades energéticas marcantes, por exemplo, em hospitais, escolas, oficinas, escritórios, ateliês, consultórios, bancos, comitês políticos, delegacias policiais, lugares de práticas religiosas, casernas militares, etc. Cada lugar ou ambiente frequentado por um número relativamente grande de pessoas que se dedicam ou se ocupam de uma mesma coisa é potencializado energeticamente. Pode-se mencionar, de passagem, como sendo uma derivação às vezes inconsciente disso, a fé que fiéis de diferentes cultos ou religiões depositam em santuários, ermidas, sinagogas, etc., muito antigas e muito visitadas.

 

Seria excessivamente longo realizar um elenco das características energéticas de um grande número de ambientes. Mas, de qualquer forma, far-se-á uma análise genérica de alguns exemplos úteis.

 

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Influências no campo energético humano – metabolização:

Como é possível verificar com todo e qualquer fenômeno do campo físico comum (magnetismo, eletromagnetismo, ações entre campos, radio ondas, etc.), toda energia, ao tomar contato ou incursionar no campo de outra, produz ações ou reações, transformações, ou qualquer outro fenômeno. Transportando isso para o campo das energias humanas, é cabível conceituar conseqüências análogas; as observações pessoais de Livio Vinardi, nesse sentido, não deixam margem a dúvidas; contudo, a inserção destes parágrafos visa ao aporte dos maiores argumentos possíveis, e também a estimular pesquisas científicas melhor encaminhadas do que as atuais, exercidas pela já decadente ciência positivista e pela psicologia encefalocêntrica.

 

As energias ambientais podem influir no ser humano em sua energética etérica ou  na perietérica (combustível), mas não chegam a influir na energética egóica(astral inferno).

 

Essas energias ambientais, ao tornar contato com as humanas, efetuam uma transferência, como já foi oito, que depende fundamentalmente das frequências de ambas as partes; como a freqüência é fator direto do valor quântico da energia, o potencial será tanto mais elevado quanto maior for a freqüência ou vibração da energia considerada.

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Quando se encontram dois cúmulos ou estruturas energéticas de distinto valor vibracional, a de valor mais alto comunicará à de valor mais baixo certa quantidade de energia. O mesmo acontece na física calorimétrica: estando em contato dois corpos que possuem diferentes temperaturas, o que possui maior valor cede ao que possuí menor valor.

 

Em termos de energéticahumana e ambiental, se em cúmulo ou larva  ambiental tomar contato com o corpo etérico de um indivíduo, e este último possuir maior valor vibracional ou energética quântica  ele cederá certa energia ao cúmulo; se o cúmulo ou larva ambiental sentido de giro oposto ao do etérico humano, a sua aderência ao mesmo resultará facilitada; se ambos, porém, possuírem o mesmo sentido de giro das partículas, a transferência se fará por fricção, e em seguida se produzirá a natural repulsão, por serem do mesmo giro. Mas se o cumulo ou larva é de maior potencial, – ele entregará   energia ao corpo etérico humano, mas pode também chegar a alojar-se no mesmo, e a impor-lhe uma modalidade funcional, por estar mais potencializado. Este é um caso muito menos freqüente, e será examinado no final desta página (bloqueios dirigidos).

 

A criança tem uma proteção natural

 

O ser humano, idealmente, deveria se desenvolver num meio energético limpo; mas, lamentavelmente, isso resulta praticamente impossível na vida comum, sobretudo na época presente nas grandes cidades. Todos os pensamentos, ações, emoções, intenções, angústias, frustrações, alegrias, etc., representam energias ambientais; mas, nestes casos, são muito mais numerosas e intensas as negativas do que as positivas.

 

Na criança, quanto mais nova e inconsciente for, menos influirão as energias ambientais, mesmo que sejam negativas: como a criança em momento algum se identifica com elas, tais energias, praticamente, “passam ao largo”; caso exista alguma fixação, ela se desprende durante as horas de sono. Isto não significa, é claro, que a criança esteja totalmente imune às influências ambientais. Sejam elas positivas ou negativas, a reiteração energética ambiental determinará efeitos no etérico e no períetérico da criatura.

 

É no adolescente que se tem o quadro mais perigoso. Trata-se de uma idade na qual o indivíduo mais facilmente se precipita numa série de “pensamentos e emoções  freqüentemente não-exatos e, pelas tendências extremas de aceitação ou repulsa, pode chegar a absorver e a metabolizar componentes ambientais que o condicionarão na idade adulta.

No adulto, o quadro não é tão sério como no adolescente, porque suas energias estão, para fornecer um termo apropriado, mais “estabilizadas”.

 

De qualquer modo, todos os seres podem influir ou sofrer influência, seja em relação a energias ambientais, seja em relação às energias de outros seres, por sua vida de inter relação.

 

Existem diferenças quanto ao grau ou intensidade com que uma energia arnbientaI pode atuar com a energética humana. Uma maneira de se ilustrar isso é fazendo uma descrição analógica, a saber: o ideal seria que todos vestissem roupas perfeitamente limpas, isto é, sem nenhuma partícula de pó ou sujeira. Mas isso é difícil de manter, sobretudo se a pessoa deve mover-se em diferentes ambientes, viajar em meios de transporte, sentar-se em vários lugares, encostar-se, etc. É provável que, por iodos esses contatos, somados à poluição do ar com gases de escapamentos, etc., produzam-se depósitos de pó, de sujeira e até alguma discreta mancha na roupa. Se o tecido tiver boa forma, for bem cuidado, praticamente não deixará passarem as partículas de sujeira, e algumas até se desprenderão por si mesmas; não afetarão o aspecto nem a presença do ser. Mas se não há cuidado, se se deixa que tudo se suje e, pior ainda, se deliberadamente entra-se em contato com objetos e lugares que são focos de sujeira, as vestimentas serão trespassadas e as partículas ou manchas se fixarão. Será necessário, então, proceder-se a uma lavagem ou “higiene”, que deverá ser executada por um “tintureiro” que possa observar e classificar as distintas manchas e tratá-las de acordo com a sua natureza e grau para deixar, finalmente, a roupa limpa.

 

Para finalizar, o ideal seria que o “tintureiro” aconselhasse o usuário sobre o melhor modo de utilizar seus pertences, já que as manchas produzidas por agentes agressivos podem chegar a arruína-los definitivamente; mas, é claro, nisso tudo cabe sempre ao usuário dar a última palavra ou decisão.

 

Na alegoria precedente, a vestimenta seria o corpo etérico ou o perietérico, onde podem-se fixar as energias ambientais.

 

Se tais energias atuam simplesmente como o pó depositado, ou seja, como sujeira não penetrada, a energia ambiental não imporá influência marcante ou aguda sobre a conduta ou o desenvolvimento do indivíduo (a não ser que o contato seja demasiado prolongado); isso é uma razão a mais para que se procure sempre viver num ambiente energeticamente sadio.

 

Se, ao contrário, as energias ambientais atuem impregnando, manchando ou penetrando e até deteriorando a roupa, elas se constituirão num bloqueio. Da mesma forma que uma mancha, ele não desaparecerá simplesmente por fricção, mas será preciso um tratamento mais ou menos específico e mais ou menos simples ou complicado. Ás vezes, desgraçadamente, o dano é irreparável, dependendo em primeira instância da detecção, observação e apreciação devidas.

 

OS TRÊS TIPOS DE BLOQUEIOS ENERGÉTICOS:

Como já se mencionou, os bloqueios são energias que operam impropriamente e que já alcançaram, em sua manifestação, o nível de penetração, seja dentro do campo energético etérico ou do perietérico humano.

 

Dentro dos possíveis campos afetados, é .. mais comum o bloqueio no campo perietérico (combustível), por um lado pela sua consistência mais propícia às aderências, e por outro lado pelo seu sentido de giro horário ou destrógiro, que é o sentido de giro mais comum das energias bloqueantes. Os bloqueios em zonas do corpo etérico são menos freqüentes, mas, em compensação, muito mais sérios. O caso mais grave é o bloqueio, mesmo parcial, de uma vórtice magno, de suas zonas perivorticianas, e’ da penetração do bloqueio nas primeiras espirais .íntravorticianas.

 

Os bloqueios energéticos podem ser de três tipos:

autogerados, externos e dirigidos.

 

Bloqueios autogerados: São os produzidos pelo próprio ser, por confundir realidades com fantasias, criando atmosferas ou mundos ímpossíveis ou impróprios, os quais determinam em seus diversos campos e vórtices, a criação de circuitos energéticos que se comportam e produzem resultados análogos li suas causas. Estes bloqueios  autogerados também ocorrem por causa de uma atitude mal encaminhada, que se transforma. em seguida num mecanismo, à força de retenção.

 

Bloqueios externos: São os provenientes de energias ambientais, externas’ ao ser, que se fixam ou penetram de forma inconsciente; isso acontece porque as  condições do indivíduo o permitem, tanto pelo seu estado de desequilíbrio como por sua conduta.

 

Bloqueios dirigidos: São os provenientes do exterior, e especificamente orientados para penetrar em alguma ou algumas zonas do campo energético de determinado indivíduo; o direcionamento comporta e evidencia li intervenção consciente e mais ou menos inteligente de quem produz ou tenta produzir esse tipo de bloqueio.

 

Para um mesmo grau de intensidade ou nível energético, o bloqueio dirigido pode chegar a ser o mais complicado de eliminar. Mas, quase sempre, o mais lento e difícil de sanar é o bloqueio do tipo autogerado. Os bloqueios externos são, via de regra, os mais simples de sanar.

Todas as menções feitas acima são dadas em termos gerais, já que se devem se também levar em consideração as zonas particulares do bloqueio, suas ramificações, etc. A catarse desses bloqueios, no nível que se está exemplificando, refere-se fundamentalmente à operação harmônica por via de energia do mesmo plano.

Alguns exemplos de bloqueios

 

Figura 1-A: Opacidade de forma alargada, penetrando sobre a zona laríngea; trata-se de um bloqueio externo, típico de energias ambientais que impõem idéias, ou autoridade, ou que impedem a livre expressão do indivíduo. Seus efeitos se traduzem em inibições frente a certas pessoas ou situações, e também em dificuldades respiratórias, sensações opressivas momentâneas, etc.

 

Na Figura 2 tem-se o mesmo tipo de bloqueio, porém mais severo, e que, embora não seja dirigido, já assume o nível de imposição autoritária de um outro ser em relação a quem o sofre.

Figura 1-E: Bloqueio sobre a zona do plexo solar, no nível do vórtice solar externo e zonas próximas, no campo perietérico. Opacidade externa típica de ambientes hospitalares. Traduz-se geralmente numa absorção de energia, ou drenagem da mesma, a que pode somarse, paradoxalmente, uma dificuldade do indivíduo afetado em absorver energia natural por meio desse vórtice.

 

Figura 3: Opacidade bloqueante no nível das camadas internas do corpo etérico. No exemplo verifica-se o desprendimento do ápice do vórtice coronário de seu receptáculo natural, que é a glândula pinea!. O ápice do vórtice nesse caso toma contatos esporádicos, e a consciência do indivíduo afetado flutua conforme os conteúdos ambientais que coexistam ou se alternem, tomando lugar sobre a ci.tada glândula, transferindo-lhe energia. O quadro resultante se assemelha, conforme o grau, ao das esquizofrenias, fobias, etc. Pode tratar-se de um bloqueio externo ou de um bloqueio dirigido.

 

Larvas ou “cascões”, relacionados com ambientes ou objetos velhos ou antigos; produzem em pessoas sensitivas certas reações ou influências prevalentemente sobre o vórtice cardíaco, comunicando imagens fantasmagóricas e até mesmo certas “percepções”, tais como o soar de campainhas, rangidos, passos, ruídos de correntes, etc. Trata-se, em caso de fixação, de um bloqueio externo, que pode chegar a complicar-se se a pessoa afetada se identifica com as situações que experimenta.

 

Figura 5: Representa a energia do vórtice cardíaco que se projeta bloqueando o vórtice laríngeo. Caso típico de autobloqueio, sobretudo nos seres de estrutura “natural”, pelo caminho de seus circuitos do campo superior, e com maior freqüência naqueles que possuam valores relativamente altos. Significa que, quando o indivíduo quer explicar algo por meio da palavra, muito facilmente confunde ou transmite impropriamente o que quer expor. Este autobloqueio é comumente acompanhado de inflexões vocais vacilantes e de energias expulsadas pelos vórtices dos ombros e dos ouvidos, no mesmo sentido em que se dá o bloqueio.

 

Figura 5: Opacidade aderida sobre a zona hepática. Está relacionada com os vórtices hepáticos aferente e eferente, embora mais no nível perietérico (combustível). É também um bloqueio externo típico de hospitais.

 

Figura 5: Opacidade sobre a zona do vórtice sacro. Trata-se de um bloqueio externo próprio de pessoas que freqüentam ambientes de psicologia erótica e pornográfica (casa de encontros, de strip-teases, prostíbulos, etc.)

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O bloqueio dirigido pode enlouquecer

 

Figura 6: Um caso de deslocamento da energia perietérica. Trata-se de um tipo particular de bloqueio, e sua etiologia é variada. As zonas desprotegidas ficam sem “combustível“, e os vórtices devem orientar-se de forma anômala ‘para continuar tomando-a. Na ilustração, está desprotegida a zona do ombro e do braço esquerdo da figura; o vórtice cardíaco se orienta com sua boca para o lugar onde ainda resta energia perietérica. Tal configuração produz sintomas e quadros muito variados, conforme o grau e a mobilização da energética deslocada.

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Figura 7: Caso típico de um bloqueio dirigido. Apresentado na forma de larva que vai crescendo com o apoio e alimentação do plano energético terra, e que vai penetrando no campo perietérico, sempre com sentido ascendente. No exemplo, o bloqueio foi ascendendo sucessivamente, até interessar o vórtice do ombro direito, com a conseqüente diminuição da efetividade desse braço, e em seguida até a zona cerebral, o que geralmente é acompanhado pela diminuição da audição (sempre em relação ao desenho) do ouvido direito, menor visão do olho direito, aumento na queda de cabelos do lado direito, etc.

 

Esse tipo de bloqueio se caracteriza pela sua forma larval e sua tendência envolvente; a ilustração da figura exemplifica um caso avançado e já sério sua progressão se daria pelo alargamento até cobrir totalmente a zona craniana, caso em que poderia ocorrer a mesma situação descrita em relação à Figura 3.

 

Para finalizar, Livio Vinardi esclarece que, como norma, convém se observar uma conduta e padrão de vida vibracional sadios para afastar as influências bloqueantes, sejam elas simplesmente externas inconscientes ou dirigidas. Se o potencial vibracional do vórtice mais débil do indivíduo é superior ao potencial vibracional da energia bloqueante, não poderá existir nenhum bloqueio. Aconselha-se também precaver-se de influências ambientais desarmônicas por meio da elevação do “índice energético vibracional” com o uso de defumadores de sândalo, incensos, etc., segundo convenha à tônica que se queira impor ao ambiente ou recinto.

 

Além destas indicações, sugere-se não incursionar sem os devidos meios na “manipulação” de vórtices, pois isso pode até dar origem a bloqueios interpessoais (uma espécie de “siamesismo” energético) entre paciente e “manipulador”, que se transformam em “hetero-bloqueados” .

Enquanto não forem melhor desenvolvidos aparelhos que permitam observar ou medir as ,gamas de longitudes de onda de energéticas ambientais (que são, geralmente, de baixo valor vibracional), os agentes sanadores mais idôneos – sempre a critério de Vinardi são a cromo energética e a sono energética, ou então a energética catártica humana devidamente desenvolvida e dirigida.

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Na figura acima, um corte para demonstrar o que acontece:

a) Opacidade: Trata-se de uma energia ambiental ou resíduos não devidamente expulsos, aderidos na superfície do perietérico, muito comum nos seres que habitam em zonas congestionadas, das cidades grandes. Não altera na espiritualidade e seu desenvolvimento.

b) Bloqueio e Nível Perietérico: Neste caso se difere das energias ambientais porque houve uma penetração, um alojamento, um pouco mais difícil de ser expulso. Porém ainda é um alojamento periférico que não provoca disfunções orgânicas.

c) Bloqueio a Nível Etérico: Neste caso as energias espúrias já transpassaram o perietérico e invadiram o etérico atuando em maior profundidade. Podem afetar vórtices médios ou grandes. Já nestes casos manifestam-se manchas na pele, irritação, inchaço, pele descolorida ou desvitalizada, etc.

d) Bloqueio Muito Severo: Neste caso existe um afetamento num Vórtice Magno, neste caso o vórtice é preciso ter cuidados, pois um Vórtice Magno é de fundamental importância para manter o indivíduo vivo, porém por mais severo que seja, o Vórtice Magno dificilmente fica 100% bloqueado.

Fonte: Revista Planeta – Cadernos Especiais de Biopscoenergética – Autor Lívio Vinardi

Autor: Livio Vinardi – Biopsicoenergética. (trabalho de vários clarividentes).

Lívio Vinardi, é físico, engenheiro eletrônico, musicólogo, pianista, fundador do Instituto de Biopsicoenergética da Argentina.

Retirado do site: http://www.espiritualismo.info/

Aranauam

 

Saúde mental e espiritualidade

Importante estudo do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, denominado “Transtornos mentais em megacidades”, apontou que 30% dos casos investigados de moradores da capital paulista e região metropolitana apresentaram algum tipo de transtorno psiquiátrico nos 12 meses anteriores à entrevista. Expressivo número que merece a atenção de todos.

Todavia, outra perspectiva nos leva a considerar que parte dessas ocorrências pode estar erroneamente catalogada como distúrbio. Há de se verificar também o conjunto de naturais manifestações de uma sensitividade espiritual malconduzida, necessitada de equilíbrio e de orientação específica.

O programa Conexão Jesus, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), conversou com um especialista no assunto. Trata-se do dr. Júlio Peres, psicólogo clínico, doutor em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP, com pós-doutorado no Centro para a Espiritualidade e a Mente da Universidade da Pensilvânia/EUA e pós-doutorado em radiologia clínica pela Unifesp. Declarou ele aos telespectadores: “Há uma linha de pesquisa muito importante — e nós gostamos muito desse tema, estamos trabalhando nesse sentido — que visa justamente ao diagnóstico diferencial entre uma crise espiritual envolvendo mediunidade, a conexão com Espíritos, Espiritualidade, e um episódio psicótico, um transtorno psiquiátrico. É muito importante que possamos reconhecer que uma condição é distinta da outra, porque, se o indivíduo estiver tendo uma manifestação mediúnica, uma crise espiritual, não necessariamente ele manifestará um episódio psicótico, psiquiátrico. No entanto, se for medicado nessas condições, ele pode criar uma história, uma linha de futuro psiquiátrica. Contudo, se o indivíduo estiver de fato tendo um episódio psicótico e não for medicado, o sofrimento se exacerba. Então, é fundamental que nós, profissionais da saúde, identifiquemos quais são os diferenciais para esse diagnóstico”.

Essas palavras nos fazem lembrar o testemunho do dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), ilustre médico que no século 19 escreveu A loucura sob novo prisma (estudo psíquico-fisiológico), pondo em evidência os casos em que determinadas patologias mentais teriam causa espiritual de ordem inferior, requerendo, portanto, uma abordagem distinta: “Meu plano é determinar a natureza especial da loucura sem lesão cerebral — estabelecer as bases de um diagnóstico diferencial de uma para outra espécie — e oferecer os meios curativos deste gênero desconhecido de loucura”.

Observa-se assim que a matéria (aliada à Espiritualidade) é verdadeiramente digna de pesquisas cuidadosas e isentas de qualquer preconceito. Afinal, sabemos que muito há para ser estudado. No campo da Neurociência, por exemplo, o que não falta são lacunas de incertezas. E numerosos pacientes dependem desse esforço, pois podem estar padecendo com terapêuticas radicais quando o caminho é bem outro.

(José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor – paivanetto@lbv.org.brhttp://www.boavontade.com)

Fonte: http://www.dm.com.br/

Aranauam

O CÂNCER SOB A PERSPECTIVA ESPÍRITA

Se você estiver lendo este texto,certamente lembrará de um ente querido ou de um amigo que esteja passando ou já passou,por essa doença que a todos abalam.

Lembro-me de um amigo querido,que perdi a alguns anos,estava no auge de sua juventude quando desencarnou, teve um câncer raríssimo. Fisicamente sempre fora um jovem saudável,alegre e trabalhador,mas,dizia sempre que guardava Mágoas e que não conseguia PERDOAR…..Nós espíritas sabemos que o ódio, o rancor a mágoa ,são tóxicos , venenos no oxigênio da saúde mental e física,consomem nossa energia vital,abrindo espaço para a instalação de doenças.

Recentemente, na Califórnia, nos Estados Unidos, Hannah Powell-Auslam, uma menina de 10 anos de idade, foi diagnosticada com câncer de mama, um caso considerado, extremamente, raro (carcinoma secretório invasivo). Os médicos fizeram uma mastectomia, mas o câncer se espalhou para um nódulo e Hannah terá que passar por outra cirurgia, ou por tratamento de radioterapia.

Outro caso instigante é o das duas gêmeas idênticas britânicas, diagnosticadas com leucemia, com apenas duas semanas de intervalo. O drama das meninas Megan e Gracie Garwood, de 4 anos, começou em agosto de 2009. “Receber a notícia de que você tem três filhos e dois deles têm câncer é inimaginável”, afirmou a mãe das meninas. “Você fica pensando o que fez para merecer isso”. Câncer é uma palavra derivada do grego “karkinos”, a figura mitológica de um caranguejo gigante, escolhida por Hipócrates, para representar úlceras de difícil cicatrização e que, ao longo do tempo, consagrou-se como sinônimo genérico das neoplasias malignas. Há mais de cem tipos diferentes de câncer, que variam, ao extremo, em suas causas, manifestações e prognósticos.

Diferentemente do câncer em adultos, em que se leva em conta aspectos do comportamento como fumo, alcoolismo, alimentação, sedentarismo e exposição ao sol, a medicina, ainda, não conseguiu estabelecer os verdadeiros fatores de risco do câncer pediátrico. Os casos de Hannah Powell-Auslam, Megan e Gracie Garwood bem que podem entrar nas estatísticas brasileiras do câncer infanto-juvenil, que atinge crianças e adolescentes de um a 19 anos. Segundo pesquisa divulgada pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) e pela Sobop (Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica), o câncer é a doença que mais mata os jovens, na faixa dos cinco aos 18 anos, no Brasil. Pesquisa indica o surgimento de, aproximadamente, 10 mil casos de câncer infanto-juvenil, a cada ano, no Brasil, a partir do biênio 2008/2009. O agravante é que o câncer, nos adolescentes, costuma ser mais agressivo do que nos adultos, e é mais difícil de ser diagnosticado, segundo Luiz Henrique Gebrin, Diretor do Departamento de Mastologia do Hospital Pérola Biynton, em São Paulo (SP).

Será o câncer, então, uma obra do acaso, uma “punição divina” ou um “carma” do espírito? Hoje, à luz da Ciência médica, pode-se afirmar que o fator predominante da carcinogênese é, sem dúvida, o comportamento humano: tabagismo, abuso de álcool, maus hábitos alimentares e de higiene, obesidade e sedentarismo, os quais são responsáveis por quatro, em cada cinco casos de câncer e por 70% do total de mortes. Os cânceres por herança genética pura, ou seja, que não dependem de fatores comportamentais e ambientais, são menos de 5% do total.

A experiência corrobora, pois, que o câncer é uma enfermidade, potencialmente, “cármica”. Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações. A criança de hoje foi o adulto de antanho. “O corpo físico reflete o corpo espiritual que, por sua vez, reflete o corpo mental, detentor da forma”. (1) “Os que se envenenaram, conforme os tóxicos de que se valeram, renascem, trazendo as afecções valvulares, os achaques do aparelho digestivo, as doenças do sangue e as disfunções endocrínicas, tanto quanto outros males de etiologia obscura; os que incendiaram a própria carne amargam as agruras da ictiose ou do pênfigo; os que se asfixiaram, seja no leito das águas ou nas correntes de gás, exibem os processos mórbidos das vias respiratórias, como no caso do enfisema ou dos cistos pulmonares; os que se enforcaram carreiam consigo os dolorosos distúrbios do sistema nervoso, como sejam as neoplasias diversas e a paralisia cerebral infantil; os que estilhaçaram o crânio ou deitaram a própria cabeça sob rodas destruidoras, experimentam desarmonias da mesma espécie, notadamente as que se relacionam com o cretinismo, e os que se atiraram de grande altura reaparecem, portando os padecimentos da distrofia muscular progressiva ou da osteíte difusa.” (2)

“A cura para o câncer não deverá surgir nos próximos dez anos” (3) é o que afirma o articulista da Revista Time, Shannon Browlee. Talvez os cientistas nunca encontrem uma única resposta, um único medicamento capaz de restaurar a saúde de todos os pacientes com câncer, porque um tumor não é igual ao outro. Os espíritas sabem que não existem doenças e sim doentes. Em verdade, “todos os sintomas mentais depressivos influenciam as células em estado de mitose, estabelecendo fatores de desagregação.” (4) Apesar dos consideráveis avanços tecnológicos, em busca do diagnóstico precoce e do tratamento eficaz, a Medicina e a Ciência, em geral, estão, ainda, distantes de dominarem o comportamento descontrolado das células neoplásicas.

Obviamente, não precisamos insistir na busca de vidas passadas para justificar o câncer: As estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam na atual encarnação. Muitas formas de cânceres têm sua gênese no comportamento moral insano atual, nas atitudes mentais agressivas, nas postulações emocionais enfermiças. “O mau-humor é fator cancerígeno que ora ataca uma larga faixa da sociedade estúrdia.” (5) O ódio, o rancor, a mágoa, a ira são tóxicos fulminantes no oxigênio da saúde mental e física, consomem a energia vital e abrem espaços intercelulares para a distonia e a instalação de doenças. São “agentes poluidores e responsáveis por distúrbios emocionais de grande porte, são eles os geradores de perturbações dos aparelhos respiratório, digestivo, circulatório. Responsáveis por cânceres físicos, são as matrizes das desordens mentais e sociais que abalam a vida” (6)

Falando sobre doença cármica, “o câncer pode, até, eliminar as sombras do passado, mas não ilumina a estrada do porvir. Isso depende de nossas ações, da maneira como arrostamos problemas e doenças.

Quando a nossa reação diante da dor não oprime aqueles que nos rodeiam, estamos nos redimindo, habilitados a um futuro luminoso. “Quando nos rendemos ao desequilíbrio ou estabelecemos perturbações em prejuízo contra nós (…), plasmamos nos tecidos fisiopsicossomáticos determinados campos de ruptura na harmonia celular, criando predisposições mórbidas para essa ou aquela enfermidade e, conseqüentemente, toda a zona atingida torna-se passível de invasão microbiana.” (7) Outra situação complicada é o aborto que “oferece funestas intercorrências para as mulheres que a ele se submetem, impelindo-as à desencarnação prematura, seja pelo câncer ou por outras moléstias de formação obscura, quando não se anulam em aflitivo processo de obsessão.” (8)

O conhecimento espírita nos auxilia a transformar a carga mental da culpa, incrustada no perispírito, e nos possibilita maior serenidade ante os desafios da doença. Isso influenciará no sistema imunológico. Os reflexos dos sentimentos e pensamentos negativos que alimentamos se voltam sobre nós mesmos, depois de transformados em ondas mentais, tumultuando nossas funções orgânicas.

Para todos os males e quaisquer doenças, centremos nossos pensamentos em Jesus, pois nosso bálsamo restaurador da saúde é, e será sempre, o Cristo. Ajustemo-nos ao Evangelho Redentor, pois o Mestre dos mestres é o médico das nossas almas enfermas.

 

Fontes:

(1) Xavier, Francisco Cândido. Evolução em Dois Mundos , ditado pelo espírito André Luis 15ª edição, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1997.

(2) Xavier Francisco Cândido. Religião dos Espíritos, Rio de Janeiro: 11ª Edição Ed. FEB – (Mensagem psicografada por em reunião pública de 03/07/1959)

(3) Transcrita em um caderno especial na Folha de São Paulo de 4 de novembro de 1999

(4) Xavier, Francisco Cândido. Pensamento e Vida, ditado pelo espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2000

(5) Franco, Divaldo. Receita de Paz, ditado pelo espírito Joanna de Angelis, Salvador: Ed. Leal, 1999

(6) FRANCO, Divaldo Pereira. O Ser Consciente, Bahia, Livraria Espírita Alvorada Editora, 1993

(7) Artigo “Uma Visão Integral do Homem”, Grupo Espírita Socorrista Eurípides Barsanulfo, disponível no sitehttp://www.geocities.com/Athens/9319/chacras.htm, acessado em 25/04/2006

(8) Xavier Francisco Cândido e Vieira Waldo. Leis de Amor, São Paulo: Edição FEESP, 1981

Autor:

 

Jorge Luiz Hessen (Brasília/DF)

é membro da Rede Amigo Espírita, servidor Publico Federal, residente em Brasília, palestrante,
escritor, articulista em diversos jornais e sites, com textos publicados na Revista Reformador da FEB, O Espírita de Brasília, O Imortal, Revista Internacional do Espiritismo, entre outros e além de conselheiro da revista eletrônica O Consolador. e-mail: jorge.loluhesse@gmail.com

Blog:http://jorgehessen.net/

 

http://www.redeamigoespirita.com.br

 

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Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade – PROSER

Finalmente a medicina/ciência está acordando para nossa realidade espiritual e deixando de lado sua visão materialista, espero que surjam mais profissionais dispostos a criar e participar de programas que unem o físico e o espiritual.
Wanderley Donaire Maganha
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
“Negligenciar a dimensão espiritual é como ignorar o aspecto social ou psicológico do paciente e resulta em falha ao tratar a pessoa integralmente.”
Harold Koenig em Espiritualidade no cuidado com o paciente.
O ProSER é um grupo de profissionais da área da saúde que visa dar assistência terapêutica, estudar, pesquisar, investigar e gerar informações a respeito da relação entre saúde, espiritualidade e religiosidade. O ProSER respeita os diferentes credos e adota uma postura desvinculada de religiões.
Mais especificamente o PROSER busca:
•Investigar o impacto da espiritualidade e religiosidade em saúde mental de pacientes internados no IPq.
•Promover atividades terapêuticas que investiguem e promovam o contato com a espiritualidade e religiosidade, com foco em saúde mental.
•Promover assistência às necessidades e conflitos espirituais e religiosos na interface da saúde mental.
•Incentivar e criar “banco de ideias” em pesquisa na interface entre saúde mental e espiritualidade/religiosidade.
•Promover ensino a alunos residentes e profissionais da área de saúde sobre a relação saúde e espiritualidade.
Definições de religiosidade e espiritualidade:
O ProSER baseia-se nos estudos já realizados por diversos pesquisadores americanos, europeus e brasileiros. Existem diversas definições, citamos aqui duas delas que auxiliam na compreensão geral do tema, encontradas em Koenig (2008):
“Religiosidade é a prática de uma religião, que é definida como um sistema  de crenças e práticas realizados por uma comunidade, com suporte em rituais que reconhecem, veneram e se comunicam com o Sagrado, o Divino, Deus, a Verdade Última, a Realidade ou o Nirvana.”
“Espiritualidade é busca individual de significado e propósito para a vida, através da participação em uma religião, da crença em Deus,da família, no naturalismo, no humanismo e nas artes.”
Porque incluir espiritualidade/religiosidade na saúde ?
1.Muitos pacientes são religiosos e crenças espirituais/religiosas ajudam a lidar com muitos aspectos da vida.
2.Crenças espirituais e religiosas influenciam decisões médicas, especialmente quando os pacientes estão seriamente doentes.
3.Atividades e crenças espirituais e religiosas estão relacionadas a uma saúde melhor e à qualidade de vida.
4.Muitos pacientes gostariam que os médicos comentassem suas necessidades espirituais.
Como isso ajuda o paciente ?
Nos momentos difíceis da vida as pessoas precisam de todo suporte que puderem encontrar para se tornarem fortes e capazes de lidar com a situação. Em caso de doença, a espiritualidade e religiosidade podem dar ao paciente motivação para enfrentar a situação, auxiliando no tratamento médico.
Algumas questões abordadas pelo ProSER:
Busca de sentido para a vida/existência
Conflitos entre fé e transtornos psiquiátricos
Conflitos religiosos X tratamento medicamentoso
Luto (morte/perda)
Suicídio
Coping (enfrentamento) religioso/espiritual
O que é coping religioso/espiritual?
Usamos a definição do Dr. Pargament de 1999:
“Uso da religião, espiritualidade ou fé para lidar com o estresse e as consequências negativas dos problemas de vida, por meio de um conjunto de estratégias religiosas e/ou espirituais utilizadas para manejar o estresse diário e/ou advindo de crises existenciais ou circunstanciais que ocorrem ao longo da vida.”
O coping pode ser positivo ou negativo, conforme as estratégias proporcionem consequências benéficas ou prejudiciais ao paciente. Por exemplo, se o paciente sente que resolve seus problemas com a colaboração de Deus, está em coping positivo; se ele acredita que seus problemas sejam um castigo de Deus está em coping negativo.
Quando o PROSER começou suas atividades?
O PROSER é a continuação do trabalho iniciado com o NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos em 2000. Desde 2008 vem intensificando suas atividades e ampliando o grupo de pesquisadores, estudiosos e voluntários de assistência.
Quem são os responsáveis pelo PROSER?
Atualmente são responsáveis pelas atividades do PROSER:
Dr. Frederico Camelo Leão
Dr. Francisco Lotufo Neto
Dr. Sergio Paulo Rigonatti
Dr. Homero Vallada
Katya Sibele Stübing
Atividades
A assistência terapêutica visa, em primeiro lugar, investigar como a espiritualidade/religiosidade do paciente gera impacto em sua saúde mental, no seu diagnóstico e no tratamento psiquiátrico. Os objetivos das atividades terapêuticas são melhorar o enfrentamento (coping) religioso/espiritual, autoconhecimento, busca por sentido, busca e descoberta de valores positivos individuais, entre outros.
Assistência:
1) Anamnese Espiritual: questionário semi-estruturado desenvolvido pela equipe do ProSER para avaliar a relação entre espiritualidade/religiosidade e saúde, com função terapêutica. Permite que o paciente reflita sobre estes aspectos, assim como abra um canal de comunicação com os profissionais de saúde sobre este tema, o qual representa um dos maiores fatores de enfrentamento da doença. Realizada em pacientes internados no Instituo de Psiquiatria. Todos os profissionais credenciados do ProSER são treinados e capacitados para realizar a anamnese espiritual.
2) Meditação Mindfulness: realizado semanalmente para pacientes ambulatoriais que já tenham passado pela anamnese espiritual. Coordenada por: Katya Sibele Stübing.
O projeto de assistência com meditação do ProSER se apoia no efeito terapêutico positivo da prática meditativa encontrado na grande maioria das pesquisas sobre o tema (Arias et al, 2006; Rubia, 2009; Mars & Abbey, 2010). Utilizando técnicas de meditação mindfulness (também conhecido como atenção plena), o programa segue o protocolo de oito semanas de intervenção, com uma hora de prática semanal em grupo, incentivo de prática diária de pelo menos dez minutos e a manutenção de um diário de anotações. É fornecido um CD para cada participante e é possível continuar na atividade após as 8 sessões iniciais.
A meditação tem sido conceituada como um treino mental com o objetivo de acalmar a mente, diminuir os processos ruminativos e as características obsessivas do fluxo caótico dos pensamentos (Rubia, 2009; Fortney & Taylor, 2010), além de promover o controle voluntário do foco de atenção (MacLean et al, 2010). Conquanto na prática secular o principal objetivo é o desenvolvimento da auto-observação e autorregulação, a meditação também serve como uma milenar via para o desenvolvimento da espiritualidade. Por ter suas raízes em tradições religiosas, a meditação mantém suas características de promover o contato com a dimensão espiritual e transcendente, favorecendo o desenvolvimento de características positivas de personalidade (Osiset al, 1973; Pargament & Wachholtz, 2005).
3) Oficina de Contos: atividade orientada pela Antroposofia e realizada dentro de enfermarias do Instituto de Psiquiatria. Coordenada por: Dra.Terezinha Salles Machado, Juliana Martins.
A Antroposofia é um caminho de conhecimento cujo método pretende levar o ser humano à consciência da dimensão espiritual, em si mesmo e no mundo. Foi fundada por Rudolf Steiner (1861 – 1925), que se dedicou à pesquisa e ao desenvolvimento da filosofia antroposófica com grande atuação em diversas áreas (pedagogia, medicina, agricultura, farmacologia, etc).
A visão do ser humano é constituída pela dimensão física, vital, anímica e espiritual. Segundo Steiner, os contos de fadas são os guias, as instruções para que os quatro corpos da entidade humana se mantenham em equilíbrio, instalando forças na alma humana. São registros originários dessa própria alma.
No PROSER a oficina de contos ocorre através da narrativa das histórias, aliada às atividades artísticas que estimulam forças curativas próprias de cada um, que podem levar a vivências do próprio ser e ao seu desenvolvimento espiritual.
4) Psicoterapia Transpessoal: atividade realizada dentro de enfermarias do Instituto de Psiquiatria, utilizando técnicas da Abordagem Integrativa Transpessoal. Coordenada por: Manoel Simão e Ligia Splendore.
A Transpessoal é a linha da psicologia que inclui a espiritualidade na sua visão de homem. Segundo esta linha, o homem é um ser biológico, psicológico, social e espiritual – a inclusão da dimensão espiritual diferencia a Transpessoal das outras linhas da Psicologia, especialmente as Racionalistas. A espiritualidade é, então, incluída como característica inerente ao ser humano; ela é considerada a essência que nos faz buscar sentido para a vida, que nos faz almejar transcender, acreditar e buscar o que está além do que podemos perceber através dos cinco sentidos (Maslow, 1969). Entre os conceitos da Transpessoal, há o princípio de transcendência, que “indica um impulso em direção ao despertar espiritual por meio da própria humanidade do ser, da pulsão de vida, morte e para além delas” (Saldanha, 2008. p. 145). A pulsão de transcendência está ligada ao sentido da vida, a uma ética natural e à união do homem ao sagrado.
No processo terapêutico são utilizados o diálogo, a imaginação ativa, o relaxamento, o grafismo, entre outros recursos.
5) Yoga/Sati
O Projeto de assistência e pesquisa Yoga-Sati, coordenado pelo psicólogo Vinícius Farkas e pelo médico Cesar Deveza é aplicado nas dependências do Instituto de Psiquiatria (Ipq) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e direcionado a funcionários do Complexo Hospitalar do Hospital das Clínicas de ambos os sexos e sem restrição de idade. São utilizadas técnicas do Yoga Clássico ou Raja Yoga, compostas de posturas físicas (asanas), de exercícios respiratórios (pranayamas) e de concentração (dharana) associados à meditação de plena atenção (sati/mindfullness). As aulas semanais incluem a exposição de conhecimento sobre as bases e textos em que se apoiam essas técnicas e a prática de alongamentos de grupos musculares específicos, práticas respiratórias, concentração e meditação, consagradas pelo uso milenar e extensamente descritas em textos clássicos e em pesquisas modernas. O viés desse trabalho é puramente filosófico e prático, sem nenhum vínculo proselitista, ritualista, religioso ou dogmático.
O Yoga é um sistema milenar de filosofia e de práticas psicofísicas de origem indiana que busca a aquisição de estados de profunda concentração e a interação entre mente, corpo e espírito, através de técnicas desenvolvidas para controle total dos pensamentos, para uma perfeita saúde.
A palavra “sati” da língua Pali, uma das línguas indianas antigas, significa existência, o que remete à ideia de estarmos conscientes de nós mesmos, se possível, o tempo todo, em todas as nossas ações; é a consciência do momento presente, a mente focada no agora, nem no passado, nem no futuro. O propósito das meditações de Sati/Mindfullness é promover ao praticante uma postura direta de experimentação dos fenômenos físicos e psíquicos sem a lente do julgamento, contemplando-os assim, exatamente como eles se oferecem ao observador no agora, sem que ele reaja a esses fenômenos, recondicionando a mente de forma mais saudável. A palavra sati deriva também da palavra “smrti” da língua sânscrita que significa memória. O treinamento em observar apenas o agora nos isenta da influência negativa das memórias, que quando são positivas geram apego e quando negativas, medo e angústia.
6) Pesquisa:
Diversas pesquisas em andamento, entre elas:
“Uma Intervenção com Meditação para Pacientes com Transtorno Alimentar.”
Pesquisador Responsável: Dr. Francisco Lotufo Neto.
Pesquisador Executante: Katya Sibele Stübing.
Qual a diferença entre o CARE-Comitê de Assistência Religiosa do Hospital das Clínicas (“Capelania”) e o PROSER?
O CARE-HC-FMUSP é um serviço religioso, composto por Capelães e voluntários religiosos (católicos, evangélicos e espíritas) atuantes em todo complexo HC. Não é do âmbito do PROSER realizar atividades religiosas com os pacientes, como orar, ler textos religiosos, entre outros, sendo tarefas exclusivas do CARE.
A abordagem da religião e crenças específicas são pesquisadas pelo PROSER com fins de compreensão da interface e do impacto na saúde mental do indivíduo.
Nos casos atendidos pelo PROSER, com necessidade de atuação religiosa expressa pelo paciente, é solicitada a assistência do CARE.
Todos os pacientes internados são avaliados?
Não. Os pacientes devem estar em condições psíquicas mínimas para uma participação adequada a anamnese e já terem sido avaliados pela equipe médica. São excluídos pacientes com sintomas psicóticos agudos, agitação psicomotora, déficit cognitivo grave e os que se negam a participar.
O que é a Interconsulta do PROSER?
É uma nova atividade, tendo como responsáveis o Dr. Frederico Camelo Leão, Dr. Sérgio P. Rigonatti.
É um espaço, onde as equipes de Enfermaria, ou de outros grupos de Ambulatório do IPq, podem discutir casos clínicos onde exista problemas nesta interface religiosidade/ espiritualidade e Saúde Mental.
É necessário discutir o caso com os responsáveis, para avaliação pelo PROSER, discussão em grupo transdisciplinar do PROSER e possível conduta ou orientação.
Lembrando que o PROSER é um grupo inovador, que busca uma nova expertise neste tema. Já existem pesquisas robustas na área, justificando a presença deste grupo e a importância da abordagem. No entanto são poucas pesquisas de como, quando e onde abordar este tema, sendo crucial a colaboração de outros grupos do IPq,  profissionais de diferentes áreas e voluntários para o projeto. Estamos abertos a parcerias na área de pesquisa e assistencial.
Equipe PROSER
Mais informações e Referências do Tema:
ARIAS, A.J.; STEINBERG, K.; BANGA, A.; TRESTMAN, R.L. (2006). Systematic Review of the Efficacy of Meditation Techniques as Treatments for Medical Illness. The Journal of Alternative and Complementary Medicine, Volume 12, Number 8, 2006, pp. 817–832.
FORTNEY, L.; TAYLOR, M. (2010). Meditation in Medical Practice: a Review of the Evidence and Practice. Primary Care Clin Office Pract, No 37: 81-89.
INCONTRI, D. (org.) (2010). Educação e espitirualidade. Interfaces e perspectivas. Bragança Pauista, SP: Comenius.
KARASU, T.B. (1999). Spiritual psychotherapy. Am J Psychother. Spring; 53(2): 143-62.
KASPROW, M. C.; SCOTTON, B. W. (1999). A Review of Transpersonal Theory and Its Application to the Practice of Psychotherapy. The Journal of Psychotherapy Practice and Research, 8:12-23.
KOENIG, H. (2005). Espiritualidade no cuidado com o paciente. São Paulo: FE.
KOENIG, H. (2001) The handbook of religion and health: a century of research reviewed. Oxford University Press.
KOENIG, H. (2008). Medicine, Religion and Health: where science and spirituality meet. Templeton Foundation Press, PA, EUA.
LEÃO, F.C. (2010) O relato de um programa de saúde, espiritualidade e religiosidade. In: Dora Incontri. (org.). Educação e Espiritualidade – Interfaces e Perspectivas. 1ª ed., Bragança Paulista: Editora Comenius, p. 59-67.
MACLEAN, K.A.; FERRER, E.; AICHELE, S.R.; ET AL. (2010). Intensive Meditation Training Improves perceptual Discrimination and Sustained Attention. Psychological Science, 21(6): 829-839.
MARS, T. S.; ABBEY, H. (2010). Mindfulness Meditation Practice as a Healthcare Intervention: a Sistematic Review. International Journal of Osteopathic Medicine, No 13: 56-66.
MOREIRA-ALMEIDA, A.; LOTUFO NETO, F; KOENIG, H. (2006). Religiosidade e saúde mental: uma revisão. Rev. Bras. Psiquiatria. vol.28 (3).
OSIS, K.; BOKERT, E.; CARLSON, M. L. (1973). Dimensions of the Meditative Experience. Journal of Transpersonal Psychology, No 5(2): 109-135.
PARGAMENT, K. I. (1997). The psychology of religion and coping: Theory, research, practice. New York: Guilford Press.
PARGAMENT, K. I. (2007). Spiritually integrated psychotherapy: Understanding and addressing the sacred. New York: Guilford Press.
SALDANHA, V. (2008) Psicologia Transpessoal: Abordagem Integrativa – um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí: Unijuí.
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Saúde e Cura na Umbanda

Cada prática terapêutica obedece a uma concepção a respeito do ser humano. Na Umbanda, os aspectos do binômio saúde-doença são identificados por meio de interpretações fornecidas pelas concepções próprias acerca da realidade existencial dos seres, estando vinculadas a uma linguagem (verbal e não-verbal) e a uma simbologia características, as quais proporcionam a identificação dos estados doentios e auxiliam no tratamento do paciente, tornando-se uma forma criativa e complementar da terapêutica médica convencional.

Na Umbanda, entendemos a Individualidade como sendo essencialmente de natureza Espiritual, vinculada às experiências que esta tenha realizado ao longo de seu périplo carnal (sucessivas encarnações), tendo como resultado de suas vivências anteriores (se mais ou menos felizes) as disposições que irão influenciar, em termos de saúde-doença, a sua presente encarnação.

Soma-se à isso, a compreensão umbandista de que a Individualidade Espiritual – a qual somos cada um de nós – manifesta-se como parte integrante de uma estrutura de relação existencial além de Si-mesma. De tal sorte que os seres humanos, cada um de maneira particular, está associado aos seus ancestrais espirituais e divinos, como sejam seus Guias, Protetores e Orixás.

Assim, as vivências psíquicas do indivíduo resultam não somente daquilo que seria próprio de um sujeito portador de uma consciência centrada somente em si-mesmo, mas também como estando [a sua consciência] situada num sistema mais amplo, sujeito a influências e atuações de forças de origem transcendente, provindas do mundo espiritual, por meio dos seres extra-físicos com as quais esteja vinculado.

É uma demanda comum aos templos de Umbanda espalhados pelo país, a das pessoas portadoras dos mais variados problemas, na área da saúde ou social, as quais buscam o auxílio desta religião para a solução de suas queixas.

“No Brasil, o sincretismo de invocação religiosa, os remédios, as simpatias, as rezas, fazem parte de um agir coerente em busca da cura” (Andrade, 2005).

A precariedade das condições de vida e acesso aos meios de tratamento das doenças, no passado, bem como a sempre presente necessidade interior de ser entendida não somente como um complexo orgânico, mas principalmente como individualidade transcendente/espiritual, levaram a grande massa de pessoas a buscarem o socorro aos curandeiros, rezadores, benzedeiros, médiuns (entre outros) de todas as épocas de nossa sociedade.

No caso da Umbanda, o terreiro é um dos pontos de vivência fundamentais na lide dos processos de saúde e cura do indivíduo. Os templos religiosos fazem-se pontos centrais no processo de apoio na busca do tratamento terapêutico. “Tais entidades e suas crenças servem de base e de fator disseminador destas práticas de cura, assim como estas as compõem fazendo parte de seus principais rituais e práticas” (Andrade, 2005).

Sendo assim, a busca pelo contato com as Entidades Espirituais, Guias e Protetores da Corrente Astral de Umbanda configura-se como o recurso direto para a solução e a cura dos males variados na vivência cotidiana dos pacientes. No rito umbandista, os seres vindos dos planos elevados do mundo espiritual (a Aruanda), chegam à Terra (o terreiro) para trabalharem a favor dos necessitados, os quais podem relacionarem-se de maneira direta com estes, dirigindo-lhes seus pedidos e rogativas.

Cremos, como umbandista, que os desequilíbrios manifestos no complexo psíquico/orgânico do indivíduo surgem em decorrência das disfunções de ordem energética entre seus corpos espirituais, ocasionando a quebra da homeostase, efetivando-se em desarmonias variadas. Tal mecanismo pode ocorrer por conta de processos próprios do indivíduo, mediante ocorrências em sua vida cotidiana, em seus aspectos psicológicos (complexos psíquicos, conflitos existenciais, depressão, stresse, etc), bem como por aqueles de ordem orgânica (males de ordem genética ou ocasionados por hábitos e vícios maléficos à saúde, exposição a agentes externos, etc.). Da mesma forma, também a vinculação à entidades espirituais de caráter negativo e perturbador (os chamados obsessores, quiumbas, “encostos”), também surgem no rol das circunstâncias que podem levar a desequilíbrios na área da saúde, segundo a concepção umbandista.

Dentro deste contexto religioso, verificar-se-ão as várias formas de tratamento e cura promovidos pelas práticas umbandistas, como sejam os “benzimentos”, os “passes”, as “desobsessões”, o “transporte”, os “ebós”, os “banhos de folhas”, as “defumações”, entre outros.

A medicina convencional, primordialmente, irá valer-se do tratamento dos sintomas por meio da diagnose e prognose adequadas, administrando remédios e terapêuticas variadas com o intuito de dissipar a doença, contribuindo com a melhoria na qualidade de vida do paciente.

A utilização de duas angulações diferentes a respeito da realidade do indivíduo associa modalidades diagnóstico-terapêuticas distintas, mas complementares.

Por fim, diremos que todo o Rito de Umbanda, é uma prática de cura, por meio da qual nossos Guias e Protetores, no simples ato de sua incorporação, trazem ao terreiro suas irradiações de Saúde e Harmonia, integrando-as no psiquismo e no organismo do médium, enquanto percorrem o congá, dançando ou caminhando, descarregam e limpam o ambiente, assim como atraem para si as entidades “negativas” – trazidas para tratamento – e desfazem os acúmulos de energias deletérias que porventura tenham se agregado por conta da irradiações de pensamento de todos quantos estejam presentes ao rito em condições de sofrimento e perturbação.

Toda a gira de Umbanda é curativa por excelência, pois coloca-nos em contato com o Divino, fonte próspera e inesgotável de Felicidade e Saúde, da qual cada um se alimentará mediante as suas possibilidades de momento e condições de assimilação das experiências no campo do Sagrado, junto aos nossos Orixás que irradiam sobre todos nós sua cobertura em forma de amor e força interior para prosseguirmos em nossa jornada.

 

Saravá a todos!
Referências:
Andrade, J.T (2010). Ritos terapêuticos entre rezadores no Grande Bom Jardim, em Fortaleza: persistência dos saberes comunitários em saúde (artigo científico).
Zangari, Wellington (2008). Consciência, Saúde e Psicologia Anomalística: o caso das interações anômalas de ação fisiológica à distância (artigo científico).
Giglio-Jacquemot, Armelle (2006). Médicos do Astral e Médicos da Terra. As relações da Umbanda com a Biomedicina (artigo científico, Revista Mediações).
Jorge, E.F.C. (2008). O embate entre Medicina e múltiplas artes de cura no Brasil – A inovação da Umbanda frente a esses saberes (trabalho de conclusão de curso).
Mantovani, Alexandre (2006). A construção social da cura em cultos umbandistas: estudo de caso em um terreiro de umbanda na cidade de Ribeirão Preto – SP (tese de mestrado).

Fonte: http://brancaumbanda.blogspot.com.br/

 

Aranauam

DEFESA ENERGÉTICA

Se pudéssemos viver em condições de isolamento ideal, contemplativo, convivendo apenas com a natureza, com as pessoas que gostamos e confiamos seria, de fato, muito fácil manter nossa integridade holochacral ou energética (holochacra =corpo energético =conjunto de todos os chacras). Imagine a vida tranqüila no campo, deixando a Mãe Natureza cuidar de tudo. Da mesma forma como ela cuida do verde e dos animais, por que não haveria de cuidar também do homem, seu filho mais ilustre? E as energias? Como são boas as energias da natureza, terapêuticas, revitalizadoras!

Talvez seja por este motivo que determinadas seitas místicas e ordens religiosas preferiram se isolar de tudo e de todos, trancando-se em comunidades fechadas, conventos e monastérios, separadas do resto do mundo no topo de alguma montanha inacessível. Em alguns casos, os praticantes desse tipo de isolamento nem mesmo se encontram uns com os outros, vivendo na clausura, tamanho é o medo de haver qualquer interação energética entre eles, mesmo que positiva. A desculpa é a busca de uma santidade, de uma separação maior. Esperam eles estar caminhando ao encontro da luz interior, de uma aproximação com o Todo Poderoso, ou seja, da evolução espiritual.

Entretanto, esses tipos de pessoas fogem de um inter-relacionamento pessoal maior, fundamental para qualquer ser humano enquanto animal social. Esquecem-se que a riqueza de situações oferecidas pelo dia-a-dia numa megalópole – onde há um forçoso encontro com um grande número de pessoas dotadas de todos os tipos de personalidade possíveis e imagináveis, com milhares de qualidades conscienciais e seus correspondentes defeitos – agiliza em muito o processo evolutivo da consciência. É aí que surgem os conflitos de interesse: as pessoas são forçadas a aprender a conviver com a diversidade consciencial característica da espécie humana, com todos os seus defeitos, qualidades, lados positivos e negativos, e a tirar o melhor proveito evolutivo de cada situação adversa, antendo sua integridade física, psíquica e energética.

É muito mais fácil evoluir no contrafluxo, encarando as dificuldades de frente e aprendendo a se defender energeticamente dos mais variados encontros com as mais diversas pessoas. O processo se desenvolve à semelhança do funcionamento do nosso sistema imunológico: quanto maior for o contato que tivermos com as mais diferentes bactérias, mais fortes serãos as nossas defesas orgânicas. Quem evolui mais rápido: o monge que vive isolado numa vida contemplativa, previsível, rotineira, sem maiores desafios dentro de um monastério, ou o homem autoconsciente que enfrenta as imprevisíveis situações físicas e energéticas, em casa, no trabalho, no shopping, no ônibus, esforçando-se para manter sua integridade física, mental, moral, psicológica e energética? Qual deles possui
mais desenvoltura para resolver os problemas do dia-a-dia?

O que se deve ter em vista é que dificilmente conseguimos manter o nosso status quo energético nos encontros interconscien ciais. Tem sempre alguém recebendo (consciente ou não) e alguém doando (consciente ou não) energias conscienciais (nosso cartão de visita). A tendência é sempre pelo equilíbrio; quem tem mais doa, quem tem
menos recebe. Quando o indivíduo adquire lucidez para o processo energético, passa a estudar e praticar determinadas técnicas que lhe permitirão um maior controle do procedimento, evitando, assim, a inoportuna perda de energias pessoais, bem como a entrada de outras energias que ele venha a considerar como nocivas para si próprio.

Envolvendo o nosso corpo energético, temos a aura, que é um invólucro vaporoso e luminoso; uma forma ovóide de energia que se contrai ou dilata conforme as circunstâncias e emoções. As auras humanas interagem umas com as outras, tanto do ponto de vista positivo quanto negativo, criando atrações, repulsões, acoplamentos, fazendo com que as pessoas atuem na condição de receptoras ou doadoras de energias pessoais. A aura tem mais ou menos dois metros de diâmetro, distância a partir da qual começam as interações energéticas. Isto não quer dizer que você agora passe a andar com um bastão, evitando que as pessoas se aproximem muito.

Como seria dentro do ônibus? Na escola? No ambiente de trabalho? No teatro? No cinema? No estádio de futebol? No comício político? Em qualquer lugar onde há um obrigatório ajuntamento de pessoas? O que ocorre nesses casos é o que chamamos de acoplamento áurico, que pode ser fisiológico – quando se dá entre pessoas amigas, casal
apaixonado, galinha-pintinhos, gêmeos univitelinos, gestante-feto, cavalo-cavaleiro, mãe-filho, médico-paciente, professor-aluno, vendedor-freguês, psicólogo-paciente – ou patológico – quando ocorre entre grupos de enfermos; histerias grupais, coletivas; multidão em linchamento/quebra-quebra; pessoas amotinadas (navio, comícios); dupla
assediado-assediador. O acoplamento também pode ocorrer através de uma consciência extrafísica (positiva ou não) que se aproxime da aura da pessoa.

Isto acontece em virtude da afinização de pensamentos, sentimentos, energias. Um exemplo de caso negativo, é o assediador extrafísico alcoólatra ou fumante inveterado, que provavelmente morreu de câncer
ou cirrose hepática, que acopla pela primeira vez em determinada pessoa ainda viva, porém viciada em álcool e tabagista, quando esta toma uma dose daquela cachaça purinha ou acende um cigarro ou baseado. Depois, passa a acoplar no infeliz sempre que estiver com vontade de sentir o gostinho da cachaça ou o sabor do alcatrão, ou
ainda a lombra da maconha, induzindo-o a beber e fumar mais. Isto significa um círculo vicioso, assediado-assediador, cada um em sua própria dimensão. Um exemplo de caso positivo, é o terapeuta
acupunturista que recebe, consciente ou não, o acoplamento de uma consciência extrafísica com larga experiência em medicina oriental sempre que trata determinado paciente.

Quando o acoplamento ocorre em número superior a três pessoas, tende a ser negativo, pois o homem perde a sua individualidade, a capacidade de raciocinar, a escolha moral, em virtude da intoxicação energética do grupo, tornando-o sujeito a crises, ataques súbitos e violentos de ira, entusiasmo, violência, pânico. Embriagado sem ter
tomado qualquer bebida alcoólica.

Existem também os vampiros energéticos. Pessoas portadoras de uma patologia do corpo energético que impede a retenção de energias conscienciais, de forma que estão sempre carentes, sempre necessitando absorver mais. São verdadeiros buracos negros energéticos. Certamente, todos já tivemos oportunidade de entrar em contato com pessoas assim. É o conhecido desmancha-rodas, aquele sujeito que quando se aproxima todos se afastam numa reação defensiva instintiva, ou então aquele outro que quando começa a falar dá sono nos ouvintes à proporção que ele fica cada vez mais ativo e alerta. Ele nunca passa despercebido. Todos sabem quem são os vampiros
energéticos nos círculos que freqüentam, até mesmo os animais se afastam. Não existe heterocura para o vampirismo energético. É necessário que a pessoa se autoconscientize de sua condição para, a partir daí, buscar a autocura através da satisfação de suas carências afetivas e sexuais, compensando seus chacras e reequilibrando o corpo energético.

Técnicas bioenergéticas

Para mantermos a integridade energética independente da situacão em que nos encontramos, é necessário a utilização de quatro manobras básicas, mas não necessariamente nesta ordem:

– Absorção de energias: É o ato através do qual a pessoa absorve pela força da vontade energias imanentes (cósmica), energias da natureza (florestas, rios, oceanos, árvores, pedras, montanhas, flores ), energias de outras pessoas e energias telúricas (do planeta Terra). Essa absorção é feita através dos chacras que compõem o corpo
energético. Outra forma de absorver energias é através da respiração – prana -, e a este respeito os yogues possuem técnicas avançadíssimas que valem a pena ser estudadas. Também temos a absorção através da alimentação. Todos os alimentos possuem energia, uns mais densos, outros menos. O pesquisador deve procurar se alimentar de acordo com as necessidades e o consumo energético do seu corpo. Para um grande número de pessoas, o consumo de carne vermelha é essencial para reabastecer o corpo com as energias mais densas do animal, já outros
não sentem tanta falta assim, dando-se por satisfeitos com uma dieta alternativa. Podemos absorver energias telúricas através do simples ato de caminhar descalços sobre a superfície (solo) do planeta; neste
caso, o que funciona são os chacras plantares (situados na sola de cada pé).

Todas as noites, depois que dormimos, nosso corpo astral afasta-se do físico e absorve energias cósmicas através dos chacras, principalmente pelo esplênico chacra, sendo esta a quinta forma de absorção de energias depois da alimentação, da respiração, da absorção de energias por vontade própria e do sono natural. O sono permite duas formas de absorção de energias: uma menor, quando o corpo astral se desloca, porém continua muito perto do físico; e outra maior, quando ocorre grande distanciamento entre esses dois veículos de manifestação do ego, numa experiência fora do corpo (EFC). A reposição de energias é responsável em muitos casos pela recuperação
da saúde física e mental do praticante.

– Circulação de energias: Trata-se de controlar conscientemente o fluxo e a direção das energias dentro de você mesmo, da cabeça para os pés, passando pelo pescoço, tórax, braços, mãos, abdômen, quadril, pernas, pés e vice-versa. A velocidade, duração e intensidade devem variar de acordo com a vontade do praticante. Como benefícios,
podemos citar a aquisição de uma autoconfiança maior no uso de suas próprias energias conscienciais, aumentando a sensibilidade do praticante, de forma que tenha meios de identificar com maior precisão as energias externas que lhe forem dirigidas. O ato de circular as energias depois de uma refeição facilita também o processo digestivo, previne minidoenças, pequenos distúrbios orgânicos e indisposições.

Deve ser praticada da seguinte forma: primeiro, o praticante se coloca na posição de pé, com os braços estendidos ao longo do corpo e os pés ligeiramente separados um do outro. Utilizando tão somente a força da vontade, dirija o fluxo de energias da cabeça para os pés, procurando sentir a energia passando pelo corpo e atingindo os
membros, tanto superiores quanto inferiores. Se na primeira vez a pessoa não sentir nada, não deve se preocupar, pois, como foi dito acima, é a prática que trará a sensibilidade energética. Depois, redirecione o fluxo das energias no sentido inverso, dos pés para a cabeça. Repita a manobra umas 20 vezes, depois vá aos poucos aumentando a velocidade de circulação. É bem possível que o praticante, durante um trabalho de circulação de energias venha a
sentir bloqueio em determinados membros, impossibilitando o fluxo. Neste caso, ele deve forçar a passagem das energias com vontade redobrada até conseguir.

O bloqueio que impossibilita a passagem em determinado membro ou até mesmo a circulação por todo o corpo pode ser o prenúncio de algum tipo de doença que já atingiu o corpo energético e que, se não for eliminada através da circulação de energias, em breve atingirá o corpo físico. Daí se conclui que o processo de circulacão de energias
tem finalidade também preventiva. O procedimento deve ser repetido várias vezes por dia, nos mais diversos ambientes, sem qualquer tipo de problema, uma vez que não envolve o uso de qualquer músculo do corpo humano, mas apenas e tão somente a vontade.

– Circuito fechado de energias: É a circulação de energias elevada a uma velocidade intensíssima, a tal ponto que não mais se pode distinguir a direção do fluxo, tornando-se tudo uma só e grande vibração energética que forma um poderoso campo de energia. Isto esteriliza o ambiente, impede a entrada e saída de energias internas
e gera um profundo bem-estar. Para completar o sistema de autodefesa, o praticante, ao mesmo tempo em que instala o circuito fechado, produz uma bolha energética ao seu redor, que funcionará como escudo.

– Exteriorização de energias: É através da vontade que o praticante lança para fora de si as energias pessoais temporariamente guardadas dentro dos seus veículos de manifestação do ego, ou que estão transitando através dele. O procedimento pode se dar tanto aqui na dimensão física, com o praticante acordado e alerta, quanto na
dimensão extrafísica, durante uma experiência fora do corpo. Pode ser feita com finalidades assistenciais, no caso de o praticante exteriorizar energias para um enfermo, visando sua recuperação. Também é utilizada no caso de enfrentamentos entre pessoas nesta dimensão, quando alguém exterioriza suas energias, expelindo-as ao
ponto de deixar as pessoas alvo em cheque ou sem o controle da situação. Agora, como técnica de auto-higiene física-extrafísica, pode ser produzida a qualquer momento e em qualquer circunstância necessária, embora seja melhor praticar em um ambiente isolado, para alijar de si energias consideradas nocivas e prejudiciais ao seu bem-estar. O processo também pode se dar através das mãos (imposição de mãos), nos casos de exteriorização em caráter assistencial, e em outros requer a movimentação dos braços para mover as energias estagnadas do
ambiente. Podem ocorrer sensações de formigamento, adormecimento e, entre outros, pequenos choques elétricos.

Concluindo, a falta de controle do processo energético pode causar bloqueios, descompen-sações, distúrbios e doenças em qualquer pessoa despreparada e vulnerável, inclusive eu mesmo e você também. O circuito fechado é o recurso defensivo primário, insubstituível que dispomos para defesa energética. O domínio do processo energético
pode se dar, inclusive, de forma intuitiva. Existem pessoas que instalam intuitivamente o circuito fechado de energias quando estão lidando com situações críticas, antes e durante o recebimento de telefonemas importantes, encontro com pessoas-chave, etc. Mas esse controle inconsciente não se compara a aquisição de autoconsciência a
nível bioenergético, com o emprego correto, lúcido e dentro de um padrão de moral e ética universal das técnicas bioenergéticas.

Bruxos, feiticeiros, magos, com certeza, todos os que se interessam por este tipo de assunto e estão lendo este artigo agora já foram há muitos séculos, em vidas anteriores. Agora, chegou a hora do emprego
consciente e ético destas técnicas por nós desenvolvidas anteriormente, em outras existências, com o objetivo recípuo de despertar e refinar o parapsiquismo existente em cada um de nós, de forma a mantermos nossa integridade energética no desenrolar da caminhada evolutiva.

Márvio Belliard e Silva é pesquisador independente do fenômeno da experiência fora do corpo (EFC) e da evolução da consciência.

 

AUTORA: Astartê
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MENSAGENS MILAGROSAS DA ÁGUA

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COMO A ÁGUA REFLETE A NOSSA CONSCIÊNCIA

A água tem uma mensagem importante para nós. A água nos está dizendo para olhar mais profundamente para nós mesmos. Quando nos vemos através do espelho da água, a mensagem se torna surpreendentemente clara. Sabemos que a vida humana está conectada diretamente com a qualidade da nossa água, tanto dentro quanto ao redor de nós.

Estas fotografias e informações refletem o trabalho de Masaru Emoto, um pesquisador japonês. Ele publicou um livro importante, “A mensagem da água”, baseado em seus achados nas pesquisas que fez em todo o mundo. Se você tiver alguma dúvida de que seus pensamentos afetam tudo em você e ao seu redor, as informações e fotografias aqui apresentadas, tiradas do livro, mudarão a sua mente e alterarão profundamente suas crenças.

Com o trabalho de Emoto, temos evidências factuais de que a energia humana vibracional, os pensamentos, as palavras, as idéias e a música afetam a estrutura molecular da água, a mesma água que compõe 70% do corpo humano maturo e cobre a mesma porcentagem do nosso planeta. A água é a fonte de toda a vida neste planeta e sua qualidade e integridade são vitalmente importantes para todas as formas de vida. O corpo é semelhante a uma esponja e é composto de trilhões de células que contém líquidos. A qualidade de nossa vida está diretamente ligada à qualidade da nossa água.

A água é uma substância muito maleável. Sua forma física se adapta facilmente a qualquer ambiente. Mas sua aparência física não é a única coisa que muda: sua forma molecular também se altera. A energia ou as vibrações do meio ambiente mudarão a forma molecular da água. Neste sentido, não somente a água tem a capacidade de refletir visualmente o meio ambiente, mas ela reflete este meio ambiente também a nível molecular.

Emoto tem documentado visualmente estas modificações moleculares através de suas técnicas fotográficas. Ele congela gotículas de água e as examina em fotomicroscópio de campo escuro. Seu trabalho demonstra claramente a diversidade da estrutura molecular da água e o efeito do ambiente nessa estrutura.

A neve tem caído na Terra por milhões de anos. Cada floco de neve tem sua forma e estrutura únicas. Congelando a água e fotografando a estrutura como Emoto tem feito, consegue-se informações incríveis a respeito da água.

Emoto descobriu muitas diferenças fascinantes nas estruturas cristalinas da água de muitos locais diferentes e com condições diferentes, ao redor do planeta. Águas de nascentes e fontes nas montanhas mostram os lindos desenhos geométricos em seus padrões cristalinos. Água poluída e tóxica de áreas industriais e muito populosas, assim como água estagnada de caixas d’água e represas mostram estruturas cristalinas definitivamente distorcidas e formadas sem ordem.

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Fonte de água de Saijo, Japão

 

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Fonte de água de Sanbuichi Yusui, Japão

 

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Gelo Antártico

 

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1. Rio Horobetsu, Hokkaido
2. Fonte Metori Yusui
3. Rio Shimanto, Kochi
4. Geleira do Mont Cook, Nova Zelândia

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1. Fonte em Lurdes, França
2. Lago Bikawo, o maior lago no centro do Japão. Aí a poluição está piorando.
3. Contaminação, Rio Yodo, Japão,que desagua na baia de Osaka

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1. Represa Fujiwara, antes de ser oferecida uma oração
2. Represa Fujiwara, depois de ser oferecida uma oração

Com a recente popularidade da musicoterapia, Emoto decidiu observar os efeitos que a música tem na estruturação da água. Ele colocou água destilada entre dois alto-falantes durante algumas horas e então fotografou os cristais que se formaram após a água ter sido congelada.

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1. “Pastoral” de Beethoven
2. Ária na Quarta Corda” de Bach
3. Sutra do Tibete

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1. “Variações de Goldberg”
2.Dança folclórica Kawachi
3. “Hado” – música curativa

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1. “Farewell” de Chopin
2. Música Heavy Metal

 

Após verificar que a água reage a diferentes condições ambientais, à poluição, à música, Emoto e seus colaboradores decidiram observar como os pensamentos e as palavras afetam a formação de cristais em água destilada, não tratada, usando palavras datilografadas em papel e coladas à parte de fora de garrafas de água, durante uma noite. O mesmo processo foi realizado utilizando os nomes de pessoas já mortas. As águas foram então congeladas e fotografadas.

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1. Água destilada não tratada
2. Amor e Estima
3. Obrigado
(papéis escritos pregados nas garrafas)

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. Você me enoja. Eu vou te matar.
2. Adolph Hitler
3. Madre Teresa
(papéis escritos pregados nas garrafas)

Estas fotos mostram as incríveis reflexões da água, enquanto viva e altamente responsiva a todas as emoções e sentimentos de todos. Está claro que a água facilmente incorpora as vibrações e a energia de seu meio ambiente, seja ele tóxico ou poluído ou naturalmente puro.

O trabalho extraordinário de Masaru Emoto é uma demonstração incrível e um instrumento poderoso que pode mudar para sempre nossas percepções de nós mesmos e do mundo no qual vivemos. Agora temos uma evidência profunda de que podemos nos curar e transformar positivamente o nosso planeta pelos pensamentos que escolhermos pensar e pelos meios através dos quais colocamos esses pensamentos em ação.

As fotografias utilizadas até aqui são do livro ” The Message from Water,” de Masaru Emoto.

Fonte: http://www.caminhosdeluz.org/

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Problemas do Vício de Fumar

Pergunta: – Quem fuma ofende a Deus?
Ramatís: – Caso Deus se ofendesse pela estultícia do homem fumar, então seria tão passional e contraditório quanto à própria criatura humana. E como Deus não se ofende de modo algum, pois está acima das paixões e dos sentimentos dos homens, também não precisa perdoar. Evidentemente, só perdoa quem primeiro se ofende. O homem viciado no fumo, no álcool, em entorpecentes ou substâncias nocivas, jamais ofende a Divindade, mas perturba a sua saúde física e intoxica a delicada contextura sideral do seu perispírito, sendo candidato voluntário a sofrimentos e aflições indesejáveis, no Além-Túmulo, e algumas vezes, até na próxima existência.
Pergunta: – Mas se o homem viciado não ofende a Deus, por que, então, é castigado após a morte corporal?

Ramatís: -Como durante a. encarnação não há separação absoluta entre o espírito e o corpo carnal do homem, é óbvio que ele há de sofrer após a morte os efeitos danosos dos seus desatinos e vícios cometidos na existência física. É bastante lógico que não se pode colher morangos plantando cicuta, nem usufruir saúde ingerindo venenos!

 

Pergunta: – Todos os espíritos desencarnados sofrem no Além-Túmulo os efeitos de quaisquer imprudências viciosas?
Ramatís: – No Além-Túmulo sofrem todos os espíritos que usufruem, em excesso, as coisas do mundo carnal, perdendo o controle mental e espiritual sobre o seu organismo físico. Em vez de senhores, eles se tornam escravos das paixões animais. Não é o aperitivo, a bebida moderada ou o cigarro sem exagero, o que estigmatiza os desencarnados após a morte, mas, sim, os que não fumam, mas são “fumados”, os que não bebem, mas, são “bebidos”!
Do livro; “A vida Humana E O Espírito Imortal” Ramatís/Hercílio Maes – Editora do Conhecimento.

Postado por 

Fonte: http://ramatismissaodeluz.blogspot.com.br/

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Os 12 Filamentos do DNA – Nosso Patrimônio Espiritual

Durante anos a ciência reconheceu que temos dois filamentos físicos ativos de DNA.

Além desses, temos 10 filamentos energéticos que estiveram adormecidos no Ser Humano durante séculos.

Estes filamentos adormecidos de DNA foram descobertos pelos cientistas que, não sabendo qual seria a função deles, identificou- os como DNA “lixo”.

O ácido desoxirribonuclé ico (DNA) é um ácido nucléico que contém todas as instruções genéticas utilizadas no desenvolvimento e funcionamento de todas as coisas viventes.

A função principal do DNA é o armazenamento de informações em longo prazo.

O DNA é freqüentemente comparado a um conjunto de projetos, já que ele contém as instruções necessárias para construir outros componentes de células.

Os segmentos de DNA que carregam as informações genéticas são chamados genes, mas outras seqüências de DNA têm propósitos estruturais ou estão envolvidas na regulamentação do uso das informações genéticas.

Portanto, o nosso DNA é o nosso projeto pessoal e, como tal, contém toda a nossa informação mental, física, emocional e Espiritual.

O Ser Humano original tinha 12 Filamentos de DNA trabalhando ativamente e mantendo a função total do Humano como um Ser Espiritual.

Com a nossa preocupação exagerada com o pensamento através do lado esquerdo do cérebro, e com o fechamento dos nossos centros do coração, estes filamentos “extras” de DNA se perderam.

Como consequência desta perda, nós passamos a viver em uma sociedade espiritualmente deficiente e as nossas capacidades intuitiva e curativa foram reduzidas drasticamente.

Outro resultado dessa perda é que nós acessamos e usamos apenas uma pequena parte dos nossos cérebros.

O corpo humano é a coisa mais valiosa que jamais possuiremos.

Ele armazena e mantém uma abundância de informações, sabedoria e conhecimento sobre todos os aspectos de nós mesmos, do nosso mundo e de toda a vida.

Combinações de inteligência são armazenadas no interior do Ser Humano, e uma grande quantidade de dados é armazenada dentro do corpo.

Dentro dos nossos corpos, estão as fórmulas necessárias para reproduzir outras formas de inteligência por todo o Universo.

No momento da concepção, nós recebemos das nossas duas linhagens sanguíneas diferentes (nossos pais) certas combinações e pares de genes recessivos.

Estes genes contêm os códigos de luz que nos dão a maior oportunidade de acessar e desenvolver nossas capacidades Espirituais e de curar os aspectos danificados e feridos da nossa Alma.

Ao mesmo tempo, estes genes contêm lembranças que criaram bloqueios no nosso caminho para a unidade e deram início aos nossos sentimentos profundamente arraigados de separação, separação da nossa verdadeira essência e do nosso Criador.

Estas lembranças de separação nos forçaram a criar experiências e situações nas quais nos são dadas oportunidades para curarmos a nós mesmos, nosso mundo e nossas separações.

Como Almas, escolhemos cuidadosamente os nossos pais e suas linhagens sanguíneas, de modo a facilitar experiências e situações que nos permitirão curar a nós mesmos. Portanto, escolhemos a dedo as nossas próprias estruturas de DNA e as possíveis oportunidades de ativar e despertar outros filamentos de DNA.

A energia da nossa Terra está passando por importantes mudanças vibracionais e movendo-se para níveis mais elevados de consciência.

À medida que a Terra eleva Sua vibração, nós, como Seres Humanos, estamos recebendo muitas oportunidades de elevar a nossa vibração.

Esta mudança está sendo chamada de Ascensão e existem muitas pessoas ao redor do mundo que estão vivenciando confusão e caos em seus mundos.

No entanto, neste aparente caos e confusão, encontramos grandes oportunidades de crescimento, expansão e evolução.

Um dos aspectos mais emocionantes do nosso processo evolutivo é a reorganização do nosso DNA.

Raios codificados com luz Cósmica do nosso Criador têm chegado à nossa Terra, estimulando as mudanças e reorganizando os nossos corpos Humanos.

À medida que os filamentos codificados de luz são absorvidos no nosso ser, nosso DNA disperso está sendo reativado e reformado em novas hélices ou filamentos de DNA e está sendo reordenado em feixes.

À medida que este re-enfeixamento e esta reordenação progridem, nós criamos um sistema nervoso mais evoluído, que facilita que novas informações e dados entrem em nossa consciência.

Muitas das células adormecidas do nosso cérebro estão sendo despertadas e estamos sendo capazes de acessar o potencial total do nosso corpo.

Conforme nossos corpos se preenchem com mais luz, nossas memórias também se abrem, e à medida que o nosso DNA evolui, nós evoluímos em Seres Multidimensionais conscientes.

Nossos 12 filamentos de DNA ativam e conectam-se aos nossos 12 Chacras, portais de energia através dos quais acessamos nosso patrimônio Espiritual.

Os 12 filamentos de DNA servem de ligação, através dos nossos 12 chacras, com a rede de energia externa aos nossos corpos.

Os 12 chacras atuam como portais energéticos no nosso corpo, conectando-nos às forças vitais da existência. É através da abertura e ativação destes portais de energia que podemos começar a realmente conhecer a nós mesmos.

Como agora todos os 12 filamentos de DNA estão se formando, qualquer questão que não tenha sido trabalhada e esclarecida pacificamente na nossa história pessoal, criará caos.

Sentimentos e lembranças estão vindo à tona, oferecendo-nos uma oportunidade de experienciar o tecido do nosso ser e revelando quem nós somos, através dos acontecimentos e crenças que estão intricadamente tecidos em nós.

Nossa tarefa é despertar, ativar e unificar todos os 12, criando a rotação dos 12.
Esta rotação dos 12 filamentos de DNA e 12 chacras vai atrair para nós energias que vão se intermisturar e se mover através dos nossos seres, ativando e despertando os vários aspectos diferentes de nós mesmos.

Isto disparará novas versões, entendimentos e significados de todos os acontecimentos em nossas vidas e no nosso mundo.

Nossos 12 chacras são conjuntos de energia onde podem surgir acontecimentos. Eles guardam a memória e a identidade, e cada um corresponde a um filamento do DNA. Estes 12 centros de energia devem ser acessados a partir do nosso interior, onde podemos sentir os dados correspondentes e traduzir nossas experiências dentro do contexto de nossas mentes.

Ao abrirmos nossos corações e mentes, todas as respostas aos grandes mistérios serão encontradas dentro de nós.

É preciso que nos retiremos dos nossos sistemas de crenças atuais e criemos novos sistemas de crenças, pois a mente está estruturada para evoluir e formar nossas experiências baseadas naquilo que ordenamos.

Nossa mente não é o nosso senhor; nós somos os senhores das nossas próprias mentes.

A mente é apenas uma ferramenta a ser usada para criar a realidade, e nada mais.

Trabalhando conscientemente com as ondas de energia e luz que se entram na nossa Terra, somos capazes de perceber e compreender que a transformação deste planeta baseia-se na cura e poder das nossas mentes.

A ativação do DNA completo de 12 filamentos criará a conexão entre os nossos códigos genéticos humanos e nos dará acesso a todo o conhecimento e sabedoria. Isto é a consciência e compreensão de quem nós realmente somos.

Ao ativarmos todos os 12 filamentos do DNA, nós criamos um alinhamento dentro de nós mesmos, que nos permite mudar suavemente para níveis de vibração e freqüências de luz muito mais elevados, ajudando o nosso processo de ascensão ao despertarmos mais a nossa consciência humana.

Kate Spreckley Copyright © 2007 – http://www.spiritpa/ thways.co. za
Tradução: Vera Corrêa – veracorrea46@ ig.com.br
Fonte: http://spiritlibrar y.com/spirit- pathways/ 12-strands- of-dna-our- spiritual- heritage

Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascensao.com.br/

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É realmente possível ver aura das pessoas, dizem cientistas

Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.

A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo

Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como “curandeiros”, de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um “significativo efeito placebo” nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia

Nas pessoas sinestetas – que apresentam a sinestesia – as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas “normais”.

“Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas,” explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador

Os cientistas espanhóis afirmam que “nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo”.

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como “O homem santo de Baza”.

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas “é, de fato, um caso claro de sinestesia”.

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu “poder de cura”.

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas

“Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros],” escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, “embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia”, seus efeitos curadores devem-se unicamente a um “significativo efeito placebo”.

Fonte:  http://www.diariodasaude.com.br/

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